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    Cidadãos ou Suspeitos?

    O que distingue um Estado Policial de um Estado de Direito? Fundamentalmente, a assunção de que qualquer um é inocente até prova que o contrário. E a garantia legal de que cada cidadão tem direitos e direito de os exercer. E um dos direitos fundamentais do Cidadão é o direito à privacidade. Por isso é que os estados de direito se preocuparam em restringir o acesso a qualquer base de dados privada. Só num caso em que um cidadão seja suspeito de um crime e apenas por ordem de um juiz pode a polícia aceder, por exemplo, à base de dados bancária de um cidadão, ou ao seu registo médico ou qualquer base de dados.

    Tem sido uma preocupação constante dos legisladores tornar ilegal o cruzamento de informações constantes em diversas bases de dados que possam conter dados sobre um indivíduo. Por isso é que está habituado, quando fornece informações suas na internet, por exemplo, a lhe ser apresentado um conjunto de regras a respeito do tratamento a que os seus dados serão sujeitos e dentro de que limites. Isso é feito porque é obrigatório por lei, e é-lhe sempre dada a possibilidade de não aceitar as condições. Isso por uma razão muito simples: tornou-se claro que o mundo informatizado fornece a qualquer governo os meios com que nenhuma ditadura no passado sonhou sequer: o acesso instantâneo a TODOS os dados de TODOS os cidadãos, o sonho de qualquer ditadura.

    Como já vimos, a Informação Total é um dos objetivos da elite. Então, isso significa que, de alguma maneira, a elite já arranjou maneira de contornar o problema. De fato. Já foram criadas leis de excepção para permitir o cruzamento da informação em casos específicos. Foram criados pretextos para as aplicar. O primeiro foi a “guerra à droga”. (A propósito, este é um assunto interessante. Quem, realmente, está por detrás do tráfico de drogas. Comece por conhecer o fato de que a produção de droga no Afeganistão duplicou desde a sua invasão pelas forças multinacionais. Mais uma vez o princípio de “criar o problema para a seguir oferecer a solução”). Problema – Reação – Solução.

    Seria de esperar uma escalada depois do 11 de Setembro.

    Seria impossível escolher um melhor emblema para esta organização

    A escalada chama-se Total Information Awareness, dirigida pelo general Poindexter, sob a égide do Pentágono. Um sistema de base de dados mundial contendo TODA a informação. E, sob a lei de Segurança Interna, a autorização de vasculhar todas as bases de dados privadas. O Congresso quis investigar por duvidar da constitucionalidade de tal projeto. Rumsfeld foi claro e franco: “Se o congresso se opuser, a única coisa que conseguirá é que o projeto se torne secreto”.

    Isto significa que o Estado Policial é uma realidade, não uma possibilidade.

    Os seus mecanismos?

    A busca intensiva da internet como meio de recolher todas as informações possíveis, desencadeadas por palavras-chave que tornam imediatamente determinado texto suspeito. Email, mensagens instantâneas, websites, tudo. O fornecimento de serviços na internet para puxarem para dentro da internet o máximo de informação possível. Ou acham que a Google ou a Yahoo, ao vos oferecerem gigabites de espaço gratuito nos seus próprios servidores, estão simplesmente a ser bonzinhos? A capacidade de aceder a todas as bases de dados, privadas ou não, bastando para isso a simples informação de que determinado indivíduo é um suspeito de atividades subversivas, provinda não de um juiz mas sim de qualquer agência de informações. Note-se a tentativa recente dos EUA de aceder às bases de dados privadas dos cidadãos europeus que queiram embarcar em viagens aéreas para os Estados Unidos, e que foi (por enquanto) recusada. E sempre em nome da “segurança”.

    Deu para perceber o quão completo e abrangente é o plano dos Rothschild para continuar comandando o mundo. Sem dúvida, uma obra de excepcional inteligência, contudo, de extrema maldade e egoísmo.

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    Holocausto não existiu.

    É uma das principais linhas das teorias da conspiração hoje: o que realmente aconteceu na Segunda Guerra Mundial. Veja: Conhece algum monumento histórico que esteja vedado à investigação? Conhece algum acontecimento histórico que seja proibido investigar? Conhece algum caso em quem investiga um acontecimento histórico é preso? Só conheço um caso: o Holocausto. E porquê? Por respeito para com a verdade? Claro que não! A Verdade não teme investigações. Por respeito para com as vítimas? Não acredito. As vítimas de certeza quereriam que toda a verdade fosse conhecida. Se tentar despir-se de todas as conotações emocionais relacionadas com o Holocausto, é capaz de chegar à conclusão de que esta é uma história que não faz sentido. 

    Há histórias que simplesmente não batem certo. Não batem certo porque são ilógicas. A Alemanha estava a perder a guerra. Tinha falta de matérias primas, combustíveis e mão de obra. Foram criadas campanhas para recrutamento de trabalhadores nos países ocupados, em alguns casos com êxito. A Alemanha tinha também um recurso gigantesco de mão de obra: a população dos campos de concentração. De fato, muito foi feito para aproveitar esse enorme recurso. A indústria foi reconvertida e realojada para perto dos campos de concentração. Alguns campos de concentração cresceram enormemente de tamanho, tornando-se no núcleo de grandes cidades industriais. Muitos prisioneiros foram deslocados para campos construídos à pressa perto de grandes centros industriais para serem utilizados como mão de obra forçada.

    Prisioneiros de Dachau numa fábrica de espingardas


    Fábricas secretas de armamento foram construídas para funcionarem exclusivamente à base de trabalho escravo dos campos de concentração. Sob o ponto de vista econômico, o plano deu bons resultados. O resultado foi, entre outros, os milhares de foguetes V2 construídos à base de trabalho escravo fornecido pelos campos de concentração. Auschwitz tornou-se num gigantesco parque industrial. E então, gigantescos recursos em combustível (a luftwaffe já não tinha combustível para por todos os seus aviões no ar e os tanques não podiam sequer tomar a ofensiva), milhares de comboios e locomotivas, congestionando grandemente a rede de comunicações, são mobilizados apenas para destruir um recurso valioso? Não faz sentido.


    Quando o exército vermelho se aproximou perigosamente de Auschwitz, a SS evacuou o campo, levando consigo a mão-de-obra válida e deixando para o exército vermelho as crianças, velhos e doentes. Esta fotografia foi tirada pelo exército vermelho quando o campo foi libertado.

    Também não faz sentido acreditar que os nazis, que tinham um desprezo total pelos russos, que eram os que tinham pior tratamento nos campos de concentração e foram utilizados para os piores trabalhos e obrigados a trabalhar até morrerem de exaustão, mas nunca se deram ao trabalho de os exterminar, se deram ao trabalho de exterminar uma mão de obra de qualidade muito superior e com um um nível de instrução médio invejável, os judeus?

    Não faz sentido.

    Ah, pois, o anti-semitismo! Os nazis eram anti-semitas, sem dúvida. Consideravam os judeus sub-humanos. Mas também consideravam todos os eslavos sub-humanos e tinham como política de ocupação o despovoamento parcial dos territórios ocupados, que se tornariam apenas em fonte de alimentos e matérias primas para o terceiro Reich. A população local forneceria apenas o trabalho braçal não especializado, sob a direção dos seus amos, os alemães.

    Libertação de Buchenwald


    Assassinaram os homossexuais, os ciganos, os doentes mentais, até os inválidos de guerra (segundo se diz). Mas usaram toda a mão de obra disponível, até a dos russos e, naturalmente, dos judeus. Não há dúvida que atrocidades foram cometidas. Não há dúvida de que centenas de milhares de prisioneiros morreram, executados, por maus tratos, por doença, alguns de fome nos dias finais da guerra, quando se deu o colapso do sistema de transportes em toda a Alemanha, e os campos deixaram de receber comida.

    Os nazis já tinha feito o que queriam dos judeus: apoderaram-se da sua riqueza e expulsaram-nos, de uma maneira ou de outra, da Alemanha. Chegaram a propor aos ingleses, antes da guerra, apoio para deportarem os judeus para Madagascar, já que não os queriam na sua terra. Os ingleses recusaram. Estavam na defensiva, a grande ameaça do ponto de vista deles era a ocupação bolchevista da Europa.

    Exterminarem os judeus para quê?

    Reescrever a História.

    4 a 6 Milhões de Alemães morreram nos dois anos após o fim da guerra

    O cômputo geral de alemães mortos, entre prisioneiros de guerra e refugiados, às mãos dos americanos, ingleses, franceses e soviéticos, nos dois anos após o fim da guerra é estimado entre 4 a 6 milhões. Aposto que não encontra esta informação em nenhum documento sobre o Holocausto. No entanto, é verdadeira. Seriam os aliados assassinos implacáveis, jurados em exterminar os alemães? Seriam os campos de concentração aliados “gigantescas máquinas de morte”? Quando interrogado sobre como foi possível aos americanos terem deixado morrer um milhão de prisioneiros de guerra, o presidente Johnson desculpou-se na “impreparação do exército”, na “falta de meios para combater as doenças”, e “numa atitude negligente” dos seus oficiais.

    No mínimo, trata-se de negligência criminosa. Abriu-se algum inquérito para se apurarem responsabilidades? Claro que não! Os vencedores nunca são julgados.

    Campo de prisioneiros americano.


    A razão porque menciono este fato é para mostrar o que acontece quando não existe uma infraestrutura adequada para lidar com grandes massas de gente. A principal causa de morte desse milhão foi o tifo e subnutrição. Várias epidemias de tifo varriam a Europa, principalmente a Europa oriental, fruto de 4 anos de guerra. Os alemães tinham muito melhor experiência do que os aliados no combate ao tifo. Afinal, tinham tido de lidar com essa ameaça por vários anos.

    Definição de tifo do Dicionário da Porto Editora: 

    1.MEDICINA doença febril, grave, infecto-contagiosa, muitas vezes epidêmica, com apresentação de exantemas, lesões hemorrágicas, nevrites, etc., em que o piolho do corpo exerce o papel de transmissor, e que é também conhecida por tabardilho e tifo exantemático; 

    2.popular febre tifóide; tifo murino variedade de tifo transmitida ao homem pela pulga do rato;

    O tifo transmite-se pelos piolhos, pulgas ou outros parasitas. Num mundo onde não havia ainda antibióticos produzidos industrialmente (os únicos que tinham acesso a penicilina eram os militares americanos), a única maneira de combater o tifo era eliminando os agentes transmissores. 

    Deste modo, os alemães tinham muito cuidado em evitar a proliferação de pulgas e piolhos nos campos de concentração. O melhor inseticida que os alemães dispunham era o Zyklon-B. Tratava-se de ácido cianídrico, embebido num suporte neutro junto com uma substância que exalava um cheiro avisador. Quando em contacto com o ar, libertava continua e gradualmente gás cianeto. Depois de usado e liberto do ácido cianídrico, o material inerte podia ser devolvido à fábrica para ser reutilizado. O Zyklon-B foi posteriormente substituído nos anos 50 pelo DDT, antes deste ser abolido.

    Praticamente todos os campos de concentração tinham câmaras de gás para despiolhamento. Todas as roupas eram periodicamente gaseadas, tais como cobertores, toalhas, etc.

