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    Velho Echelon…

    A primeira “teoria conspiratória” da qual eu tomei conhecimento, longos 13 anos atrás…

    E o pior é que o Echelon é verdade mesmo, já foi até alvo de investigação do Parlamento Europeu.

    Anunnaki
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    A igreja assassinou o Papa João Paulo I.

    Morto em 1978 de embolia pulmonar, Albino Luciani, antecessor de João Paulo II, cumpriu um mandato de apenas 33 (número de forte influência para a Maçonaria) dias. O pontífice, que contrariava os interesses de poderosos do Vaticano, foi vítima de um crime que até hoje espera por uma solução. O dia 28 de setembro de 1978 ainda está bem vívido na memória dos católicos do mundo inteiro. Para eles, a data remete à morte precoce do papa João Paulo I. Mas, para muita gente ainda hoje, naquele dia coroou-se com êxito uma das mais bem armadas conspirações da história da Igreja. Os fatos que cercaram sua eleição, o curto mandato de apenas 33 dias e as circunstâncias da morte de Albino Luciani, sugerem que João Paulo I foi assassinado.



    Mas que sorte de interesses aquele homem doce e discreto de 65 anos – conhecido como o “Papa Sorriso” – teria ameaçado contrariar? Antes de abordar a trama, convém relembrar os acontecimentos, amplamente debatidos pela mídia da época, e que renderam algumas obras polêmicas e o bem-documentado livro Um Ladrão na Noite, de John Cornwel, publicado na Inglaterra em 1989. Filho de uma família proletária e de um pai socialista, Albino Luciani nasceu em 17 de outubro de 1912 onde hoje fica Canale d’Agordo, norte da Itália. Durante toda sua carreira, foi um clérigo inexpressivo e nunca foi cotado para o posto de papa. Sua eleição deixou todos boquiabertos, uma vez que concorreu com nomes fortes, como os cardeais Pignedoli, Baggio, Siri, Felici, Koenig, Bertoli e o brasileiro Aloísio Lorscheider. Também nunca havia integrado o serviço diplomático nem servido no Vaticano. Com essa história, para surpresa geral, foi eleito pontífice no conclave mais concorrido e rápido de que se tem notícia.



    Para o escritor inglês David Yallop, autor do livro Em Nome de Deus – uma investigação do assassinato do papa João Paulo I, Albino Luciani teria sido eleito pelos conservadores simplesmente para cumprir ordens. Mas, ao demonstrar carisma, liderança e, principalmente, disposição para reformar os quadros e interferir no comando do Banco do Vaticano, teria despertado o receio de determinado grupo de prelados. O diretor executivo do Banco do Vaticano, Paul Marcinkus, seria um dos primeiros prejudicados por João Paulo I. Sua exoneração traria à tona extensas negociatas com a Máfia Italiana e a Maçonaria. Marcinkus era notoriamente próximo do presidente do Banco Ambrosiano de Milão, Roberto Calvi, por sua vez amigo do advogado e financista siciliano Michele Sindona. Os três mantinham relações com Lício Gelli, outro financista que controlava a loja maçônica P2, a qual teria se infiltrado no Vaticano. Um grupo de clérigos também estaria envolvido na trama, por temer a perda de posições de prestígio no Vaticano. Essa versão foi explorada por obras como A Verdadeira Morte de João Paulo I, de Jean-Jacques Tierry, e pelo romance A Batina Vermelha, de Roger Peyrefitte, que ainda acrescentava à trama uma suposta participação da KGB, a polícia secreta da então poderosa União Soviética. Porém se engana quem pensa que esse papa foi a única vitima do grupo que comanda o Vaticano. A disputa pelo poder registra mais de uma dezena de assassinatos – oficiais – de papas.



    O supremo pontífice foi peça central de inúmeras conspirações ao longo dos séculos, culminando com o assassinato de pelo menos uma dezena dos que ocuparam o posto. A primeira vítima foi João VIII, envenenado em 882. Mas ele acabou morto a golpes de martelo, pois o preparado demorou a surtir efeito. Anos mais tarde, em 896, o papa Formoso também foi envenenado por uma facção dissidente. Em 903, Cristóvão matou Leão V e assumiu o papado. Em 929, João X foi asfixiado pela filha de sua amante. Em 974, Bento VI foi estrangulado por seu sucessor, Bonifácio VII. No final do século 13, Celestino V foi envenenado por seu sucessor, Bonifácio VIII, e logo em seguida, no início do século seguinte, Benedito XI teria morrido após ingerir vidro moído misturado a figos. A partir de então, os assassinatos refluíram. Passaram-se 150 anos até a morte de Paulo II, que pode ter sido vítima de veneno ou simplesmente do pecado capital da gula (morreu após ter devorado dois grandes melões). Em 1503, Alexandre VI foi envenenado com uma dose de arsênico: seu corpo inchou tanto que foi preciso que pulassem sobre seu estômago para fechar o caixão.



    Já Leão X, sucessor de Alexandre VI, teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco cardeais teriam contratado um cirurgião que, para “tratar-lhe” as hemorróidas do papa, introduziria veneno no ânus; mas a trama foi descoberta a tempo.



    A Amazônia é dos estrangeiros.

    Você certamente já recebeu um e-mail como seguinte alerta de dar calafrios: boa parte da Amazônia não pertence mais ao Brasil e hoje é uma área internacionalizada. Boatos de uma conspiração americana para ocupar um dos maiores tesouros ecológicos mundiais são antigos. Mas, com certeza, nenhum deles fez tanto estardalhaço como esses e-mails, que divulgam mapas do Brasil supostamente adotados em instituições de ensino americanas e que mostram a região amazônica e o Pantanal irremediavelmente como “áreas de controle internacional”.



    Segundo os conspiradores, os americanos estariam doutrinando estudantes para uma guerra de posse de parte do território verde-amarelo. Todavia, o interesse por essa região do Brasil não é exclusivamente estadunidense. É a biosfera mais rica do mundo e possui também a maior bacia hidrográfica. Há quem diga que exista dedo dos americanos no novo código florestal. Sabe como é, sem pretexto eles não fazem nada, não dão ponto sem nó…. ou pelo menos, tentam manipular o quanto podem. Sendo assim, depende diretamente que nós, brasileiros. Sim, nós temos que destruir para eles terem o pretexto de vir aqui tomar o tal “patrimônio mundial”. E quer modelo de destruição melhor que o novo código florestal?




    Anunnaki
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     Copa de 98 e a FIFA.

    Nós entregamos a Copa para os franceses. O fato é que o mundo futebolístico foi tomado de surpresa quando, pouco antes da final entre Brasil e França, no dia 12 de julho, foi divulgada a notícia de que o craque Ronaldo não iria jogar. Logo depois circulou a informação de que, cinco horas antes da partida, o “Fenômeno” teria sofrido uma convulsão. Por isso, o reserva Edmundo jogaria no seu lugar. No último instante, Ronaldo foi escalado e a seleção do Brasil, talvez assustada com toda a confusão, entrou irreconhecível em campo. A França enfiou 3 a 0, com extrema facilidade, e conquistou a Copa. Ronaldo teria sido escalado na subida do vestiário para o gramado. O capitão Dunga bateu o pé e exigiu que a seleção não fosse modificada novamente em cima da hora e que Edmundo jogasse. Zagallo explicou a Ronaldo que já havia mudado a tática da equipe e também que, àquela altura, a imprensa já tinha recebido a folha de escalação. O ex-goleiro Gilmar Rinaldi, observador da seleção em 1998, contou o fato ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, que imediatamente ordenou que, se Ronaldo estivesse bem, deveria jogar.