    As câmaras dos prisioneiros eram periodicamente evacuadas e fumigadas também.

    Uma câmara de despiolhamento típica para o uso de Zyklon-B, incluindo o sistema de recirculação/extração de ar.


    Os alemães construíram, também, enormes câmaras de gás para desinfetar vagões inteiros de mercadorias usando Zyklon-B. De fato, existiu uma enorme preocupação em evitar que o tifo se espalhasse da Europa oriental para a Europa ocidental. Como estas câmaras de gás se encontravam em zonas públicas, não surgiu qualquer acusação de que estas tivessem servido para assassinar pessoas.

    Câmara de gás para vagões

    Nova vista, mostrando o equipamento de difusão do gás.


    Nos campos de concentração, toda a população passava pelo mesmo tratamento ao chegar, para evitar a introdução de parasitas e doenças. Numa área isolada do resto do campo, passava por uma triagem, para isolar os doentes, era despida, rapada e lavada, recebendo no fim roupas limpas. Só após este processo os prisioneiros podiam entrar no campo e misturar-se com os outros internos.

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    Propaganda.

    Durante a Segunda Guerra Mundial, ambos os lados emitiram propaganda. Isso é normal, e de esperar. Também é de esperar que muita da propaganda seja ou exagerada ou falsa. Os Nazis disseram um tipo de mentiras, os Anglo-americanos disseram outro, e os Soviéticos outro. Quando a guerra acabou, naturalmente, a propaganda de guerra dos Nazis foi desmentida. Mas a propaganda do lado vencedor não o foi. Muito do que se disse foi desmentido, naturalmente. Afirmações primárias do tipo de que os comunistas comiam criancinhas ao pequeno almoço foram confirmadas como aquilo que sempre foram: uma mentira grosseira, só justificável por ser propaganda de guerra. Mas não foi o que se passou com o Holocausto.

    Histórias completamente inverosímeis, tais como a de que os nazis faziam sabonetes com a gordura dos corpos dos judeus para os oficiais das SS, por exemplo, ainda são defendidas por alguns (poucos, felizmente) como fatos históricos. Ou os candeeiros feitos de pele humana. Ou os cabelos das vítimas usados para fazer colchões para a mulheres alemãs. Esses tipos de mentiras são de esperar durante uma guerra, mas não é de esperar que se tornem a história oficial. A história oficial vem dos soviéticos, e tem início na altura em que o exército vermelho foi conquistando a Europa oriental, libertando Auschwitz e Treblinka entretanto. Os alemães teriam destruído todos os documentos antes de os soviéticos chegarem mas, de acordo com testemunhas, os soviéticos chegaram ao espantoso número de 6 milhões de judeus mortos, através de um programa de extermínio propositado, e só nas câmaras de gás de Auschwitz teriam sido assassinados 4.4 milhões.

    O Holocausto foi inicialmente apresentado ao mundo no Julgamento de Nuremberg. Quais foram os testemunhos apresentados sobre os métodos de execução neste julgamento? Sobre Auschwitz, foi dito que o método era “uma grande caldeira que deitava vapor nas câmaras, matando por asfixia”. Esta foi a versão oficial da acusação no julgamento de Nuremberg. Mais tarde, a versão apresentada pelo acusador soviético foi a de que “as câmaras eram cheias de água até à altura do pescoço, altura em que uma poderosa corrente eléctrica era aplicada no chão, matando todos os ocupantes”. Esta versão foi usada para as câmaras de Auschwitz e Treblinka.

    Como os campos de Treblinka, Belzec e Sobibor nunca tiveram despiolhamento, e portanto Zyklon-B, a versão dos “sobreviventes de Treblinka” no tribunal de Nuremberg foi de que “uma grande máquina era ligada que sugava o ar das câmaras”. Dada a impossibilidade física deste testemunho (o edifício implodiria), ele foi mais tarde substituído pela versão do escape de um motor diesel. Como os motores diesel fazem mais fumo que os motores a gasolina, assumiram que fazia mais mal que os motores a gasolina. De fato, os motores a gasolina produzem mais monóxido de carbono (o componente letal do escape) do que os motores diesel. O escape dos motores diesel também contém mais oxigênio que o dos motores a gasolina. Quais foram os motores diesel usados? Os motores de tanques soviéticos capturados!

    Os motores usados pelas câmaras de gás, o componente fundamental de todo o processo, eram motores soviéticos para os quais os alemães não dispunham de manuais de instruções, peças sobresselentes, etc? Quem é que eles querem convencer? Campos construídos exclusivamente para o assassínio, e os alemães não forneceram os motores? Patrick Buchannan, um jornalista de renome e assessor do presidente Reagan, considerou em 1986 o julgamento de Demjanjuk (o diretor de Treblinka) como “um novo Caso Dreifuss”. Em 1990 foi mais longe. Escreveu no Washington Post e no New York Times o seguinte: “A questão é: os motores diesel não produzem monóxido de carbono em quantidade suficiente para matar ninguém. A Agência de Controlo Ambiental nunca exige controles de emissão de motores diesel. Em 1998, 400 jovens, encurralados num túnel 120 metros abaixo do nível do solo, enquanto duas locomotivas diesel jorravam continuamente os seus escapes na carruagem, emergiram sãos e salvos passados 45 minutos. A máquina de assassínio em massa de Demjanjuk não era capaz de matar.”



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    A Lista de Shindler.

    Aquilo que Spielberg deixou por contar foi que o comandante Goeth foi preso pelas SS e acusado de “brutalidade para contra os detidos”. O fato de as SS, sob as ordens de Himmler, procuraram que os prisioneiros dos campos de concentração recebessem um tratamento decente, é completamente omitido pelos livros de história. Um dos oficiais chave do processo de garantir um tratamento decente aos prisioneiros foi o incorruptível juiz das SS Konrad Morgen:

    Casos individuais de brutalidade – tendo grandes repercussões – incluíam:

    – Emissão de uma licença para matar pelos comandantes aos seus subordinados, encoberta pela emissão de certidões de óbito forjadas.

    – Conduta arbitrária, atitudes escusas, castigos corporais injustos, atos de brutalidade e sadismo, liquidação de cúmplices já não necessários, roubo e especulação.

    Todos estes atos foram cometidos isoladamente quer por prisioneiros quer por elementos das SS, mas na sua maioria perpetrados por pessoal das SS em conluio com os Kapos (os guardas judeus dos campos de concentração). A intervenção da jurisprudência das SS começou com o começo da minha investigação em Julho de 1943 e terminou com o fim da guerra. Não começou antes por não termos ainda suspeitas de tais ocorrências. Foram presos os comandantes dos campos de Buchenwald, Lublin, Warschau, Herzogenbosch, Kraków-Płaszów (Goeth).

    Os comandantes de Buchenwald e Lublin foram fuzilados.

    Mais de 100 casos chegaram a um veredito. A pena máxima foi aplicada a membros de todas as patentes.

    O fim da guerra interrompeu o processo de Goeth, que não chegou a ser julgado.

    Estranha atitude de um corpo empenhado no estermínio dos judeus!

    Mais tarde, no julgamento do Goeth na Polônia, nenhuma das testemunhas relatou alguma vez que Goeth abatia prisioneiros aleatoriamente da sua varanda. Goeth convocou Helen Hirsch, a sua criada, como sua testemunha de defesa. A pequena judia que tratava do seu cavalo não foi abatida pelas costas como no filme, mas sobreviveu à guerra. Goeth era, de fato, um criminoso, e foi tratado como tal quer pelas SS quer pelo tribunal polaco, que o enforcou. Segundo o livro “A lista de Schindler”, a Comissão para a Investigação dos Crimes Nazis na Polônia estimava que 150.000 prisioneiros teriam passado pelo campo de Plaszow e que 80.000 teriam sido assassinados por execuções em massa ou epidemias. 

    O guia do museu do gheto de Cracóvia indica que a população do campo foi de 35.000 durante os 2 anos e meio da sua existência. Segundo o Supremo Tribunal Nacional da Polônia, e depois de ter entrevistado inúmeros sobreviventes, cerca de 8.000 prisioneiros morreram, a maioria executados. Era costume dos nazis levarem os condenados para o campo de concentração mais próximo para serem executados.

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    Afinal os documentos existiam.

    Em 1975 descobriu-se que afinal os documentos não tinham sido destruídos pelos nazis, mas sim apreendidos pelos soviéticos e mantidos secretos desde então. O estudo desses documentos permitiu chegar a um valor “corrigido” de cerca de um milhão de judeus mortos em Auschwitz, em vez da alegação inicial de 4,4 milhões. Esta correcção foi feita pelo próprio Museu de Auszhwitz. Em 1961, o historiador Raul Hilberg com alta reputação entre os defensores do holocausto, escreveu o livro de referência, “O extermínio dos judeus na Europa”, fruto de 40 anos de trabalho. No seu livro, os seguintes campos são apresentados como “campos de morte” e os números são os seguintes:

    Auschwitz 1.000.000
    Treblinka 750.000
    Belzec 550.000
    Sobibor 200.000
    Kulmhof 150.000
    Lublin 50.000
    Total 2.700.000

    Os outros campos eram de trabalhos forçados ou centros de redistribuição, não envolvidos no extermínio sistemático dos prisioneiros. Outros judeus teriam sido vítimas dos Einsatzgruppen, das execuções sumárias, das “marchas da morte”, etc. O cômputo geral dos judeus mortos é de 5.100.000Segundo o Comitê Judaico Americano, a população mundial judaica era de 15.688.259 em 1937. O New York Times de 22 de Fevereiro de 1948, publicou que a população mundial judaica era de15.600.000 a 18.600.000, excluindo os 600.000 a 700.000 que viviam na Palestina. Recapitulando: A população judaica era de 15.688.259 em 1937, perdeu 5.100.000 durante a guerra e, 3 anos depois, era de, no mínimo, 16.200.000?

    Segundo os registos alemães, talvez os mais fiáveis, a população judaica na Alemanha e nos territórios ocupados em Janeiro de 1942 era de 4.536.500 judeus. Depois da guerra, foram pedidas reparações de guerra contra a Alemanha por 4.384.138 judeus.

    Talvez seja esta a pista mais fiável quanto ao número de judeus mortos na guerra.

    Voltaremos a este assunto mais adiante.

    Auschwitz é o campo mais emblemático do Holocausto. Nele, teriam sido assassinados 4,4 milhões de judeus…. … 3 milhões…. ….. 2,2 milhões…. ….. 1 milhão de judeus. Estranho, mas foram os próprios defensores do holocausto e o próprio museu de Auschwitz que foram reduzindo a estimativa dos mortos em Auschwitz, à medida em que os dados disponíveis iam sendo estudados. Hoje, a estimativa oficial é de que morreram ao todo 1 milhão de judeus em Auschwitz. De fato, muita gente morreu em Auschwitz, e não só judeus. Estimar o total é uma tarefa quase impossível, mas só os judeus reivindicam que Auschwitz era um campo de concentração votado ao assassínio sistemático. A sua estimativa atual oficial é a de que ao todo morreram 1 milhão de judeus.