    No Brasil, logo correu o boato de que a CBF e a Nike (patrocinadora da seleção) tinham vendido o jogo. Uma suspeita compreensível. A seleção perdera com facilidade nunca vista. Apesar de a França contar com bons jogadores, como Zinedine Zidane, o elenco brasileiro era superior. No embalo, surgiu todo tipo de teoria conspiratória. Boatos diziam que o contrato entre a Nike e a CBF estipulava que Ronaldo tinha de disputar todos os jogos do certame. A Nike teria forçado sua escalação, abalando o resto do time e causado a derrota. Outro boato da época dizia que o Brasil tinha entregado o título para, em troca, sediar uma das próximas Copas. Outra tese, absurda, dizia que Ronaldo havia sido envenenado pelo cozinheiro francês da concentração. A história oficial atesta que a convulsão foi provocada por uma injeção de xilocaína (um analgésico) no joelho de Ronaldo e que a decisão de escalá-lo foi exclusiva do técnico Zagallo. Mas todas essas suspeitas só surgiram porque o futebol virou um negócio milionário, atraindo investidores poderosos – e toda sorte de interesses. Para o jornalista inglês David A. Yallop, autor do livro “Como Eles Roubaram o Jogo”, o culpado pela transformação do futebol em negócio tem nome e sobrenome: João Havelange, o brasileiro que comandou o futebol mundial por 24 anos. No livro, Yallop expõe vários argumentos que colocam em xeque a lisura dos resultados de alguns jogos decisivos da Copa do Mundo. Mostra também como as conspirações e os interesses comerciais tomaram conta do esporte mais popular do planeta. Conspirações que, segundo Yallop, aumentaram sobretudo com a eleição de Havelange à presidência da Fifa, 1974, quando venceu o inglês Stanley Rous numa eleição marcada por denúncias de compra de votos. A seguir, algumas histórias suspeitas citadas no livro de Yallop.



    Hoje não é novidade para ninguém que, tanto a FIFA, tanto a CBF, já passaram por investigações por causa de acusações graves, como manipulação dos resultados dos jogos e associação com a máfia. Há quem diga que o título da Copa já é estipulado antes mesmo de escolherem que país irá sediar. No final das contas, eles manipulam até nas paixões mais banais em nome do dinheiro.



    Jesus teve filhos.

    São quase 20 milhões de livros vendidos em todo o mundo. É o número 1 nas listas de best-sellers em vários países, como Estados Unidos, Alemanha, Argentina e Brasil. Hollywood já preparou uma versão cinematográfica da obra, tachada por alguns críticos como o “Harry Potter dos adultos”. Trata-se de “O Código Da Vinci”, escrito pelo inglês Dan Brown, de 38 anos. A trama do maior sucesso editorial do ano se desenrola a partir do assassinato, dentro do Museu do Louvre, em Paris, de seu curador, Jacques Saunierè (um dos líderes do Priorato de Sião, sociedade secreta fundada antes da crucificação de Jesus Cristo). Pouco antes de morrer, Saunierè teria elucidado uma mensagem cifrada no quadro A Santa Ceia, de Leonardo da Vinci – um segredo capaz de abalar a Igreja Católica e todo o mundo ocidental. A bela criptógrafa francesa Sophie Neveu e Robert Langdon, professor de simbologia em Harvard, tentam desvendar o segredo. No caminho, os dois cruzam com outras sociedades secretas, como a Opus Dei e os Cavaleiros Templários. A dupla de investigadores faz descobertas surpreendentes: que Jesus foi casado com Maria Madalena e teve dois filhos; que sua divindade foi votada no Conselho de Nicéia, no início do século 4; que os quatro evangelhos da Bíblia foram escolhidos entre 80 outros evangelhos porque consideravam Jesus divino, e os demais foram suprimidos pelo imperador romano Constantino no ano 325.



    Trata-se, claro, de uma bela trama policial criada por Dan Brown. No entanto, ela é baseada em teorias conspiratórias aceitas e estudadas no mundo real por muita gente. Entramos agora no terreno do que alguns consideram a “maior conspiração de todos os tempos”. A figura-chave nessa intrincada armação é Maria Madalena. De acordo com a Bíblia e as aulas de catecismo, Maria Madalena foi uma prostituta que, arrependida, resolveu seguir Jesus Cristo e os apóstolos, até ser perdoada de seus pecados pelo filho de Deus. Os conspiradores afirmam, no entanto, que na verdade, ela foi casada com Jesus Cristo, com quem teria tido dois filhos – Sara e Tiago. Os Manuscritos do Mar Morto, descobertos em 1947 numa caverna de Qumran, na Palestina, confirmariam a tese de que Jesus se casou e teve filhos com Madalena, gerando uma linhagem que teria o direito sagrado de reinar sobre a França e Israel. Esses documentos, porém, nunca foram exibidos em público e estão de posse do Vaticano. Depois da crucificação de Jesus, Maria Madalena e seus filhos teriam fugido para uma comunidade judaica no sul da França. No polêmico e confuso livro Rex Deux, de Marilyn Hopkins, Graham Simmans e Tim Wallace-Murphy, a teoria vai além, dizendo que Madalena chegou à França só com uma criança, Sara, enquanto Tiago foi para a Escócia com José de Arimatéia, o homem que recolheu num cálice o sangue de Jesus crucificado.



    Seria essa a razão de existirem na França tantas igrejas em homenagem à Maria Madalena. Uma delas fica na cidade de Rennes-Le-Château, no sul do país. Em 1891, o padre da cidade, chamado Berenger Saunière (atente para a semelhança entre esse sobrenome e o do personagem de O Código Da Vinci) decidiu reformar a igreja consagrada a Maria Madalena, construída em 1059 e já deteriorada pelo tempo. O padre levantou uma grana na comunidade e iniciou as obras. Ao retirar a pedra do altar principal, percebeu que as colunas que o sustentavam eram ocas. Dentro de uma delas havia quatro pergaminhos escritos em latim. Dois deles continham genealogias e datavam de 1244 e 1644. Os outros dois eram transcrições do Novo Testamento e traziam duas mensagens secretas. A primeira mensagem dizia: “A Dagoberto II, Rei, e a Sião, pertence esse tesouro e ele está aqui morto”. Já a outra mensagem era praticamente indecifrável: “Pastor, nenhuma tentação. Que Poussin, Teniers possuem a chave. Paz 681. Pela cruz e seu cavalo de Deus, eu completo esse demônio do guardião ao meio-dia. Maçãs azuis”. Entendeu? Saunière levou os pergaminhos para serem analisados pelas autoridades eclesiásticas de Paris. Não se sabe o que aconteceu, mas ele voltou para Rennes-Le-Château com muito dinheiro. Ampliou a estrada que levava à cidade, construiu uma casa chamada Torre Magdala e uma casa de campo. Terminou a reforma da igreja e deixou alguns detalhes capciosos na construção. A pia de água benta é sustentada por uma estátua de Asmodeus (demônio de três cabeças da literatura judaica, responsável por separar casais e promover o adultério). Os vitrais da igreja mostram a Via Sacra e, em uma imagem, há uma criança com saiote escocês observando a crucificação (lembra-se de que José de Arimatéia teria levado Tiago, filho de Jesus com Madalena, para a Escócia? A imagem seria uma confirmação da tese).