    Auschwitz começou por ser um campo para 150.000 prisioneiros. Mais tarde, foi expandido, com a construção de Auschwitz II – Birkenau. Na sua construção, a experiência extraída de Auschwitz I foi bem aproveitada. Aschwitz tinha recebido um sério aviso, na primavera de 1942, quando uma epidemia de tifo se espalhou pelo campo, e, de uma população de 150.000 prisioneiros, 50.000 morreram. Auschwitz não estava preparado para suportar 50.000 mortos. O meio mais seguro para tratar dos corpos era a cremação, mas Auschwitz não teve na altura capacidade para cremar os corpos dos que iam morrendo de tifo, que nos piores dias chegaram a atingir 500 por dia.

    Devido aos níveis friáticos, o enterramento dos mortos não era desejável, por causa da contaminação das águas, e só nessa ocasião Auschwitz teve de recorrer a valas comuns, mas preparou-se para aumentar a sua capacidade de cremação tendo em vista uma nova possível epidemia. Em 28 de Dezembro de 1942, Himmler, irritado com o sucedido, emitiu uma ordem aos comandantes de que “a taxa de mortalidade nos campos tem de ser reduzida a todo o custo”. Em 20 de janeiro de 1943, o inspetor-chefe dos campos, Richard Glucks, respondeu que “todos os meios serão usados para baixar a taxa de mortalidade”. De fato assim aconteceu. A taxa de mortalidade, de 8.5% em Julho de 1942, baixou para 2,8% em Junho de 1943.

    O tifo foi controlado, mas logo nova epidemia surgiu com a vinda de novos prisioneiros do leste. Com medidas draconianas, incluindo uma quarentena de 3 semanas e a desinfecção de todas as barracas, os alemães conseguiram evitar os índices de mortalidade da epidemia anterior. A Siemens tinha desenvolvido um dispositivo de alta frequência para desinfecção. Matava rapidamente não só os piolhos mas também os seus ovos e as bactérias do tifo e disenteria. Este sistema foi o precursor dos modernos fornos de micro-ondas. Auschwitz conseguiu prioridade sobre o exército para receber estes novos equipamentos. Em 17 de Abril de 1943, Hitler pediu ao almirante Horthy, regente da Hungria, para fornecer 100.000 judeus para serem usados num programa novo de construção de aviões. Em Maio de 1944, Hitler ordenou pessoalmente que 200.000 judeus fossem usados em obras de construção e outros importantes empreendimentos militares.

    Estranhas ordens, emitidas pelos dois homens mais poderosos do Reich, estivessem empenhados em exterminar os judeus!


    AvatarAnunnaki
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    Os judeus eram vitais para a indústria de guerra alemã. Se for hoje a Auschwitz e visitar o campo, não lhe será mostrada a piscina do campo, porque não fica bem “no ambiente”.

    Piscina para os prisioneiros de Auschwitz.

    Ser-lhe-á sim apresentada a câmara de gás e crematório de Auschwitz I. Estranhamente, este edifício encontra-se fora da cerca do campoTalvez não lhe seja dito que esta câmara é uma “reconstrução” de um abrigo antiaéreo, feita pelos polacos em 1948.

    Interior da “câmara de gás”.

    Porta da “câmara de gás”.

    Quando os soviéticos ocuparam Auschwitz, esta “câmara” era um abrigo antiaéreo. Se souber disso, verificará mais facilmente que no chão existem marcas claras de paredes divisórias que foram demolidas, assim como marcas de casas de banho removidas. Não verá quaisquer manchas azuis nas paredes da “câmara”. Verá também as aberturas no teto, adicionadas pelos polacos em 1948, por onde os “cristais” de Zyklon-B seriam despejados.

    E verá uma enorme chaminé que não está ligada a parte nenhuma.

    Aqui vemos o teto da “câmara de gás”, com as chaminés para extrair o gás mortal depois das execuções para o ar livre, ao lado do hospital!?

    Hoje todos admitem que a “câmara de gás” e crematório de Auschwitz I são “reconstruções” feitas em 1948 pelos polacos, alegadamente fiéis aos originais.

    Fornos do crematório I.

    Qualquer pessoa poderá ver, pelo tamanho dos tijolos, que estes fornos são pequenos, construídos para conter um corpo, talvez 2 ou 3 (bem apertados) num caso de emergência. O processo de cremação é lento, demora várias horas. Cada forno destes poderá, talvez, cremar 2-3 corpos por dia. A “câmara de gás” e o crematório deixaram de funcionar como tal quando Birkenau foi construído, e o edifício foi convertido, para o fim da guerra, num abrigo antiaéreo, daí a “reconstrução” do edifício para as suas “funções originais”. Se esquecermos o folclore, é óbvio que as “funções originais” eram a de cremar os mortos do campo, e que a área contígua, a “câmara de gás”, seria a morgue. A capacidade do crematório teria sido calculada para o índice de mortalidade considerado normal para um campo albergando uma população de 150.000 pessoas, mas mostrou-se nitidamente insuficiente quando as epidemias de tifo atacaram.

    Naturalmente, os alemães não seriam tão estúpidos ao ponto de, quando Birkenau foi construído para exterminar judeus, fazer fornos iguais a estes. Pois foi exatamente o que fizeram. Fornos destes não se constroem para assassínios em massa. E os alemães não eram parvos. Os alemães eram o povo mais tecnicamente evoluído da Europa, e aplicavam com êxito as técnicas de produção em série. Mostraram ser extremamente eficientes e grandes organizadores. Se quisessem cremar grandes quantidades de corpos, certamente teriam construído grandes fornos, capazes de albergar grande quantidade de corpos e de carvão, e gigantescas chaminés (como aparecem nos filmes de hollywood). Mas não, não o fizeram.

    Crematório de Auschwitz II – Birkenau

    Os fornos de Birkenau foram, naturalmente, em maior quantidade que os crematórios de Auschwitz I, que substituíram, considerando o enorme aumento da população com a construção do segundo campo. Lembre-se que os crematórios originais deixaram de funcionar. No entanto, continuam a ser fornos pequenos para um corpo só cada um. Verá também a “parede negra”, onde os prisioneiros eram executados. Também “reconstruída”, naturalmente.

    Provavelmente, não irá ver as verdadeiras câmaras de gás de Auschwitz I, as câmaras usadas para despiolhamento das roupas, lençóis, toalhas e colchões. Também estariam “fora de contexto”.

    Câmaras de despiolhamento usando Zyklon-B. Esta fotografia apareceu em muitos livros “sérios” como de câmaras para assassinar judeus.

    AvatarAnunnaki
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    Também é provável que tenha visto esta fotografia de uma câmara, mostrando as manchas azuis características do gás cianeto. Não será preciso dizer que é também a fotografia de uma câmara de despiolhamento.

    Para Auschwitz II – Birkenau, 4 crematórios foram construídos, com, naturalmente, casas mortuárias anexas, tal como no crematório inicial. Estas casas são, naturalmente, identificadas como câmaras de gás. Estranhamente, nunca uma pesquisa forense tinha sido feita às alegadas câmaras de gás de Auschwitz. Em 1988, Frank Lechter, um especialista americano em equipamento de execução, foi a Auschwitz, tirar amostras das câmaras em Auschwitz. O cianeto impregna-se nas paredes e não é solúvel em água, pelo que se mantém inalterado. Lechter tirou 40 amostras de todas as câmaras e levou-as para serem analizadas nos laboratórios dos Estados Unidos. Os laboratórios não encontraram resíduos de cianeto exceto numa das amostras, retirada de uma câmara que era sem qualquer dúvida uma câmara de despiolhamento.

    Lechter, que era um perito em câmaras de gás, explicou que a construção das câmaras de gás em Birkenau nem sequer era estanque. O seu uso como câmaras de gás constituiria uma ameaça letal para todos os que as rodeassem. Um historiador britânico, David Irving, anunciou em Março de 1991, que tinha obtido “por meios ilícitos” uma cópia do relatório forense laboratorial, pedido secretamente pelo novo diretor do museu de Auschwitz, Franciszek Piper, em Fevereiro de 1990.

    Esta investigação independente do governo polaco ainda não foi divulgada pelo museu de Auschwitz, apesar de ser datada de 24 de Setembro de 1990, mostra que, enquanto existem concentrações substanciais (entre 9 e 147 microgramas) de cianeto em 10 amostras retiradas das câmaras de desinfecção, não existe qualquer vestígio de cianeto nas 10 amostras retiradas das câmaras que têm sido consideradas num número incontável de processos de crimes de guerra como câmaras de extermínio, exceto por um traço minúsculo na amostra de uma das colunas de uma das câmaras, consistente com uma operação de desinfecção de rotina. Testes forenses em amostras de cabelo humano também deram resultados negativos.

    Raul Hilbert também testemunhou num tribunal canadiano que “nenhum relatório científico prova que judeus tenham sido exterminados nas câmaras de Auschwitz”. Acrescentou também que “… nenhum documento de guerra alemão contém qualquer menção ao assassínio de judeus ….” e “… não existe qualquer relatório de autópsia indicando uma morte por exposição ao gás cianeto nas câmaras”.

    Afinal, quantos morreram em Auschwitz?

    O número estimado de mortes em Auschwitz sofreu uma redução incrível, desde o primeiro valor apresentado. Os números referem-se a total de mortes de judeus e não judeus.


    Mortos | Fonte

    9.000.000 | O documentário francês “Noite e nevoeiro”


    8.000.000 | Documento do Gabinete Francês de Pesquisa de Crimes de Guerra, Doc. 31, 1945


    6.000.000 | Tirado do livro “Médico em Auschwitz” de Miklos Nyiszli. Apesar de se ter provado que o livro é uma fraude e o autôr nunca esteve em Auschwitz, este livro ainda é citado por muitos historiadores.

    5.000.000 a 5.500.000 | Citado em 1945 no julgamento do comandante Rudolf Hoess, baseado numa “confissão” escrita em inglês, uma língua que ele nunca falou.

    5.000.000 | Citado em 20 de Abril de 1978 no Le Monde e em 23 de Janeiro de 1995 no Die Welt. Em 1 de Setembro de 1989, p Le Monde reduziu o número para 1.433.000


    4.500.000 | Número citado por outra testemunha no julgamento de Rudolf Hoess em 1945.


    4.000.000 | Citado por um documento soviético de 6 de Maio de 1945, e usado oficialmente no Julgamento de Nuremberg.


    3.500.000 | Citado no Dicionário de Língua Francesa de 1991


    3.000.000 | Citado na “confissão” de Rudolf Hoess (a)


    2500.000 | Citado por não menos de três famosos historiadores do Holocausto, Leon Poliakov (1951) em “ Harvest of Hate ”; Georges Wellers, (1973) em “ The Yellow Star at the Time of Vichy ”; e Lucy Dawidowicz, (1975) em “ The War Against the Jews”


    2.000.000 a 4.000.000 | Citado pelo historiador israelita Yehuda Bauer no seu livro de 1982 “A História do Holocausto”. Bauer viria a corrigir este valor am 1989 para 1.600.000.


    1.600.000 | Valor corrigido de Bauer em 1989


    1.500.000 | Número oficial do Museu de Auschwitz, e anunciado por Lech Walessa em 1995. Este número foi inscrito no monumento de Auschwitz, substituindo o anterior de 4.000.000.