    Outra cena mostra o corpo de Jesus sendo retirado secretamente da tumba durante a noite. Saunière mandou gravar em latim, no pórtico da igreja, a inscrição “Este lugar é terrível”. Teorias conspiratórias afirmam que o padre encontrou documentos que confirmam a existência da linhagem secreta de Jesus e os usou para chantagear o Vaticano. Mas recuemos um pouco no tempo. Na França, Sara e outros supostos descendentes de Jesus e Madalena se misturaram à linhagem real francesa, dando origem à dinastia merovíngia. E é a partir daí que a história ganha corpo – e complexidade. Os reis merovíngios governaram grande parte da França e da Alemanha entre os séculos 6 e 7. O fundador da dinastia se chamava Mérovée, que, segundo a literatura esotérica, era filho de uma princesa com uma criatura marinha – na verdade, essa criatura fantástica seria uma alusão à linhagem secreta de Jesus e Madalena, antepassados dos merovíngios. A Igreja Católica temia que, se essa linhagem crescesse, o segredo de Jesus e Madalena fosse revelado, levando o mundo a questionar a doutrina católica (e a crença em um Messias divino puro). No entanto, os merovíngios foram aumentando e fundaram Paris (isso é fato). Apavorado, o Vaticano financiou várias missões na França para eliminar todos os membros da dinastia. Essas missões seriam chamadas de Graal – daí, a busca pelo Santo Graal. Dagoberto II (lembra-se dele?) foi o último rei merovíngio. Morreu apunhalado no olho esquerdo enquanto dormia. O que o Vaticano não sabia era que ele tinha um filho, Segisberto, que escapou do ataque e deu continuidade à linhagem. Atualmente, o sangue merovíngio é identificado com o dos Habsburgos, da Alemanha.


    Um dos descendentes de Segisberto, Godofredo de Bulhão, futuro rei cristão de Jerusalém, fundou em 1090 a organização secreta Priorato de Sião, cujo objetivo era recolocar a dinastia merovíngia no trono da França. Uma outra corrente conspiratória diz que o priorato teria sido criado 90 anos mais tarde, em 1099, quando Jerusalém foi conquistada pelos cruzados e Godofredo assumiu o título de Defensor do Santo Sepulcro. O Priorato de Sião fez parte da Ordem dos Cavaleiros Templários até 1188, quando se separaram. O Priorato de Sião sobreviveu ao extermínio dos Templários na sexta-feira 13 de 1307 e está ativo até hoje. Seus objetivos atuais são defender os documentos sobre o Santo Graal, a tumba de Maria Madalena e os poucos membros da linhagem merovíngia real que sobreviveram até os tempos modernos – ou melhor, a linhagem de Cristo. Figuras históricas como Leonardo da Vinci, Victor Hugo, Sandro Botticelli, Clau-de Debussy e Isaac Newton fizeram parte dessa fraternidade (isso é fato e pode ser comprovado por meio de pergaminhos chamados Os Dossiês Secretos, descobertos em 1975 pela Biblioteca Nacional da França). A Ordem dos Cavaleiros Templários, do qual o priorato supostamente fez parte, foi criada em 1118 para proteger as rotas de peregrinação e comércio que ligavam Jerusalém à Europa. Foi o primeiro exército uniformizado e regular a surgir no Ocidente depois da queda do Império Romano. Os Cavaleiros Templários eram financiados pela Igreja e logo se tornaram ricos proprietários de terras, o que gerou a cobiça do rei da França, Felipe, o Belo, que acusou-os de heresia e os queimou na tal sexta-feira, 13. A desculpa era de que os cavaleiros cultuavam um demônio de três cabeças (lembra-se de Asmodeus?) – que, nada mais era do que a cabeça embalsamada de Jesus Cristo encontrada pelos cavaleiros nas ruínas do Templo de Salomão.



    Outras teorias dizem que, durante as escavações nas ruínas, os cavaleiros teriam achado a Arca da Aliança e descoberto toda a verdade sobre o Santo Graal. Por isso, tinham que ser exterminados. Na mitologia cristã, o Graal aparece em dois momentos: primeiro, é usado na celebração da Santa Ceia e, depois, para recolher o sangue de Jesus Cristo na crucificação. Alguns teólogos acreditam que o cálice ficou com José de Arimatéia, que o enterrou na cidade de Glastonbury, na Inglaterra. Dizem que o cálice, na verdade, ficou com Maria Madalena, que o levou para a França. Mas a teoria mais aceita é a de que o Graal não é um objeto, mas sim a tal linhagem de Cristo. Em muitos manuscritos antigos, o cálice é chamado de sangreal, que significaria “sangue real”. Para saber a verdadeira resposta a esse mistério, só mesmo encontrado o Santo Graal.

    Anunnaki
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    Assassinato da Princesa Diana.

    A princesa Diana foi assassinada pelo Serviço Secreto Britânico, apoiado pela CIA. É que muitos acreditam. Em especial o jornalista inglês Sherman H. Skolnick, editor do site HotLines News e moderador do programa de televisão Broadsides. Ele escreveu um longo artigo, publicado em várias páginas de conspirações, justificando sua teoria. Como se sabe, Diana era a herdeira de uma das maiores fortunas mundiais e estava a ponto de fundi-la com Dodi Al-Fayed, seu namorado árabe. O que seria, na opinião de Sherman, um desastre para as potências financeiras ocidentais. Em 31 de agosto de 1997, Diana e Dodi morreram em um acidente de carro em um túnel, em Paris (curiosamente, em tempos passados, o local abrigava um monumento chamado Templo de Culto à Deusa Diana). Sherman conta que no mesmo dia da tragédia, o jornal London Sunday Mirror já tinha impresso uma história, insinuando que o namoro acabaria por destruir a Monarquia.


    Ao longo de suas investigações, Sherman obteve duas informações confidenciais. A primeira revelava que a rainha Elizabeth estava planejando prejudicar a Harrods (grande loja de departamento, de propriedade do pai de Dodi), em Londres. A rainha-mãe teria proposto também à família real o exílio da princesa, o que não era viável, uma vez que o filho mais velho de Diana seria, na ordem sucessória, o próximo rei da Inglaterra. Sem outra alternativa, a Inteligência Britânica teria decidido pela morte de Diana, num acidente de automóvel. “É um método corriqueiro. Eu mesmo e o Comitê dos Cidadãos para Moralização das Cortes fizemos suposições sobre como os Estados Unidos e a Inteligência Britânica conduziram em conjunto a Operação Clydesdale, unidade criada para abafar casos de pornografia, sem qualquer processo judicial, provocando falsos acidentes automobilísticos.”, diz Sherman. Em abril de 1998, o pai de Dodi mandou seu chefe da segurança Viena, Áustria, para negociar com um homem que oferecia documentos confidenciais pela bagatela de 10 milhões de libras esterlinas. Segundo Sherman, os documentos exibiam provas de que a Inteligência Britânica tinha pedido ajuda da CIA para assassinar Diana.


    Uma outra hipótese levantada: Diana era uma agente da CIA, com a missão de acabar com a realeza britânica. E foi morta porque, cansada de desempenhar esse papel, estava prestes a denunciar sua condição ao jornal francês Le Monde. De qualquer forma, Sherman, bem como a jornalista Jane Tawbase, do Eurobusiness, levantaram algumas suspeitas interessantes. Dentre os paparazzi, inicialmente considerados como os causadores da tragédia, havia seis franceses e um marroquino. Os primeiros deram entrevistas, tornaram-se, mesmo que involuntariamente, pessoas públicas. “Mas e o marroquino?”, pergunta Jane. Simplesmente sumiu. Seria ele um assassino profissional? Dizem ainda que o motorista do carro, Henri Paul, que há 10 anos servia a família de Dodi, estava bêbado. Um filme gravado pelo pai de Dodi mostra que Paul caminha normalmente ao sair do Hotel Ritz, em direção à Mercedes que conduziria Diana e Dodi. “De acordo com os testes feitos, Paul teria no sangue uma quantidade de álcool equivalente a duas garrafas de vinho. Ora, alguém nesse estado estaria cambaleando”, lembra Sherman.