    1.471.595 | Valor citado pelo historiador Georges Wellers em 1983. Destes, 1.352.980 seriam judeus.


    1.433.000 | Citado em 1 de Setembro de 1989 por Le Monde


    1.250.000 | Por Raul Hilberg em 1985, no seu livro “A destruição dos judeus europeus”. Deste valor, cerca de 1.000.000 seriam judeus.


    1.100.000 | Valor citado quer pelo director do museu de Auschwitz, Dr. Franciszek Piper quer pelos historiadores Yisrael Gutman e Michael Berenbaum, no seu livro de 1984 “Anatomia do Campo de Estermínio de Auschwitz”


    1.000.000 | No livro de Jean-Claude Pressac, de 1989, “Auschwitz: Técnica e operação das câmaras de gás”


    900.000 | Citado em 3 de Agosto de 1990, no jornal judeu de Nova Iorque “Aufbau”



    800.000 a 900.000 | Citado em 1953 no livro “A solução final” de Gerald Reitlinger


    775.000 a 800.000 | Valor revisto de Jean-Claude Pressac, no seu livro de 1993 “Os crematórios de Auschwitz: a maquinaria de assassinio em massa”. Destes, 630.000 seriam judeus


    630.000 a 710.000 | Valor citado na edição de 1994 do mesmo livro de Pressac.


    73.137 | Este valor foi publicado no New York Times em 3 de Março de 1991, e foi baseado exclusivamente na documentação completa alemã, julgada perdida mas que tinha sido capturada pelos soviéticos e acabada de revelar. Segundo esses documentos, 38.031 dos mortos eram judeus.

    (a) Hoess viria a dizer, antes de ser executado, que “riria até no túmulo ao se saber que foi responsável pela morte de 3.000.000 de judeus”. Este à parte sarcástico foi interpretado como “mais uma prova do caráter satânico do monstro nazi”. A recuperação de todos os documentos alemães da Europa do leste, julgados perdidos, extremamente pormenorizados (os alemães são conhecidos pela sua mania pela burocracia), indica que o valor total de mortos em todos os campos de concentração alemães desde 1935 até 1945 foi de403.713. De todas as raças ou credos, e por todas as causas: velhice, doença, acidente, execução. Durante mais de 20 anos depois da guerra, ninguém tinha ouvido falar de Treblinka, Sobibor e Belzec. O problema é que, durante esses 20 anos, a verdadeira história dos campos de concentração tinha sido investigada, e foi reconhecido por todos os historiadores que campos, antes considerados campos de extermínio, não o eram.

    Assim, passou a ser ponto assente que Dachau e Buchenwald eram campos de trabalho, não de estermínio. Bergen-Belsen, o mais sinistro de todos, era um campo de retenção para troca de prisioneiros, e mais tarde passou a ser um campo que acolhia os doentes e os incapazes de trabalhar. (não eram simplesmente mortos?) O número oficial de judeus mortos estava a descer perigosamente. Em 1961, Raul Hilberg publica o seu livro de 1.273 páginas “A destruição dos judeus na Europa”. Este livro veio a levantar muita polêmica, considerado mais tarde como o perfeito exemplo de um livro de história escrito em torno de um pressuposto inicial e cujo único objetivo é confirmar esse pressuposto. Neste livro são introduzidos 3 campos, antes desconhecidos, destinados exclusivamente à matança dos judeus: Treblinka, Sobibor, Belzec.

    Já mostramos anteriormente os cálculos incluídos nesse livro. Note-se que estes três campos pertenciam ao circuito não dos campos de concentração mas dos campos penais, para onde eram mandados os criminosos, polacos ou judeus. Treblinka I, a 2 km de Treblinka II, era um desses campos, onde os prisioneiros trabalhavam numa pedreira. Estes três campos foram referenciados como campos dedicados ao extermínio, sem qualquer outra utilidade. Não tinham população residente, apenas a guarnição alemã e um grupo de prisioneiros que executavam todo o trabalho relativo aos assassínios e enterramento.

    Estes três campos tiveram o mesmo fim: uma revolta dos trabalhadores judeus, após a qual os campos teriam sido abandonados pelos alemães (?) Um punhado de judeus revoltam-se e fogem e os alemães encerram o campoOs três campos funcionavam da mesma maneira e eram muito semelhantes: os judeus eram descarregados dos comboios e imediatamente assassinados e enterrados. Como estes campos não tinham população residente, não havia câmaras de despiolhamento nem Zyklon-B. O método de assassínio era, portanto, diferente. As primeiras histórias eram ridículas e contraditórias. Parece que as testemunhas não tinham sequer acertado numa história comum para apresentar ao público.

    Algumas, podemos atribuí-las a simples ignorância, mas outras não. A primeira versão foi de que os alemães tinham uma máquina que sugava o ar das câmaras e matava por asfixia. No caso de Treblinka, a versão da execução por eletrocussão também surgiu, para ser abandonada quando provou não ser credível. A versão passou a ser então a de câmaras de gás alimentadas pelo escape de um motor diesel “de um tanque soviético capturado”. Um milhão e meio de judeus terão sido assassinados nestes três campos, dos quais metade em Treblinka. Vamos analisar o caso de Treblinka, que será representativo para os outros dois campos, Belzec e Sobibor.

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    Para entendermos como estes campos eram, temos o seguinte mapa:

    Podemos ver que o campo é pequeno (300 m x 200 m na sua parte mais larga). Podemos ver pela fotografia aérea que o campo não está rodeado por nenhum dispositivo quer de defesa quer para ocultar a sua atividade. De fato, Treblinka II tinha uma guarnição muito ligeira e as quintas polacas confinavam com ele. Que evidência temos que Treblinka era um campo de morte? O testemunho de 6 judeus. Pelo seu testemunho, o seguinte esquema (não muito correto, comparando com a fotografia aérea) foi traçado:

    Para ter uma ideia dos tamanhos, as duas valas comuns maiores (rectângulos 34) teriam 50 x 25 x 10 m.

    Um dos aspectos estranhos deste mapa é que o poço de água potável estava na área de extermínio, mesmo no meio das valas comuns! 

    Os testemunhos.

    Os testemunhos concordam no seguinte processo:

    Os judeus eram descarregados e levados para duas cabanas (“deportation square ” no esquema), a da esquerda para as mulheres e crianças e a da direita para os homens. Depois de lhes terem sido retirados todos os objetos de valor, eram despidos, davam-lhes uma toalha e sabão, e eram conduzidos por um caminho (The tube”) para a câmara de gás. Eram gaseados, e depois de mortos eram levados para as valas comuns.

    Abraham Bomba – um barbeiro requisitado pelos alemães para cortar o cabelo das vítimas em Treblinka II. Seu relato é tudo menos credível:

    “A câmara tinha dimensões de 4 x 4 m. Nela estavam 16 barbeiros, cada um com um banquinho para a vítima se sentar, 2 ou 3 guardas. Cerca de 150 pessoas entravam nessa câmara. Os 16 barbeiros cortavam o cabelo das mulheres em 2-3 minutos, e depois saíam da câmara. A porta era fechada, e a máquina que “sugava o ar” entrava em funcionamento. Os prisioneiros morriam em cerca de 3 minutos. Então, as grandes portas exteriores das câmaras abriam-se e todos os corpos eram retirados em 1-2 minutos. Os corpos eram então arrastados até à vala comum para onde eram atirados. Outros judeus, dentro da vala, arrumavam os corpos para ocuparem pouco espaço enquanto outros lhes deitavam uma camada de areia por cima.”

    Bomba disse que, mais tarde, passaram a cortar o cabelo na barraca das mulheres em vez de dentro da câmara de gás. Com o tempo, Bomba deixou de mencionar a máquina que sugava o ar, mas manteve o resto da história. Recapitulando: Treblinka era um campo de morte puro, não tinha população residente exceto o pessoal e a guarnição. Todos os judeus eram mortos. Para que lhes cortavam o cabelo? Tipicamente, um caso de raciocínio análogo. Como os alemães cortavam o cabelo nos outros campos (e ele desvia desconhecer porquê), então naquele também o fariam. Uma câmara de 4 x 4 m (16 m2), com 16 barbeiros e os seus bancos, 2 ou 3 guardas e 150 prisioneiros? O desgraçado nem deve saber o que um metro é. Mais de 10 pessoas por m2 numa sala onde os barbeiros estavam a trabalhar? Os prisioneiros morriam em 3 minutos… a câmara esvaziada em 2 minutos … os corpos arrastados à mão para as valas comuns … pura fantasia ignorante. No entanto, Abraham Bomba continua a ser considerado como uma das testemunhas credíveis pelos historiadores do holocausto.

    Yankel Wiernik – Escreveu um livro: “Um ano em Treblinka”. Esse livro é hoje considerado uma fraude. Pode vê-lo aqui

    Foi uma das testemunhas ouvidas no Julgamento de Nuremberg. As suas maquetes são a “versão oficial” de Treblinka

    Maquete feita por wiernik das câmaras de gás de Treblinka.

    Era carpinteiro, e um dos trabalhadores que tratavam dos corpos depois de gaseados. O livro contém pérolas como “… começou o trabalho de cremar os mortos. Descobrimos que os corpos das mulheres queimavam mais facilmente que os corpos dos homens. Assim, os corpos das mulheres eram usados para avivar o fogo… ”. Em nenhuma parte do livro ele menciona madeira para queimar os corpos. Os corpos ardiam por si só. Este diz que as câmaras eram de 5 x 5 m, e cheias com 450 a 500 pessoas…

    20 pessoas por m2

    e que os prisioneiros eram gaseados com o escape do motor de um tanque soviético capturado, e que morriam em 25 minutos.

    “… a nossa tarefa era levar os corpos para as valas …. 10.000 a 12.000 pessoas eram gaseadas por dia … pusemos uns carris e levávamos os corpos para as valas numa plataforma rolante ….”

    Será que ele tem noção que 12.000 pessoas pesam 720 toneladas? Por dia? Empurradas à mão? Fechou o livro com chave de ouro: “Acredite ou não, a bala não me feriu. Atravessou a roupa e bateu-me no ombro, deixando uma marca. Estava só. Finalmente, podia descansar.”

    História oficial de Treblinka: Em Março de 194, havia cerca de 700.000 corpos enterrados nas valas comuns. Himmler deu ordem para que todos os corpos fossem desenterrados e cremados.

    700.000 corpos ocupam muito espaço.

    A vala comum em Katyn, contendo 4.100 corpos, media 96 x 6 m.

    A vala comum de Hamburgo, para as 40.000 vítimas dos bombardeamentos incendiários aliados, media 520 x 16 m.

    Calculando a área total das valas de Treblinka como de 4 vezes 50 x 25 m (as duas valas maiores), temos uma vala de 200 x 25 m. Para 700.000 corpos. Nenhum testemunho é credível. O próprio conceito das câmaras de gás está completamente errado. Qualquer arquitecto ou engenheiro o teria desenhado de maneira mais lógica e funcional. 10 câmaras de 5 x 5 m? Um corredor central? E estreito? 10 portas dando para o mesmo corredor onde duas pessoas passavam apertadas uma pela outra, onde os guardas (e barbeiros) estavam durante os gaseamentos? Uma escada à entrada, com uma porta normal pequena? Não é com certeza um projeto alemão. Nem o motor diesel para produzir CO poderia ser um projeto alemão. Existem maneiras mais simples de produzir CO e em muito maior quantidade do que com um motor diesel.

    Durante a Guerra, a tecnologia do gasogênio estava muito vulgarizada. O CO era usado como um gás combustível para fazer andar os motores a gasolina. Muitos automóveis e tratores foram convertidos para gasogênioQualquer mecânico de então seria capaz de construir um gerador de CO capaz de produzir muito mais deste gás mortífero do que um motor diesel, e usando carvão vegetal como combustível, numa altura em que o abastecimento de combustíveis estava altamente racionado. Assim, um gerador de CO, ligado a um sistema de ventilação com um ventilador independente seria a escolha mais lógica, barata e fiável. Um gerador de CO é fácil e barato de fazer. A única razão porque não os vê por aí hoje é porque não existe uma grande procura de câmaras de gás para matar judeus.

    As fotografias na parede são das maquetes de Wiernik, não são fotografias reais. Constaram em todos os julgamentos de nazis ligados a Treblinka

    Quando os soviéticos chegaram a Treblinka, não viram câmara de gás nenhuma, e encontraram uma vala comum contendo 305 corpos, o que contradiz a história de que todos os mortos tinham sido desenterrados e queimados (usando os corpos da mulheres para atear os fogos) Mais uma vez estranhamente, nenhuma investigação séria foi feita no campo de treblinka.

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    Finalmente, uma equipa australiana de geólogos resolveu ir investigar Treblinka, em 1999. Eis o resultado:

    Nada. Nada de nada. Desde a ascensão dos nazis ao poder na Alemanha, a política em relação aos Judeus foi sempre a mesma: expulsar os judeus da Alemanha. O Ministério dos Negócios Estrangeiros emitiu um documento em Janeiro de 1939 sobre a solução do problema judaico que dizia: “A política definitiva relativamente aos judeus é a emigração de todos os Judeus que vivem no território do antigo Reich”. Por estas razões o oficial das SS Reinhard Heydrich organizou o Comité Central para a Emigração Judaica em 11 de Fevereiro de 1939. Depois do começo da guerra, isso deixou de ser possível. Então Hitler ordenou o internamento dos Judeus como elementos hostis e deportou-os para o leste. Em 27 de Janeiro de 1942, Hitler disse: “Os Judeus devem deixar a Europa. O melhor é que vão para a Rússia”. Walter Sanning, o autor de “A Dissolução do Judaísmo Europeu”, afirma que não menos de 2.200.000 de Judeus tinham emigrado da Europa deixando 2.847.000 Judeus lá residindo, no auge da ocupação germânica em Junho de 1941. Então, donde vem o número Seis Milhões?

    O Começo.

    O Judeu Ben Hecht, no seu livro “Perfídia”, menciona Max Nordau no Congreso Mundial Sionista de 1911: “Os mesmos governos de direito preparam a completa aniquilação de seis milhões de pessoas.”

    Do The American Hebrew de Martin H. Glynn, Ex-Governador de Nova York:

    A Crucificação dos Judeus Tem de Parar!

    Do outro lado do oceano, seis milhões de homens e mulheres pedem-nos ajuda, e oitocentas mil crianças choram por pão. Face à morte, nos limites da inanição, não há lugar para distinções mentais de credo, não há lugar para diferenças de raça. Nesta catástrofe, quando seis milhões de pessoas estão a ser levadas para o túmulo por um destino cruel, só os sentimentos mais idealistas da natureza humana deverão guiar o coração e mover a cabeça. Seis milhões de homens e mulheres estão a morrer por falta das necessidades mais básicas; oitocentas mil crianças choram por pão. Este destino é lhes reservado não por qualquer falta, não por qualquer transgressão das leis de Deus ou do homem, mas pela terrível tirania da guerra e pela luxúria por sangue judeu.

    “Neste holocausto de vidas humanas, esquecidas estão as gentilezas do destino filosófico, esquecidas estão as diferenças de interpretação histórica.

    Desde 1911, repetido vezes sem conta, o número seis milhões.

    Vamos voltar mais:

    É essencial que o sofrimento dos judeus… se torne pior. Isso irá ao encontro dos nossos planos… tenho uma excelente ideia … vamos induzir os anti-semitas a destruir a riqueza dos judeus … os anti-semitas irão ajudar-nos, uma vez que irão aumentar a perseguição e opressão dos judeus. Os anti-semitas serão os nossos melhores amigos

    Palavras de Hitler? Não. De Himmler? Também não. Este extrato é do diário de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista, em 1897.

    “Portanto, o anti-semitismo, muito enraizado no subconsciente das massas, não prejudicará os judeus. Considero-o como vantajoso na construção do caráter dos judeus, ensinada pelas massas e que levará à assimilação. Esta educação só poderá ocorrer por meio do sofrimento, e os judeus adaptar-se-ão.

    Chaim Weizman, que seria mais tarde o primeiro presidente de Israel, afirmou já em 1920, isto é, quatro anos antes de Hitler ter escrito o Mein Kampf:

    Nós Judeus somos estrangeiros… um povo estrangeiro no meio de vós e … queremos continuar assim. Um judeu nunca poderá ser um alemão leal; qualquer um que chame à terra estrangeira a sua pátria é um traidor de Israel“.

    Se Roosevelt depois de Pearl Harbour foi capaz de encerrar em campos de concentração todos os 120.000 cidadãos americanos de ascendência nipônica que moravam no litoral ocidental, será tão descabido ter Hitler mandado encerrar os Judeus em guetos? Isto cheira-me a uma campanha de propaganda. Já antes da guerra a “ameaça pairava sobre seis milhões de judeus”. Assim quando a guerra acabou, foi mais fácil reintroduzir o número. Sabemos, entretanto, que os sionistas financiaram a revolução russa. Constatamos que um regime anti-semita era “o melhor aliado” do sionismo. Durante a Segunda Guerra Mundial, a organização Lehi, dirigida por Yitzchak Shamir, tentou uma aliança com os nazis. Segue-se um extrato dos escritos desta organização no seu contato com os nazis:

    A instauração do estado histórico dos Judeus sob moldes nacionalistas e militaristas e comprometido num tratado com o Reich Alemão iria ao encontro do fortalecimento do poder alemão no médio oriente… o NMO na Palestina oferece-se para tomar uma parte ativa na guerra do lado alemão… a cooperação do movimento para a libertação de Israel também seria coerente com um dos discursos do Chanceler do Reich Alemão, no qual Hitler insistiu que que qualquer combinação e qualquer aliança seria aceita para isolar a Inglaterra e derrotá-la“.

    No julgamento de Nuremberg, a acusação de genocídio parte dos acusadores russos judeus. História inverosímil atrás de história inverosímil, até chegarem à versão Zyklon-B. Talvez desconhecessem que a Alemanha tinha gás Sarin, por exemplo. O Zyklon-B era um dos gases mais ineficientes para matar pessoas. O engenheiro austríaco Walter Luftl publicou um relatório, em Março de 1992, no qual conclui que “Zyklon-B é completamente inadequado para o papel de execução em massa” Antes de Nuremberg, nenhum documento credível sobre o assassínio sistemático de Judeus existia. Nem a execução de judeus ou a existência de qualquer câmara de gás é mencionada em qualquer carta, memorando, nota ou memórias de Roosevelt, Truman, Eisenhower ou Churchill. De fato, o historiador David Irving escreve:

    “Num momento tão adiantado como Agosto de 1943, o chefe do PWE enviou ao gabinete de Churchill um memorando secreto onde dizia que não havia a mínima evidência da existência de tais dispositivos (câmaras de gás) e acrescentou um aviso de que histórias de fontes judaicas eram especialmente suspeitas

    Os Sionistas de fato, durante a guerra, operaram cadeias de emigração de judeus para Israel e apenas para Israel. De resto, nada fizeram para ajudar os judeus na Alemanha, apenas lhes propuseram a hipótese da emigração (o que ia ao encontro do desejo de Hitler). E fizeram todos os esforços para divulgar a noção de que os judeus estavam a ser exterminados, tanto aos Judeus como aos governos aliados. Segundo David Ben-Gurion:

    “Se soubesse que seria possível salvar todas as crianças na Alemanha levando-as para Inglaterra, e só metade delas levando-as para Eretz Israel, escolheria a segunda opção. Porque temos de levar em conta não só as vidas dessas crianças mas também a história do povo de Israel.” Isto explica muito. Explica duas coisas:

    Primeiro, era importante convencer os judeus de que tinham de emigrar.

    Segundo, era importante convencer o mundo do direito dos judeus em ocupar a palestina. Para isso, era preciso convencer o mundo de que os judeus já não podiam voltar à Europa, porque nunca conseguiriam refazer as suas vidas numa Europa despovoada de judeus.

    Terceiro, que os Sionistas nunca tiveram realmente interessados em proteger o povo judeu, mas simplesmente em usá-lo para construir o estado de Israel. E usou de todos os meios de propaganda para levarem a água ao seu moinho.

    Não temos que culpar os judeus por este embuste. É perfeitamente possível que muitos acreditassem que algo de sinistro se passava. Os alemães também nada faziam para ganhar as suas boas graças. Prisioneiros em Auschwitz assistiram de fato a valas comuns serem abertas e a corpos serem cremados, e é perfeitamente possível que os guardas lhes tenham dito que esse seria o seu destino se não se portassem bem. E existem muitos relatos de que os sionistas tinham criado uma rede clandestina para espalhar a notícia de que os alemães estavam a assassinar os judeus. Era costume os alemães levarem os criminosos para serem executados nos campos de concentração. Não tenho qualquer dúvida sobre os prisioneiros de Auschwitz terem assistido a execuções, quer de criminosos quer de prisioneiros do campo. É até possível que os alemães tenham gaseado os mortos de tifo para matar os piolhos que pudessem carregar, principalmente quando não os pudessem cremar logo de seguida.

    Sabemos também que nos últimos meses da guerra aconteceu o colapso dos meios de comunicação na Alemanha, e a maioria dos campos de concentração deixou de receber suprimentos médicos e mesmo comida. Não tenho dúvida de que os alemães tenham cometido muitas atrocidades. Mas porque raio é que só aos judeus é que teriam decidido realizar uma politica de extermínio? Com o fim da guerra, os sionistas conseguiram o que queriam: o reconhecimento do estado de Israel, exigiram compensações gigantescas pelos seus seis milhões de mortos, e obtiveram-nas. Exigiram também a devolução de toda a propriedade que tinha sido confiscada aos judeus. Mas não surgiu um único pedido de expatriação dos restos mortais dos judeus mortos. Nem sequer um pedido para a exumação dos cadáveres para receberem um funeral condigno. Com o Holocausto, os sionistas conseguiram chantagear o mundo todo. E continuam a fazê-lo ainda hoje.