    Mais ainda: Paul tinha recebido um diploma de direção defensiva da fábrica Mercedes-Benz, mas desceu uma curva a mais de 150 quilômetros por hora. Por que cometeria tal desatino, se tinha ciência de que, daquele jeito, correria risco de vida? Para o pai de Dodi, Paul era uma gente da CIA preparado para o sacrifício. Há outros pontos obscuros. A ambulância que levou Diana demorou quarenta minutos para percorrer uma distância de cinco quilômetros até o hospital. “E por que os médicos que a socorreram não pediram um helicóptero de resgate? É evidente que ela estava marcada para morrer”, argumenta Jane. O mais intrigante para os dois jornalistas é que o guarda-costas Trevor Rees Jones, único sobrevivente do acidente, perdeu o lábio inferior, 2/3 da língua e fraturou em diversos pontos o maxilar. Ou seja, os agentes secretos queriam a todo custo que Rees Jones não abrisse a boca. Sabiamente, o segurança alegou uma amnésia.


    Rockefellers e a Comissão Trilateral.

    Não podemos falar dos Rockefellers, sem antes mencionarmos seu maior patrimônio, “A COMISSÃO TRILATERAL”, uma entidade pouco entendida, que desempenha um papel fundamental no esquema da Nova Ordem Mundial e sua vontade de conquista global, como irei explicar por diante. A Comissão Trilateral foi criada em 1973. Seu fundador e principal impulsor foi o financista David Rockefeller, por longo tempo presidente do Chase Manhattan Bank, instituição controlada pela família Rockefeller. O primeiro encontro teve lugar em Tóquio, de 21 a 23 de outubro de 1973. Sessenta e cinco pessoas pertenciam ao grupo americano. Deles, 35 tinham relações entre cruzadas com o CFR (Conselho de Relações Exteriores). Durante o primeiro ano e meio, a comissão produziu seis informes chamados “Informes do Triângulo”. Estes informes converteram-se no selo característico da CT e serviram como diretrizes do desenvolvimento de seus planos e como parâmetro para avaliar a opinião do público: dois deles no encontro de Tóquio de outubro de 1973, três no encontro de Bruxelas em junho de 1974; e um no encontro de Washington de dezembro de 1974. Gary Alien, em “O Expediente Rockefeller”, publicado em 1975, escreveu o seguinte: “ Se os ‘documentos do triângulo’ são indicação de algo, podemos dizer que existem quatro eixos principais no controle da economia mundial: o primeiro, na direção de criar um renovado sistema monetário mundial”, algo já conseguido: o Clube Bilderberg, a TC e o CFR criaram três blocos econômicos regionais: o CE, a União das Américas e a União Monetária Asiática, que se está formalizando na atualidade; “o segundo, na direção do saque de nossos recursos para uma ulterior radicalização das nações despossuídas”, também conseguido: Rockefeller e companhia enviaram bilhões em tecnologia americana à URSS e à China como requisito do futuro Governo Mundial Único e seu Monopólio; “o terceiro, na direção de um comércio escalonado com os comunistas”, conseguido: a crise energética de 1973 e o subseqüente temor à escassez energética, os movimentos de defesa do meio ambiente e a guerra do Iraque.


    A comissão Trilateral – exclusivamente dedicada a tornar realidade a visão da ordem mundial do David Rockefeller, a conseguir a uniformidade ideológica do mundo e ao compromisso com o internacionalismo liberal – está composta pelas três regiões chaves em nível comercial e estratégico do planeta: América do Norte, Japão e Europa Ocidental. Normalmente tem ao redor de 325 membros que trabalham durante um período de três anos. Holly Sklar afirma emTrilateralism: The Trilateral Commission e Elite Planning for World Management que “seu propósito é dirigir a interdependência global entre essas três grandes regiões, de maneira que os ricos protejam os interesses do capitalismo ocidental, em um mundo explosivo, provavelmente desalentando o protecionismo, o nacionalismo e qualquer resposta que pudesse pôr a elite contra a elite. A pressão econômica será desviada para baixo, em vez de lateralmente”. Paul Volcker, membro do CT e ex-presidente da Reserva Federal disse mais claramente se couber: “O nível [de vida] do americano médio tem que diminuir”. Volcker, por certo, procede do próprio Chase Manhattan Bank do Rockefeller. A comissão Trilateral está composta por presidentes, embaixadores, secretários de estado, investidores da Wall Street, banqueiros internacionais, executivos de fundações, membros de think tanks (geradores de idéias), advogados de lobbies (grupos de interesses), líderes militares da OTAN e do Pentágono, ricos industriais, dirigentes de sindicatos, magnatas dos meios de comunicação, presidentes e importantes professores de univesidades, senadores e congressistas, assim como empreendedores enriquecidos. Convém saber que as famílias Rothschild e Rockefeller são as famílias líderes no férreo controle sobre as comunicações e respondem diretamente entre os Bilderberg.


    É importante saber que os feitos de guerra da Alemanha Nazista foi apoiado em sua maior parte por duas organizações, uma delas chamada I.G. Farben. Esta organização produziu 84% dos explosivos da Alemanha e até o Zyklon B usado nos campos de concentração. Um dos assuntos que ninguém comenta é que a I.G. Farben era a Stand Oil Company de J.D. Rockefeller’s na América. De fato, a Força Aérea Alemã nem conseguiria operar sem o aditivo combustivo especial patenteado pela Rockefeller Standart Oil. O bombardeamento de Londres pelos Nazistas só foi possível devido à venda de US$ 20 milhões de dólares de combustível à I.G. Farben pela Rockefeller Standart Oil. Este é apenas um pequeno ponto sobre como os negócios americanos jogou com ambos os lados na Segunda Guerra Mundial. Primeiro nos EUA, o governo pegando emprestado dinheiro da Reserva Federal, lucro garantido para o cartel de banqueiros, inclusive Rockefeller, enquanto do lado oposto da guerra, na Alemanha, Rockefeller novamente com sua empresa, vendia combustível patenteado para os aviões e veículos nazistas. Se pesquisarmos mais a fundo veremos fortes indícios de ligação da Família Rockefeller com sociedades secretas e que esta faz parte de uma das 13 famílias que governam acima dos governos do mundo, citando suas regras e tentado criar uma Nova Ordem Mundial e escravismo religiosoDavid Rockefeller admitiu em sua autobiografia, intitulada “Mémoires”, conspirar por um governo mundial, com uma estrutura política e ecônomica integrada.