    Os alemães são notórios por manterem documentos de tudo, e não os tentaram destruir no fim da guerra. Só na parte de ocupação americana, foram confiscadas 1.100 toneladas de documentos. Todos os assuntos mostraram estar perfeitamente documentados, inclusive certos crimes cometidos pelos nazis. Quando a guerra acabou, e perguntaram a Doenitz, então o chefe máximo do Reich, o que fazer dos documentos, a resposta foi “Não destruam nada. Não temos nada a esconder.” A Cruz Vermelha, depois da guerra, publicou um relatório gigantesco de 1.600 páginas sobre os campos de concentração alemães, onde se lê: “Nos últimos meses da guerra, os campos não receberam qualquer comida e a fome causou um número crescente de vítimas… O general Kaltenbrunner… permitiu que a Cruz Vermelha distribuísse rações e foi autorizado a um delegado para ficar como observador em cada um dos campos”

    A recuperação completa da documentação permitiu fazer um relato extremamente detalhado de todos os episódios da guerra e nos mais diversos teatros de operações. Com a recuperação de todos os documentos alemães da frente leste julgados perdidos, uma nova luz surgiu sobre o que se passou realmente. O historiador britânico, Colin Cross, escreve na sua biografia de Hitler, na página 313: “Não existe portanto qualquer coisa como uma ordem escrita assinada por Hitler para o extermínio dos Judeus na Europa.” Vários historiadores desconfiaram da versão oficial do Holocausto. Os sionistas já eram suficientemente fortes para formarem grupos de pressão eficazes e conseguiram levar vários países a ilegalizar qualquer investigação do Holocausto que contradissesse a versão oficial. Nunca tínhamos assistido, num país democrático ocidental, ser ilegal investigar a História.

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    O historiador britânico David Irving encontra-se hoje preso numa prisão austríaca porque publicou os seus estudos sobre as descobertas que tinha feito sobre o Holocausto e que contradiziam a versão oficial.

    Triste mundo em que vivemos!

    Mas houve Holocausto?

    Claro que houve Holocausto! Houve muitos Holocaustos! Uma guerra é sempre um Holocausto e a Segunda Guerra Mundial foi a mais mortífera de todas. Mortes relacionadas diretamente com a guerra: 70 milhões. Mais mortes ou vidas indiretamente mas irrevogavelmente destruídas pela guerra: 200 milhões. Vários povos sofreram terrivelmente com a guerra. O povo que sofreu mais foi o chinês. Mas fala-se no holocausto dos chineses? Sujeitos a genocídio, sujeitos a guerra bacteriológica e a todos os tipos de perseguição possível. Mas houve um Julgamento de Nuremberg para os criminosos de guerra japoneses?

    Houve o Holocausto da população russa, ucraniana e polaca, sujeita a uma política de “despovoamento” do Reich de Hitler. Houve o Holocausto dos comunistas, socialistas, sociais-democratas, pacifistas, ciganos … por toda a Europa ocupada. Houve o Holocausto dos civis alemães, cerca de 10 milhões. Só em Hamburgo e Bremen foram mortos por duas campanhas de terror aéreo mais civis do que os que morreram em Hiroshima e Nagazaki, numa operação assassina eufemisticamente chamada de “deslocação de mão-de-obra” pela Royal Air Force. Este documento não pretende acusar os Judeus, mas, francamente, uma guerra é uma tragédia para todos e, ao que parece, quem se saiu melhor até foram os judeus. Segundo as estimativas que parecem corretas, menos de um milhão de judeus morreram de uma população europeia de 11.000.000 (contando com os 5 milhões de judeus russos).

    Os Judeus são tão vítimas como nós deste embuste. Enfrentam em Israel um estado despótico e militarista, e, como muitos, sofrem pela política belicista dos seus governos. Os Judeus tradicionalistas que tentam desmascarar o poder sionista em Israel são perseguidos e silenciados. Graças ao embuste do Holocausto, os sionistas recuperaram o controle total da banca internacional, dominam alguns governos, têm uma influência notória na política externa de vários países, começando pelos Estados Unidos, e passaram a atacar diretamente a liberdade de expressão a nível mundial. E mais de 3.800.000 de judeus continuam a receber reformas de guerra da Alemanha. E todo o povo de Israel é refém de um jogo de xadrez internacional do qual ninguém sairá vencedor.

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    Aquecimento Global.

    Aproveito o momento dos “concertos para salvar o mundo do aquecimento global” para lançar este artigo. Todos nós sabemos o que é o Aquecimento Global. Não há qualquer dúvida de que o clima está a aquecer, com consequências que se podem tornar catastróficas para algumas comunidades. Parece que o homem está finalmente, depois de destruir muitos ecossistemas, afetar diretamente o clima, a começar a pagar a sua irresponsabilidade. Certo? Errado! Tenho boa memória, e li muitos livros. Nos anos 40 do século XX, houve um arrefecimento global do clima. O inverno de 1942, por exemplo, foi o mais frio registado no século, e a temperatura global continuou a cair pelos 30 anos mais próximos, até por volta de 1975, coincidindo com o período de industrialização mais desenfreado do após-guerra. Este fenômeno preocupou o público. Estaria a terra a aproximar-se de uma nova Idade do Gelo? Li alguns livros de cientistas, escritos nos anos 60-70, defendendo a teoria de que a poluição e a emissão de CO2 para a atmosfera estava a provocar um arrefecimento global e a vinda a curto prazo de uma nova idade do gelo. 

    Esta teoria foi paulatinamente esquecida, porque o clima começou a aquecer, e manteve-se razoavelmente estável nos anos 70 e 80. Mas continuou lentamente a aquecer, e na última década acelerou o aquecimento. Então, começamos a ver artigos de cientistas de que o homem, destruindo ecossistemas e aumentando a emissão de CO2 para a atmosfera, está a provocar o aquecimento global do clima. Não deixa de ser estranho que, no prazo de cerca de 40 anos, os mesmos fenômenos sejam identificados primeiro como provocadores do arrefecimento global, e agora provocadores do aquecimento global.

    Estará então o clima em constante mutação?

    Na realidade, sim. De acordo com todas as informações que possuímos, o clima nunca foi estável, e quer aqueceu quer arrefeceu, e em intervalos historicamente muito curtos. Outras alterações mais drásticas ocorrem periodicamente também em intervalos muito maiores, como as idades do gelo. E a ciência tem inúmeras provas de que o clima da Terra está em constante mutação. A história recente mostra-nos muitos exemplos. Por exemplo, o reinado de Luís XIV correspondeu a um período de aquecimento global e de clima anormalmente quente. Luís XVI teve menos sorte, o seu reinado foi marcado por um clima anormalmente frio, ao ponto de o rio Sena gelar em Paris e o vinho ser vendido à machadada. A agricultura falhou, criando uma falta generalizada de pão, que adicionada à especulação desenfreada dos especuladores nos preços do pão, contribuiu para a Revolução Francesa.

    Temos também registros de momentos relativamente recentes em que o clima esteve mais quente do que se encontra agora. Tal aconteceu nos séculos XII e XIII, o que coincidiu com os momentos altos da Idade Média e das suas grandes realizações. As calotas polares não desaparecerem, tal como os ursos polares, nem houve aumento catastrófico do nível dos oceanos.

    Mas então, o que provoca estas alterações climáticas?

    Aplicando uma simples relação causa-efeito e o simples bom senso, o primeiro fator que devemos ter em conta é a única fonte de calor do Sistema Solar e da Terra: o Sol. Encontramos uma correlação direta. O Sol, como qualquer outra estrela, não irradia uma quantidade constante de energia. Na realidade, a quantidade de radiação vai variando, aumenta e diminui periodicamente, num ciclo que demora vários anos. As pulsações podem variar de intensidade e ser mais suaves ou extremas.

    Outro fator que pode também alterar a quantidade de calor recebida pela Terra é a existência de poeira interestelar, tornando o “vácuo” menos transparente. Assim, a quantidade de radiação solar que atinge a Terra diminui. O Sistema Solar, há medida em que a nossa galáxia vai rodando, atravessa núvens de poeira interestelar periodicamente. De fato, as principais idades do gelo que acontecem periodicamente coincidem com a passagem do sistema solar por estas nuvens. Procuramos então saber o atual estado do Sol. Segundo as publicações científicas, encontramos a informação de que a radiação que o Sol irradia se encontra num máximo nunca antes registado desde que se começou a medir a radiação solar, e parece continuar a aumentar de intensidade pelos próximos anos.

    De fato, o planeta menos afetado por este aumento sem precedentes da radiação solar é a Terra, graças à tendência estabilizante da vida e do ecossistemaA NASA tem registrado nos outros planetas alterações bem mais importantes do que na Terra. As calotas polares de Marte têm vindo a diminuir a um ritmo bem mais acelerado do que na Terra. Os satélites de Júpiter e Saturno, que na sua maioria não passam de gigantescas bolas de neve, o degelo tem sido constante gerando grandes “mares”.

    E o CO2?

    O CO2 é um gás fundamental para a existência de vida na Terra. De fato, é a principal matéria-prima da vida. É do conhecimento geral que as plantas absorvem CO2 e produzem oxigénio. O CO2 é a única fonte de Carbono para a matéria viva. Toda a matéria viva é composta de Carbono, Hidrogênio e Oxigênio. E todo o carbono existente na bioesfera tem a sua origem no CO2. Um índice elevado de CO2 na atmosfera favorece o desenvolvimento das áreas verdes. Numa Terra afetada pelo desflorestamento, um nível elevado de CO2 é o melhor que podemos fazer para o combater.

    E a Terra tem um gigantesco regulador da quantidade de CO2 na atmosfera: o oceano. O CO2 é altamente solúvel em água (daí ser usado nas bebidas gaseificadas), o que significa que um aumento de CO2 na atmosfera faz com que mais CO2 seja absorvido pelo oceano. O que é bom, porque o CO2 servirá então para o desenvolvimento do fitoplancto, o maior responsável pela produção de oxigênio na Terra e a base de toda a cadeia alimentar nos mares.

    Mas então e o efeito de estufa?

    Sim, o CO2 é um dos muitos gases que contribui para o efeito estufa. Mas não é de maneira nenhuma o mais importante. Na atmosfera da Terra, existe diversos gases causadores do efeito estufa. O que não nos é dito é que apenas um deles é responsável por 95% do efeito estufa: O VAPOR DE ÁGUA! O CO2 é apenas um dos outros vários gases que contribuem em 5% do efeito estufa na Terra

    O CO2 é também um gás que favorece a produção de Oxigênio, um gás que reduz o efeito estufa. A situação é tão complexa que a comunidade científica está dividida quanto à influência do CO2 na temperatura global. Muitos defendem que um índice elevado de CO2 contribui de fato para o abaixamento da temperatura global. Sabemos também que a erupção de um único vulcão de bom tamanho envia para a atmosfera mais CO2 que todo o CO2 produzido pelo homem em um ano!

    De fato, a humanidade como um todo contribui com uma porcentagem mínima do CO2 libertado na atmosfera, que por sua vez contribui numa porcentagem mínima para o efeito de estufa. Mais do que a humanidade como um todo, os vulcões libertam grandes quantidade de CO2 na atmosfera. Muito mais que os vulcões, o conjunto de todos os outros seres vivos, também liberta CO2. Acima destes, temos a libertação de CO2 para a atmosfera da vegetação morta, tal como as folhas mortas libertadas pelas árvores no Outono. E muito, muito, muito acima destes todos, temos o maior libertador de CO2: o mar.