    Uma marca registrada da dinastia durante os mais de 140 anos tem sido a notável unidade que tem mantido, apesar das grandes divisões que desenvolveu no final dos anos 1970, e contrariamente a outras famílias abastadas, como o DuPonts e os Mellons. A principal razão foi o esforço de aprendizagem ao longo da “Junior” não só para limpar o nome do vexame decorrentes das práticas cruéis da Standard Oil, mas seus incansáveis esforços para forjar a unidade familiar, mesmo quando ele permitiu aos seus cinco filhos operar independentemente. Isto foi parcialmente realizado pelos irmãos e familiares com reuniões regulares, mas foi também por causa do alto valor colocado na primeira unidade familiar por Nelson e John terceiro e, mais tarde, especialmente com David quanto às realizações, em 1972, sobre o 100 º aniversário da fundação de Andrew Carnegie da filantropia, da Carnegie Corporation, que teve uma longa associação com a família e as suas instituições, divulgou uma declaração pública alegando sua importância para humanidade: “As contribuições da família Rockefeller são surpreendentes em sua extraordinária amplitude e no âmbito da sua contribuição para a humanidade.” No que tange à riqueza, John D. Rockefeller negou a ter a fortuna de US$ 10.000.000.000. No entanto, em 29 de setembro de 1916 (designadamente anos após o desmembramento de seu império Standard Oil pelo Supremo Tribunal em 1911), ele passou oficialmente essa marca e se tornou o homem mais rico que já viveu, ultrapassando de longe a fortuna do segundo mais rico, Andrew Carnegie. A associação de ligações pessoais e sociais dos diferentes membros da família são enormes, tanto na América e em todo o mundo, incluindo os políticos, a realeza, figuras públicas, e chefe da missão de empresários.


    O nome Rockefeller é impresso em numerosas localidades em todo o Estados Unidos, sendo mais notavelmente na cidade de Nova Iorque e em Cleveland, onde a família têm suas raízes:

    O Rockefeller Center – prédio de 22 acres no centro de Manhattan instituído pelo Junior.

    A Rockefeller University – Renomeado em 1965 pela premiação do Nobel em Medicina
    Fundação Rockefeller – Fundado em 1913, esta é a famosa entidade filantrópica criada pela Sênior e Júnior;
    O Fundo Rockefeller Brothers – Fundado em 1940 pela terceira geração de cinco filhos e uma filha de Junior;
    O Fundo Family Rockefeller – Fundado em 1967 por membros da família da quarta geração;
    O Grupo Rockefeller – Um grupo fechado de gestão familiar é agora totalmente detida pela Mitsubishi Estate Co. Ltd.;
    A Rockefeller Research Laboratories Building – Um importante centro de pesquisa de câncer de que foi criado em 1986 e nomeado após Laurance. Esta, situa-se no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center;
    O Rockefeller Center – Lar dos Estudantes Internacionais, Serviços de escritório e departamento de filosofia, política e direito da Universidade Estadual de Nova York em Binghamton;
    A Capela Rockefeller – Concluída em 1928, este é o edifício mais alto no campus da Universidade de Chicago, criada em 1889 por Sênior;
    A Rockefeller Hall – Criada pela Senior em 1906, este edifício alberga a Case Western Reserve University Physics Department;
    A Rockefeller Hall – Criada pela Sênior e concluída em 1906, este edifício alberga a Universidade Cornell Physics Department;


    A Rockefeller Hall – Criada pela Senior em 1887, que concedeu um Vassar College. Abriga salas multi-usos, departamentais para a ciência política, filosofia e matemática;
    A Rockefeller Hall – Criada pela Sênior e concluída em 1886, este é o mais antigo prédio no campus da Spelman College;
    O Colégio Rockefeller — Apelidada de John D. Rockefeller III, este é um colégio residencial em Universidade de Princeton;
    O Michael C. Rockefeller Center Arts – Concluída em 1969 em memória do filho do Nelson Rockefeller, este é um centro cultural da Universidade Estadual de Nova York;
    O Michael Collection C. Rockefeller e do Departamento de Arte Primitive – Concluída em 1982, após ter sido iniciado por Nelson, essa é uma ala do Metropolitan Museum of Art;

    A lista é gigantesca e abrange todas as áreas cientificas e culturais que conhecemos.
    John D. Junior, através de seu filho Nelson, comprou e, em seguida, doou o terreno sobre o qual se senta a sede da ONU, em Nova York, em 1946. Ele também financiou a notável “Escavações em Luxor” no Egito, assim como estabeleceu uma Escola de Estudos Clássicos em Atenas. Além disso, ele forneceu o financiamento para a construção do Museu Arqueológico da Palestina, em Jerusalém – o Museu Rockefeller.


    Por todas as razões expostas, a família e o seu grande alcance filantrópico, e seu petróleo, imobiliárias, bancos, instituições internacionais, são consideradas hoje as maiores empresas desses ramos nos Estados Unidos. Observamos claramente que a Família Rockefeller exerce o poder, controlando a educação, a saúde, a economia e o petróleo. Não seria exagero pensar que com todo esse prestígio, a ganância pelo controle mundial seja repassada de geração em geração. É fato que eles sejam hoje uma das famílias que ditam as regras junto com os Rothschilds.


    Anunnaki
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    Rothschild.


    A Família Rothschild (conhecida como A Casa de Rothschild, ou mais simplesmente os Rothschild) é uma família Europeia de Judeus Alemães (mais especificamente Judeus Ashkenazi ,ou Ashkenazim) que estabeleceram casas de finanças e banca Europeias nos finais do século 18. Cinco linhas do ramo Austríaco da família foram elevadas a nobreza Austríaca sendo lhes atribuídos títulos hereditários de Barões do Império de Hadsburg, pelo Emperador Francis II em 1816. O Ramo Britânico da família foi elevado a nobreza Britânica a pedido da Rainha Victoria. É referido que durante o século 19 a família possuiu a maior fortuna privada no mundo e também de longe a maior fortuna na história do mundo moderno. Em 1743, Ancho Moses Bauer abriu uma loja de cunhagem em Frankfurt. Por cima da porta, colocou um letreiro, que incluía uma águia romana e um escudo vermelho. A loja ficou conhecida como “a loja do escudo vermelho”, ou em alemão, Rothschild. Quando o seu filho, Ancho Mayer Bauer, herdou o negócio, decidiu mudar o seu nome para Rothschild. Ancho acabou por aperceber-se de que emprestar dinheiro a governos e reis dava mais lucro do que emprestá-lo a particulares. Não só os empréstimos eram maiores, mas eram seguros, assegurados pelos impostos do país. Entretanto, em 1800, o Banque de France é criado nos mesmos moldes que o Bank of England, mas Napoleão nunca confiou nele: “A mão que dá está acima da mão que recebe. O dinheiro não tem pátria. Os financeiros não têm patriotismo nem decência. O seu único objectivo é o lucro”. Rothschild teve 5 filhos. Treinou-os a todos nos truques da criação de dinheiro, e enviou cada um para um lugar estratégico diferente, para abrirem filiais do negócio bancário de família. 

    O seu primogênito, Ancho Mayer, ficou em Frankfurt, para suceder ao pai. O segundo filho, Solomon, foi enviado para Viena. O seu terceiro filho, Nathan, era claramente o mais esperto, foi enviado para Londres, em 1728, 100 anos após a fundação do Bank of England. O seu quarto filho, Carl, foi para Nápoles, e o seu quinto filho Jacob, foi para Paris. Em 1725, Mayer Rothschild mudou toda a família para uma nova casa, que partilhava com a família Shiff, e que se tornou conhecida como a casa Greenshield. Estas duas famílias iriam ter um papel preponderante na história financeira da Europa e dos Estados Unidos. Os Rothschild começaram por encetar um relacionamento com o Príncipe Guilherme de Áustria, o nobre mais rico da Europa. Mas quando Napoleão o forçou ao exílio, ele enviou 550.000 libras, uma soma exorbitante nesse tempo, para Nathan Rothschild em Londres com instruções para que comprasse títulos do tesouro ingleses, mas Nathan usou o dinheiro em seu próprio proveito. Com Napoleão à solta pela Europa, as oportunidades de negócios em tempo de guerra eram enormes. Guilherme voltou pouco antes da batalha de Waterloo, em 1815. Convocou Rothschild e exigiu o seu dinheiro de volta. Os Rothschild devolveram o dinheiro, acrescido dos juros que teriam rendido se empregues em títulos do tesouro. Mas ficaram com o lucro que tinham tirado do uso do dinheiro de Guilherme. Um lucro exorbitante.

    Por exemplo: na Inglaterra, Nathan Rothschild viu a oportunidade de montar um golpe que lhe permitiria apoderar-se do mercado de capitais ou mesmo do Bank of England, nas vésperas de batalha de Waterloo. Rothschild enviou um espião para Waterloo. Mal a batalha acabou, o seu espião partiu rapidamente de volta a Inglaterra. Entregou a notícia a Rothschild 24 horas antes do próprio correio de Wellington. Rothschild correu para a bolsa com um ar triste e abatido. Todos o seguiam com o olhar. Subitamente, Nathan começa a vender. Os outros investidores viram que ele tinha começado a vender. A resposta só poderia ser uma: Napoleão tinha ganho em Waterloo e Rothschild sabia. Em poucos minutos, todos vendiam. Os preços caíram em flecha. Entretanto, agentes de Rothschild começaram a comprar secretamente os títulos por uma fração do seu valor real. Numa questão de horas, Nathan Rothschild passou a dominar a bolsa de Londres, assim como, segundo se supõe, o Bank of England. Nathan mais tarde gabou-se de, nos 17 anos que passou em Inglaterra, ter multiplicado as 20.000 libras que recebera do pai para se estabelecer em 2500 vezes. Graças à cooperação familiar, os Rothschild tornaram-se incrivelmente ricos. Em meados do século XIX, dominavam o sistema bancário europeu e eram sem dúvida a família mais rica do mundo. Por volta de 1850, James Rothschild, o herdeiro do ramo francês da família, tinha um ativo de 600 milhões de francos franceses, 150 milhões a mais que todos os outros banqueiros franceses somados. Os Rothschild eram portanto, a família mais rica do mundo. O resto do século XIX foi denominado da “era dos Rothschild”. Financiaram Cecil Rodes, permitindo-lhe adquirir o monopólio dos diamantes e ouro na África do Sul. Na América, financiaram os Harriman dos caminhos de ferro, os Vanderbild, nos caminhos de ferro e imprensa, Carnegie, no aço, entre muitos outros.

    Durante a primeira guerra mundial, J.P. Morgan era suposto ser o homem mais rico da América. De fato, quando morreu, comprovou-se que era apenas um agente dos Rothschild. J.P. Morgan possuía apenas 19% das suas empresas. No fim do Século XIX, a família Rothschild controlava metade da riqueza do mundo. No entanto, os seus projetos hegemônicos sofreram um revés: A Revolução Americana. Por volta de 1750, o império britânico afirmou-se como o mais forte do mundo. Mas teve de sustentar 4 guerras na Europa desde a criação do Bank of England, e para isso endividou-se grandemente perante o banco. Em 1750, a dívida do governo perante o Bank of England ascendia a 140 milhões de libras. O governo viu-se obrigado a aumentar as receitas das suas colônias para poder pagar os juros da sua dívida com o banco. Na América, a história era diferente. A América não tinha um banco emissor central privado. A colônia era relativamente pobre. Tinha poucos recursos em ouro ou prata. Assim, o governo decidiu-se pela emissão do seu próprio papel-moeda. A experiência funcionou. Benjamin Franklin era um dos apoiantes da emissão de papel-moeda para a colônia. Em 1757, Franklin foi enviado a Londres, e acabaria por ficar pelos próximos 17 anos. Durante esse período, os americanos começaram a emitir o seu próprio papel-moeda. Chamadas de “coloniais”, estas notas tiveram um grande sucesso. Os coloniais eram apenas papel. Não estavam sujeitos a juros e também não tinham qualquer suporte em ouro.

    Quando os banqueiros do Bank of England perguntaram a Franklin a causa da nova prosperidade da colônia americana, a sua resposta foi: “É muito simples. Nas colônias, emitimos o nosso próprio dinheiro. Emitimo-lo nas proporções necessárias às exigências do comércio e indústria de maneira a que os produtos passem facilmente dos produtores para os consumidores. Deste modo, criando o nosso próprio papel-moeda, controlamos o seu poder de compra, e não temos de pagar juros a ninguém“. Apesar de lógica e óbvia, esta explicação teve um enorme impacto no Bank of England. A América tinha aprendido o segredo do dinheiro, e esse segredo não podia ser espalhado. O resultado foi o “colonial act” emitido pelo Parlamento 1764, que proibia os gestores coloniais de emitir o seu próprio dinheiro e os obrigava a pagar todos os impostos em moedas de ouro ou prata. Por outras palavras, obrigava as colônias a aderir ao padrão ouro ou prata. O que se seguiu? Segundo Franklin, mais uma vez: “Em um ano, as condições foram tão invertidas que a era de prosperidade terminou, a depressão instalou-se, ao ponto das ruas das colônias ficarem cheias de desempregados“. Franklin mais tarde afirmou que esta foi a razão principal para a Revolução Americana: “As colônias pagariam prontamente pequenas taxas sobre o chá ou outras mercadorias, se a Inglaterra não lhes tivesse tirado a sua própria moeda, o que provocou desemprego e insatisfação generalizados. A impossibilidade das colônias conseguirem de George III e dos banqueiros internacionais o poder de emitirem a sua própria moeda foi a PRINCIPAL razão para a guerra revolucionária.

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    Por altura do começo da guerra, a colônia tinha sido exaurida de todas as moedas de ouro e prata que possuía pelas taxas que tinha sido forçada a pagar aos ingleses. Assim, o governo continental não teve outro remédio senão imprimir dinheiro para financiar a guerra. Por altura da revolução, a quantidade de dinheiro existente era de 12 milhões de dólares. Pelo fim da guerra, era de quase 500 milhões. Como resultado, a moeda não tinha praticamente valor. Um par de sapatos era vendido a 5.000 dólares. Os coloniais tinham mantido o valor porque tinham sido emitidos apenas na quantidade necessária para facilitar as trocas comerciais. Como George Washington disse tristemente, um vagão de dinheiro mal chegava para comprar um vagão de provisões. Este episódio é apontado hoje pelos defensores do padrão ouro como um exemplo dos malefícios do papel-moeda, esquecendo que esse mesmo sistema tinha funcionado perfeitamente 20 anos antes. O governo continental estava desesperadamente necessitado de dinheiro. Em 1781, permitiram a Robert Morris, o seu superintendente financeiro, que abrisse um banco central privado. Morris era um homem rico, que tinha ganho muito dinheiro durante a revolução com o comércio de suprimentos de guerra. O Bank of North America seguiu o modelo do Bank of England. Foi-lhe permitido praticar banca com reserva faccional, isto é, era-lhe permitido emprestar mais dinheiro que as reservas que tinha, e cobrar juros sobre ele. E, tal como com o Bank of England, foi-lhe garantido o monopólio sobre a emissão da moeda. Foi requerido aos investidores privados que cobrissem a verba de 400.000 dólares para o capital inicial, mas quando Morris se viu incapaz de angariar esse dinheiro, usou a sua influência política para conseguir depósitos em ouro, que tinham sido emprestados pela França à América. Ele emprestou então esse dinheiro a si próprio e aos seus amigos para o reinvestir em ações do seu próprio banco.