    A atmosfera terrestre produz algum efeito estufa, sempre o fez. Claro que esse efeito estufa se deve na sua quase totalidade ao vapor de água. Na realidade, a Terra seria inabitável sem efeito estufa, tal como seria inabitável sem CO2.

    O CO2, um poluente?

    Chamar de poluente ao CO2 é simplesmente criminoso. De fato, o nível de CO2 atual encontra-se abaixo da média em que se encontrava na última idade do gelo. Vivemos uma época de carência de CO2, e a tendência de desertificação que se tem verificado é também consequência desse baixo índice de CO2 na atmosfera. Mas o efeito estufa está a aumentar, certo? Errado! O efeito estufa é fácil de medir, e não é maior hoje do que era há 100 anos, por exemplo. Nenhum índice indica qualquer aumento do efeito estufa.

    Embuste Propositado?

    Para vermos se estamos perante um embuste, temos de ver primeiro: se a teoria é correta; se trata apenas de um movimento mal orientado, ou se há o interesse em passar propositadamente uma mensagem falsa; quem ganha com isso? Al Gore mostra-nos um interessante gráfico, onde parece surgir uma correlação direta entre a temperatura global e a quantidade de CO2 na atmosfera. O que ele não nos diz é que o que as medições nos mostram é que existe um desfasamento, de 200 a 800 anos, entre uma alteração da temperatura global e a consequente alteração do teor de CO2 na atmosfera. Isto é, o CO2 segue a temperatura e não o contrário! A razão é simples: o mar ao aquecer passa a libertar mais CO2 para a atmosfera. Claro que Al Gore sabe disso, assim como os outros aldrabões que se encontram por detrás deste embuste.

    De fato, estamos perante uma campanha muito bem organizada, incluindo colaboração direta de órgãos da ONU, a participação da comunidade científica, e de organizações poderosas. Sempre que vejo uma corporação envolvida num esforço “humanitário”, desconfio. Mas conheço demasiados exemplos de operações “humanitárias” das corporações com o objetivo de fazer grandes negócios. E o que está em causa aqui? Estamos na realidade perante o embuste do século, e o de consequências mais abrangentes. Trata-se de, em nome de uma “tentativa de salvar o planeta”, lançar impostos a nível mundial e concentrar o poder nas mãos daquelas organizações supranacionais cujo objetivo é o governo mundial. Deste modo, não nos espanta o fato vermos um dos herdeiros da família Rothschild, David Mayer Rothschild, diretamente envolvido numa “campanha humanitária” para “salvar o planeta”.

    Para tanto, apresentam dados “de acordo com mais de 2500 cientistas”. De fato, centenas desses cientistas já denunciaram o fato de nunca terem concordado com a ideia de que o aquecimento global é provocado pelo homem, menos ainda pela emissão de CO2. A maioria, como sempre, manteve-se calada. É mais fácil ir com a maré e continuar a receber os subsídios. E a nenhum deles foi perguntado se concordavam com as conclusões do relatório. Mas todos foram incluídos na lista. Mesmo os que nunca concordaram com as conclusões e manifestaram publicamente a sua discordância.

    E, enquanto estes poderosos grupos, todos coordenados em torno de um objetivo comum, um imposto global e um governo global, tentam convencer a humanidade de que somos nós os responsáveis pelo aquecimento global, continuam a emporcalhar o ecossistema sem a mínima consideração pelo ambiente. E nós pagamos a fatura. Mas parece que as vozes começam a emergir contra este embuste:


    Loterias são uma farsa.

    O que a maioria dos países ocidentais tem em comum? Sim, exatamente, Loterias controladas pelo governo. Loterias são apenas mais uma forma de desviar o dinheiro do bolso do povo para o bolso de algum riquinho corrupto por aí ou uma maneira de arrecadar mais impostos sem reclamação. Porém, tudo não passaria de um ato muito bem orquestrado.

    Antes do advento dos computadores.

    As loterias antes do advento dos ganhadores eram pouco controladas. Sabiam antecipadamente qual seria o resultado utilizando o método gravitacional de peso das bolas. Porém, nada assegurava que outra pessoa pudesse também acertar a sequencia de dezenas, o que era um problema até chegar a era digital.

    Os computadores.

    Com os computadores tudo ficou mais fácil. Isso porque todos os cartões apostados vão para a central. Antes do sorteio, verificam no banco de dados uma seqüência de dezenas que ninguém apostou e emitem o bilhete premiado que é entregue ao “ganhador”. Depois basta magnetizar as bolas que serão sorteadas, armar um campo receptor na abertura do globo e a bola é atraída pelo mesmo. Para evitar que outras bolas caiam na abertura, ela não fica totalmente aberta, sendo que a abertura total só ocorre quando a bola magnetizada estiver sobre o campo.

    Os ganhadores aqui no Brasil.

    Você provavelmente nunca conheceu alguém que ganhou na Mega Sena, ou já? A verdade é que nem todos os sorteios sejam farsas. Alguns prêmios de menor valor devem ser realmente sorteados senão levantaria muitas suspeitas. Todavia, deve ser do seu conhecimento que, coincidentemente, os prêmios maiores saem sempre para cidades do interior, com menos de 20 mil habitantes, para um sujeito que ninguém nunca ouviu falar apesar de que, como diz os ensinamentos populares “em cidade do interior, todo mundo conhece todo mundo” (exceto o sujeito que ganhou na Mega Sena). E quando não é isso é para o DF.

    “Ok, mas quais são as provas?” Você deve estar pensando. Não existem provas concretas que isso acontece, exceto, os estranhos sortudos que aparecem e os sequenciais que hora ou outra são sorteados. Quer exemplos? Diversos deputados já ganharam mais de 4 vezes na Mega Sena, como o ex-deputado João Alves que ganhou mais de 200 vezes. Em 2004, a polícia federal decidiu investigar as Loterias da CEF porque descobriu que um grupo de 200 pessoas já havia ganho mais de 9095 vezes entre março de 1996 e fevereiro de 2002. Cada apostador desse grupo teve em média 45 bilhetes premiados – um número praticamente impossível de ser alcançado caso os jogadores não se dispusessem a gastar com apostas sempre muito mais do que ganhariam, segundo matemáticos ouvidos pela Folha de São Paulo. Ao todo, o grupo ficou com R$ 64,8 milhões. Fora isso, como dito anteriormente, alguns sorteios apresentaram resultados totalmente improváveis, como  repetição do mesmo sequencial em dois sorteios consecutivos e pessoas que ganharam na mesma semana em vários tipos de loterias.

    As loterias também foram alvo da CPI dos Bingos para quem não lembra, que investigou um possível esquema de lavagem de dinheiro feito através da Mega Sena. Como não existe limite por jogador e mesmo que existisse, bastaria transferir as apostas para inúmeros outros apostadores “laranjas”, a Mega Sena poderia servir como lavagem de dinheiro. Bastaria apostar um número maior de sequencias que as possibilidades possíveis, ou seja, 50 milhões. Embora haja provavelmente perda no processo, o dinheiro obtido com o sorteio seria limpo. Porém, tudo é muito duvidoso. Como não possuímos provas que comprove a farsa, resta a nós a dúvida. Mas cá entre nós, se for verdade e algum dia alguém conseguir provar, vai ser o Apocalipse Made in Brazil.

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    Terceira Guerra Mundial.

    A história diz que as guerras mundiais foram uma consequência de uma série de eventos ocorridos de forma imprevisível que desencadearam ações que resultaram no conflito armado. As guerras mundiais foram previamente planejadas. O objetivo é muito simples: manter o sistema e aperfeiçoá-lo. Quem está no poder, ganha mais poder. A Terceira Guerra mundial já está caminhando. E será em breve, previsão é que ocorra antes de 2015. A meta seria a diminuição da população, assim como, centralizar o poder em um unico governo e  moeda. Os bancos ganhariam mais força e seriam a própria lei.

    Assim, todos os eventos que ocorrem que desencadearam o conflito, como as constante transgressões americanas, a implicância do Irã, a sucessão de poder na Correia do Norte, enfim, todos os eventos negativos, não são negativos a toa, são consequencia de um plano estratégico de colocar em prática o projeto de centralização do poder.

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     Nobreza Negra.

    Este é um grupo extremamente poderoso que alguns europeus dizem ser o núcleo de todas as sociedades porque eles afirmam possuir “A Verdade” (aquela da Árvore do Conhecimento, do Éden) e por estarem geneticamente ligados a Cristo por meio de sua linhagem sanguínea por meio de Davi, criando a Aliança Davídica, ao passo que aqueles que são descendentes de Abraão pertencem à Aliança Abraâmica, o que indica a diferença entre judeus, cristãos e muçulmanos. Essa organização tem sido capaz de permanecer no poder “por meio da manutenção das linhagens sanguíneas”. “A Verdade” é sobre o que tudo isso se trata, o conhecimento a respeito da essência do nosso universo. 

    Os estudiosos do tema dão alguns palpites: “A verdade” poderia ser um livro, com conhecimentos muito remotos, passado de geração em geração para linhagem de Davi. Poderia ser um artefato tecnológico, poderia ser uma mensagem entregue diretamente por Deus a Davi, enfim, são inumeras possibilidades, há até aqueles que acreditam que seja como demonstrado no game do AC (Assassin’s Creed), um objeto alienígena que transmite o conhecimento ao seu portador.  Assim como a lenda da Lança de Longinus, “A Verdade” é algo tão poderoso que quem a possui sempre estará no poder. Entre as personalidades mais conhecidas que fazem parte da nobreza negra está a realeza britânica e o Conde Vlad III, o Empalador, mais conhecido por nós como Conde Drácula.


    Deslocamento dos pólos magnéticos terrestres.

    Algumas pessoas acreditam que os pólos norte e sul da Terra nem sempre estiveram onde estão hoje. Elas acham que a Terra já girou em um eixo diferente. Outras dizem que a Terra sempre girou perto de seu eixo polar, mas que a crosta da Terra se desloca, de modo que a terra localizada em cada pólo muda. Mudanças climáticas, terremotos e erupções vulcânicas são resultado das pressões na crosta terrestre durante o deslocamento. Algumas pessoas afirmam que a Terra logo sofrerá outro deslocamento polar drástico e que, consequentemente, continentes inteiros poderão afundar enquanto outros sairão do mar.­ 

    A hipótese de deslocamento polar entra no mundo das conspirações quando algumas pessoas alegam que autoridades governamentais e cientistas sabem do deslocamento iminente, mas se recusam a compartilhar a informação com o público, provavelmente, guardando o segredo para evitar pânico. Céticos descartam a hipótese de deslocamento polar, dizendo que não há uma base científica real.

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    Invasão do Iraque e a Primavera Árabe.

    Mesmo com todas as notícias que rodam o mundo, tem gente que acha que os EUA é santo. E quando em 2003, a Invasão do Iraque pela Coalizão, liderada pelos EUA, para capturarem as armas de destruição em massa presentes no território iraquiano em posse dos terroristas eram apenas um pretexto muito mal empregado para roubarem os recursos naturais do país, em especial, o petróleo. A primeira resposta para o dito foi: ”Ah, isso é só mais uma teoria da conspiração”. E 10 anos de guerra se foram, milhares de mortes e nenhuma arma de destruição em massa sequer. NENHUMA. 