    O valor da moeda continuou a cair porque não havia reserva nenhuma por detrás do dinheiro que o banco emitia. Assim, 4 anos depois, a licença para o banco funcionar não foi renovada. O líder do movimento contra o Bank of North America, William Findley, explica a situação claramente: “Esta instituição, seguindo apenas o princípio da avareza, nunca se desviará do seu objetivo …. acumular toda a riqueza e poder do estado” Os homens por detrás do Bank of North America, Alexander Hamilton, Robert Morris e o seu presidente, Thomas Willing, não desistiram. Apenas 6 anos depois, Hamilton fez passar pelo congresso um novo banco central privado. Chamado de First Bank of the United States, Thomas Willing é de novo o seu presidente. Os homens chave eram os mesmos, a única diferença estava no nome do banco. Em 1787, os líderes coloniais reuniram-se em Filadélfia para substituir as leis da confederação. Thomas Jefferson então diz: “Se o povo americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da moeda, primeiro pela inflação e em seguida pela deflação, os bancos e as corporações que surgirão irão despojá-los de toda a sua riqueza até que os seus filhos um dia acordem privados da terra, do continente que os seus pais conquistaram.” Gouvernor Morris, um ex-colaborador do bank of North America, e que conhecia bem o sistema, afirmou: “Os ricos lutarão para estabelecer o seu domínio e escravizar o resto. Sempre o fizeram, sempre o farão …. farão o mesmo aqui que fizeram nos outros lados, se, pelo poder do governo, não os circunscrevermos ao seu próprio meio.

    Hamilton e companhia não desistem. Tentam convencer os congressistas a inserir na constituição a proibição de emissão de moeda ao governo. O resultado foi a constituição ser omissa nesse assunto. Isso deixou a porta aberta aos banqueiros, tal como tinham planeado. Em 1790, os banqueiros atacam de novo. Hamilton, então secretário do tesouro, propõe ao congresso uma lei que autoriza um novo banco central privado. Esta ação coincide com um pronunciamento de Amshel Rothschild a partir de Frankfurt: “Deixem-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação, e não me importo com quem faz as leis“. Depois de um ano de debates, o congresso acaba por aprovar a lei, concedendo uma concessão de 21 anos. O novo banco era para ser chamado de First Bank of the United States, ao qual foi dado o monopólio sobre a moeda, apesar de 80% do seu capital ser privado. Os restantes 20% seriam pagos pelo governo. A razão disto foi para esses 20% fornecerem capital para os donos privados subscreverem as suas cotas. Mais uma vez, o banco emprestou dinheiro aos particulares para estes pagarem os restantes 80%. Tal como no Bank of England, o nome dos investidores privados foi mantido secreto. Anos mais tarde tornou-se evidente que os Rothschild eram o poder real por detrás do Bank of the United States. Contrariamente ao que seria de exigir dum banco central, isto é, controlar a economia, nos 5 anos que se seguiram o governo faz uma dívida de 8 milhões de dólares e os preços sobem 75%. Thomas Jefferson observa tristemente o resultado, e afirma: “Gostaria que fosse acrescentada à Constituição um simples parágrafo proibindo o governo americano de pedir emprestado.”

    Em 1800, Thomas Jefferson é eleito presidente. Em 1803, Jefferson e Napoleão fazem um acordo: os USA dão a Napoleão 3 milhões de dólares em ouro, em troca do território de Louisiana. Com esses 3 milhões de dólares, Napoleão financiou um exército e parte à conquista de Europa. Mas o Bank of England não tardou a reagir: financiou todas as nações que se opuseram a Napoleão, fazendo enormes lucros com a economia de guerra. A Prússia, a Áustria e a Rússia endividam-se fortemente numa tentativa de parar Napoleão. 4 anos depois, estando o principal exército francês na Rússia, Nathan Rothschild, então o chefe do Bank of England, cria um plano para contrabandear um carregamento de ouro através da França para financiar um ataque do Duque de Wellington a partir de Espanha. Nathan mais tarde gabou-se que este foi o melhor negócio que jamais fez. Nem sabia das oportunidades que iria ter no futuro próximo. Wellington virou o curso da guerra na Europa, até à abdicação de Napoleão e coroação de Luís XVIII. Entretanto, na América, os americanos tentavam-se também libertar do banco central. Em 1811, foi colocado um projeto-lei perante o congresso para renovar a concessão do First Bank of the United States. A reação foi quase unânime contra o First Bank. Nathan Rothschild tinha avisado os Estados Unidos que o país se veria perante uma guerra desastrosa se não renovasse a concessão. A lei acabou por não passar por apenas um voto. James Madison era então o presidente. Em 5 meses, a Inglaterra atacou os Estados Unidos e começou a guerra de 1812. Mas os ingleses estavam enfraquecidos com a guerra com Napoleão, e a guerra de 1812 acabou num empate 2 anos depois.

    Os banqueiros tinham perdido uma batalha, mas não tinham perdido a guerra. Em apenas 2 anos, conseguiram reintroduzir o seu banco. Entretanto, na Europa, em 1815, Napoleão escapa e volta à Paris. As tropas juntam-se à ele. Napoleão consegue 5 milhões de libras do banco para refazer o seu exército. Voltando à América, em 1815, passa pelo Congresso mais uma lei permitindo a criação de mais um banco central privado. Foi chamado de “Second Bank of the United States”. Mais uma vez, o esquema repete-se: o estado entra com 20% do capital, que é usado para financiar a compra dos outros 80% pelos investidores privados. Mais uma vez, os investidores eram desconhecidos, mas soube-se que cerca de 1/3 das ações foram vendidos para o estrangeiro. Portanto, em 1816, os Rothschild tinham o controlo do Bank of England e de uma parte do novo banco central americano. Passados 12 anos, o povo americano não suportava mais o Second Bank. Apoiou um forte opositor do Second Bank na sua candidatura para presidente: Andrew Jackson. Para surpresa dos banqueiros, Jackson é eleito em 1828. Jackson assume a presidência determinado em acabar com o banco logo que possa. Mas a concessão do banco durava até 1837, isto é, ao último ano do seu segundo mandato, se conseguisse manter até lá.


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    Jackson começou por despedir do funcionalismo público todos os agentes do Second Bank. Despediu cerca de 2.000 funcionários. Em 1832, próximo das eleições, o banco atacou: pediram ao congresso para passar a renovação da concessão com 4 anos de antecedência. A lei passou pelo congresso, mas Jackson vetou-a. A sua mensagem de veto é um dos mais memoráveis documentos da história americana: “Não são só os cidadãos deste país que irão receber os juros deste governo. Mais de 8 milhões de ações deste banco pertencem a estrangeiros … Não existirá perigo para a nossa liberdade e independência num banco que pela sua natureza tem tão pouco que o ligue a este país? Controlando a nossa moeda, recebendo o nosso dinheiro, e mantendo milhares dos nosso cidadãos na sua dependência… seria mais formidável e perigoso que o poder militar do inimigo. Se o governo assumisse este cargo, e espalhasse as suas bençãos por todos, ricos ou pobres, seria uma grande bondade. Na lei que me foi apresentada parece existir um largo e desnecessário afastamento destes princípios de justiça.”  O congresso não conseguiu ultrapassar o veto de Jackson. Agora Jackson tinha de se reeleger. Jackson apelou diretamente ao povo. Pela primeira vez na história americana, Jackson fez a sua campanha na estrada. O seu slogan foi “Jackson e nenhum banco”.