    Documentos do governo revelam que foram discutidos planos de exploração das reservas de petróleo do Iraque entre ministros do governo e as maiores companhias petrolíferas mundiais no ano anterior ao do destacado papel da Grã-Bretanha na invasão do Iraque.

    Os documentos, aqui revelados pela primeira vez, levantam novas questões sobre o envolvimento da Grã-Bretanha na guerra, as quais dividiram o governo de Tony Blair e que apenas foi votado após as suas alegações de que Saddam Hussein tinha armas de destruição massiva.

    Minutas de uma série de encontros entre ministros e executivos de petrolíferas contradizem a negação de interesse das companhias petrolíferas e de governos ocidentais da altura. 

    Os documentos não foram apresentados como prova no inquérito Chilcot em curso sobre o envolvimento do Reino Unido na guerra do Iraque. Em Março de 2003, pouco antes de a Grã-Bretanha entrar em guerra, a Shell denunciou as informações sobre conversações na Downing Street relativamente ao petróleo do Iraque como “altamente inexatas”. A BP negou que tivesse qualquer “interesse estratégico” no Iraque, enquanto Tony Blair se referiu à “teoria da conspiração do petróleo” como “completamente absurda”.

    Porém, documentos de Outubro e Novembro do ano anterior traçam um quadro bem diferente. 

    Cinco meses antes da invasão do Iraque em 2003, a baronesa Symons, então ministra do Comércio, disse à BP que o governo pensava dever ser concedida às empresas de energia britânicas uma parte das enormes reservas de petróleo e gás, como recompensa pelo empenhamento militar de Tony Blair nos planos americanos pela alteração do regime.

    Os documentos mostram que Lady Symons concordou em fazer lobby junto do governo Bush a favor da BP, visto que a petrolífera gigante receava estar a ser “eliminada” dos acordos que Washington calmamente estabelecia entre os governos americano, francês e russo e as respectivas empresas de energia. 

    As minutas de um encontro com a BP, a Shell e a BG (anteriormente British Gas) a 31 de Outubro de 2002 referem: “A baronesa Symons concordou que seria difícil justificar que as companhias britânicas no Iraque perdessem dessa forma, quando o Reino Unido tinha sido ele próprio um claro apoiante do governo dos EUA ao longo da crise.”

    O ministro prometeu então “dar conta às companhias, antes do Natal” relativamente aos esforços empreendidos.

    O Foreign Office convidou a BP a 6 de Novembro de 2002 para falar sobre as oportunidades no Iraque “após a mudança do regime”. As minutas referem: “O Iraque é o grande futuro no petróleo. 

    A BP está desesperada para entrar e ansiosa que os acordos políticos possam recusar-lhe essa oportunidade. ”Depois de outro encontro, este em Outubro de 2002, o diretor do departamento do Médio Oriente no Foreign Office, Edward Chaplin, referiu: “A Shell e a BP não podiam tolerar parte ativa no Iraque tendo em vista o seu futuro a longo prazo… Ficamos determinados em obter uma fatia aceitável da ação para as companhias do Reino Unido num Iraque pós-Saddam.”

    Enquanto a BP insistia em público que “não tinha interesse estratégico” no Iraque, dizia em privado ao Foreign Office que o Iraque era “mais importante do que tudo o que temos visto desde há muito”. 

    A BP estava preocupada com a possibilidade de Washington permitir que o contato já existente entre a TotalFinaElf e Saddam Hussein se mantivesse após a invasão, o que faria do conglomerado francês a maior companhia petrolífera do mundo. A BP disse ao governo que pretendia assumir “riscos elevados” a fim de obter uma parte das reservas do Iraque, as segundas maiores do mundo.

    Mais de 1000 documentos foram obtidos em cinco anos a coberto da liberdade de informação pelo especialista em petróleo Greg Muttitt. Revelam que houve nos fins de 2002 pelo menos cinco reuniões entre civis, ministros e a BP e a Shell. 

    Os contratos a 20 anos assinados na sequência da invasão foram os maiores na história da indústria do petróleo. Cobriram metade das reservas do Iraque – 60 mil milhões de barris de petróleo, comprados por companhias como a BP e a CNPC (China National Petroleum Company), cujo consórcio conjunto só por si espera fazer £403m ($658m) de lucros por ano com o campo de Rumaila no sul do Iraque.

    Em Abril de 2011, o Iraque elevou a produção de petróleo ao nível mais elevado da última década, 2,7 milhões de barris por dia, valor especialmente importante neste momento dada a volatilidade da região e a queda da produção líbia. 

    Muitos dos opositores da guerra suspeitaram que uma das principais ambições de Washington na invasão do Iraque foi garantir uma fonte de petróleo barata e abundante.

    Muttitt, cujo livro “Fuel on Fire” disse: “Antes da guerra, o governo insistiu longamente que não tinha qualquer interesse no petróleo do Iraque. Estes documentos fornecem a prova de que essa pretensão é mentira”.

    “Vemos que o petróleo constituía de fato uma das mais importantes considerações estratégicas do governo e que houve conluio secreto com companhias petrolíferas para lhes dar acesso a esse prémio enorme.”

    Lady Simons, de 59 anos, ocupou posteriormente o posto de consultora num banco comercial britânico que lucrou com os contratos de reconstrução do Iraque pós-guerra. 

    No mês passado, ligou-se como consultora não-remunerada ao National Economic Development Board da Líbia depois de o Coronel Gaddafi começar a disparar contra os dissidentes. A BP e a Shell recusaram comentar.

    Não era pelo petróleo? O que foi dito antes da invasão

    * Memorandum do Foreign Office, 13 de Novembro de 2002, a seguir à reunião com a BP: “O Iraque é o grande futuro no petróleo. A BP está desesperada para entrar e ansiosa que os acordos políticos não lhe neguem a oportunidade de competir. O potencial a longo prazo é enorme…”

    * Tony Blair, 6 de Fevereiro de 2003: “Deixem-me falar do assunto do petróleo porque… honestamente, a teoria da conspiração do petróleo é uma das mais absurdas quando a analisamos. O fato é que, se o petróleo do Iraque fosse a nossa preocupação, posso dizer que podíamos provavelmente chegar amanhã a acordo com Saddam em relação ao petróleo. Não é o petróleo que é a questão, são as armas…”

    * BP, 12 de Março de 2003: “Não temos qualquer interesse estratégico no Iraque. Se quem quer chegar ao poder quiser envolvimento ocidental depois da guerra, caso haja guerra, o que sempre dissemos é que deverá ser a nível de competitividade igual. Não forçamos de nenhuma forma o nosso envolvimento.”

    * Lord Browne, então diretor executivo da BP, 12 de Março de 2003: “Não é, nem na minha opinião, nem na da BP, uma guerra de petróleo. O Iraque é um produtor importante, mas deve decidir o que fazer com o seu património e o seu petróleo.”

    * A Shell, a 12 de Março de 2003, afirmou que as informações sobre ter discutido oportunidades para o petróleo com a Downing Street eram “altamente inexatas”, acrescentado: “Nunca procuramos encontros com funcionários do governo britânico sobre a questão do Iraque. O assunto só surgiu durante as conversas nos encontros normais que temos de vez em quando com funcionários… Nunca pedimos ‘contratos’.” 

     É amigo, era apenas mais uma dessas “teorias da conspiração”…


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    Primavera Árabe.

    Os ditos “rebeldes” estavam recebendo apoio direto de mega corporações do ramo energético. Armas dos governos do EUA e França. Já havia exército de rebeldes treinando antes mesmo do tunisiano inventar de colocar fogo em si e dar início aos protestos que desencadearam a primavera árabe. Pronto. Lá estamos nós com a verdade novamente. Primavera do Petróleo Árabe. Convenhamos que o Gaddafi não era uma das melhores pessoas do mundo. De fato, era um bandido, assim como alguns governos por aí são. Contudo, o circo armado pela imprensa internacional mostra claramente que, o que houve foi mais uma manipulação da opinião das massas.

    Por que não houve um jornal sequer que mencionasse o fato que Gaddafi queria retirar o dolar da Líbia e de todo Oriente Médio, adotando uma moeda própria? Por que ninguém fala que, nas mãos de Gaddafi a Líbia cresceu exponencialmente durante os últimos anos e que o dinheiro do petróleo era distribuído para população? Por que ninguém fala que Gaddafi proibiu a entrada de empresas multinacionais para explorar os recursos em seus territórios? Para você ter uma noção leia o texto da renomada revista suíça “Schweizmagazin”, que publicou uma relação das “crueldades” de Muammar Kadafi para com o seu povo: Os “sofrimentos” que o tirano provocou durante quatro décadas: 

    1. Não havia conta de luz na Líbia, porque a eletricidade era gratuita para todos. 

    2. Créditos bancários, nos bancos estatais, eram sem juros (para todos – por lei expressa). 

    3. Casa própria era considerada como direito humano, universal.

    4. Recém-casados recebiam US$ 50 mil para comprar casa e iniciar a vida familiar.

    5. Educação e saúde eram gratuitas.

    6. Quem não encontrou formação universitária ou tratamento de saúde desejados, recebia financiamento para ir no exterior, adicionalmente US$ 2.300,00 mensais para moradia e carro.

    7. Agricultores iniciantes recebiam terra, casa, equipamentos, sementes e gado gratuitamente.

    8. Na compra de automóvel, o estado contribui com subvenção de 50%

    9. Preço do litro de gasolina: 0,10 Euro = R$ 0,23

    10. Faltando emprego após a formação profissional, o estado pagava salário médio da classe até achar vaga.

    11. A Líbia não tinha dívida externa – as reservas de U$ 150 bilhões, agora, estão retidas.

    12. Parte de toda venda de petróleo era diretamente creditada na conta de cada cidadão. 

    13. Mãe que deu à luz, recebia US$ 5.000,00.

    14. Na Líbia, 25 % da população têm curso superior.

    15. Kadafi iniciou o projeto GMMR (“Grande Rio feito por Homem”): Água para as pessoas e para a agricultura. Graças aos rebeldes, o povo líbio agora está livre de tudo isso

    Civilização de Marte.

    Na década de 70, a NASA lançou duas espaçonaves chamadas Viking 1 e Viking 2 em missões a Marte. As duas espaçonaves fotografaram a superfície de Marte e enviaram as imagens para a NASA. Em uma foto, um monte na superfície de Marte se assemelhava a um rosto.

    O autor Richard Hoagland foi um passo além e disse que não apenas parecia, mas era definitivamente um rosto. Hoagland desenvolveu a teoria de que uma civilização alienígena colonizou Marte e que o rosto era a prova de uma cidade alienígena na região de Cydonia. Quando outros satélites fotografaram a superfície de Marte, as imagens da região de Cydonia revelaram que o rosto era apenas um planalto que sofreu erosão. Hoagland argumentou que o equipamento que a NASA usou para tirar as fotos subsequentes não era tão preciso quanto o equipamento da Viking. Ele também afirmou que a NASA tratou as imagens, fazendo-as parecerem menos com um rosto.

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