    Apesar de os banqueiros terem financiado a campanha dos republicanos com 3 milhões de dólares, Jackson foi reeleito. Depois de reeleito, Jackson ordenou ao seu secretário do tesouro que começasse a remover os depósitos do governo do Second Bank e os colocasse em bancos estaduais. O secretário recusou-se a fazê-lo. Jackson despediu-o e substituiu-o. O sucessor recusou-se também. Jackson despediu-o e substituiu-o. O novo secretário do tesouro começou a remover os depósitos em 1 de outubro de 1833. 

    O presidente o second Bank, Biddle, não só apresentou uma moção ao congresso para rejeitar a nomeação do novo secretário do tesouro, como, numa demonstração de arrogância, ameaçou com uma depressão se o mandato do banco não fosse renovado. Afirmou que iria tornar o dinheiro escasso e provocar uma recessão até que o congresso restaurasse a concessão do banco. 

    E assim fez. Começou a executar os empréstimos e a não os renovar ou conceder, o que provocou um pânico generalizado na bolsa e mergulhou o país numa depressão profunda. Depois acusou o governo de ter provocado a crise ao retirar os seus fundos do banco. Tão grande era já o poder do banco, que Biddle acreditava firmemente que submeteria o país inteiro a uma chantagem econômica até que o país cedesse.

    Uma gigantesca campanha dos jornais é montada contra Jackson. O Second Bank prometia abertamente financiamentos a quem o apoiasse. Em alguns meses, o congresso reuniu-se numa sessão extraordinária. Seis meses depois de ter retirado os fundos públicos do banco, Jackson recebeu um voto de censura do congresso. Começou uma corrida contra o tempo. Se o congresso conseguisse reunir votos suficientes para anular o veto do presidente, o Second Bank receberia novo mandato por mais 21 anos. Tempo suficiente para se instalar firmemente no poder. Tudo parecia perdido. Então, aconteceu o milagre. O governador da Pensilvânia dá o seu apoio publico ao presidente. Por outro lado, tornou-se pública a bravata de Biddle de que iria provocar o crash da economia americana. A maré mudou.

    Em 1834, o congresso votou contra o novo mandato do Second Bank. Foi criada uma comissão para investigar a responsabilidade do banco no crash econômico. Quando esta comissão chegou ao banco com um mandato do tribunal para investigar a contabilidade do banco, Biddle recusou-se a entregá-la. Nem permitiu o acesso à sua correspondência privada com os políticos e congressistas, prometendo financiamentos tal como pagamentos feitos aos congressistas. Biddle também se recusou a testemunhar em Washington. A 8 de Janeiro, 1835, Jackson pagou a ultima prestação da dívida pública, tendo-se tornado no único presidente que pagou a dívida pública.  A 30 de janeiro, Lawrence, um assassino, tentou matar Jackson, mas por um acaso da sorte as duas pistolas não dispararam. Lawrence foi mais tarde inocentado do atentado, por insanidade mental. Depois de ser solto, gabou-se que gente poderosa na Europa o tinham contratado e prometido proteção no caso de ser apanhado.

    No ano seguinte, no fim do seu mandato, o Second Bank encerrou as operações. Biddle foi mais tarde acusado de fraude e preso, mas morreu pouco depois, não chegando a ser julgado. O Second Bank estava morto e enterrado. No entanto, os bancos estaduais ainda funcionavam com o sistema de reservas fracionais, o que criava instabilidade econômica. Os banqueiros internacionais tentaram reconquistar a sua influência através dos bancos estaduais, mas não o conseguiram. Então, os banqueiros voltaram à velha fórmula: guerra, para criar endividamento e dependência. A América poderia ser manietada se entrasse numa guerra civil, tal como acontecera em 1812, com o First Bank. Um mês depois de Lincoln ser eleito, a guerra civil começava. Escravatura foi uma das causas da guerra civil, mas não foi a causa principal. Lincoln sabia que a economia do Sul era dependente da escravatura, e não tinha intensão de a eliminar. Do seu discurso de tomada de posse: “Não tenho qualquer intenção de interferir direta ou indiretamente na instituição da escravatura nos estados onde ela existe. Acredito que não tenho o direito de o fazer, e não estou inclinado a fazê-lo“.

    Mesmo depois de a guerra civil começar, diz: “O meu objetivo primordial é salvar a União, e não é destruir ou assegurar a escravatura. Se pudesse salvar a União sem libertar qualquer escravo, fá-lo-ia.” Os estados do norte tinham criado tarifas protetoras para impedir os estados do sul de comprar os produtos europeus, que eram mais baratos. A Europa retaliou, deixando de importar o algodão americano. Os estados do sul estavam numa situação nada invejável. Eram obrigados a pagar mais caro pelos produtos de consumo, e viram as suas fontes de receitas fecharem-se. Os banqueiros europeus ainda estavam em choque pela sua perda do controle dos Estados Unidos. Desde então, a economia americana tinha crescido, tornando o país rico. Um mau exemplo para o resto do mundo. Os banqueiros viam agora uma oportunidade de dividir a nova nação. Dividir e conquistar, pela guerra.

    Temos uma testemunha credível: Otto Von Bismark. Ele diz: “A divisão dos Estados Unidos em dois blocos de força comparável foi decidida muito antes da guerra civil pelos poderes financeiros europeus. Estes banqueiros tinham medo que, se a nação se mantivesse unida, adquirisse independência econômica e financeira, o que prejudicaria o seu domínio financeiro sobre o resto do mundo.” Mal a guerra começou, os banqueiros internacionais financiaram Napoleão III com 210 milhões de francos, para se apoderar do México e colocar tropas ao longo da fronteira sulista americana, aproveitando-se da guerra civil para violar os tratados internacionais e transformar o México de novo numa colônia. Uma vez a guerra acabada, os Estados Unidos, enfraquecidos e endividados, seriam presa fácil para os banqueiros europeus.

    Ao mesmo tempo, 11.000 soldados ingleses foram despachados para o Canadá, onde foram dispostos ameaçadoramente ao longo da fronteira norte dos Estados Unidos. Lincoln precisava desesperadamente de dinheiro. Então, foi a Nova Yorque com o seu secretário do tesouro, Salmon P. Chase, ter com os banqueiros internacionais. Os banqueiros, ansiosos por verem o Norte perder, ofereceram empréstimos a juros de 24 a 36%. Lincoln recusou e voltou para Washington. Lincoln entrou em contato com um velho amigo, Cor. Dick Taylor, de Chicago, e apresentou-lhe o problema de arranjar financiamento para a guerra. A sua resposta foi: “Mas isso é fácil. Basta que o Congresso aprove uma lei autorizando o governo a emitir títulos do tesouro. Use-os para pagar aos seus soldados e ganhe a guerra com eles“. Lincoln exprimiu as suas dúvidas quanto ao povo aceitar estes títulos como dinheiro. Taylor respondeu: “O povo ou qualquer outro não terão voto na matéria. Terão garantia total do governo e serão tão bons como dinheiro. O congresso tem poderes para o fazer garantidos expressamente pela Constituição.

    Foi o que Lincoln fez. O governo emitiu em 2 anos 450 milhões de dólares dessas notas, sem qualquer endividamento ou juros. Por terem o verso todo verde, estas notas ganharam rapidamente o nome de “Green Backs”. Mais tarde, Lincoln diz: “O governo devia criar, distribuir e circular todo o dinheiro e crédito necessário para satisfazer as suas despesas e o poder de compra dos seus clientes… O poder de emitir dinheiro não é só prerrogativa do governo, mas também a sua maior oportunidade criadora. Pela adoção destes princípios, os contribuintes pouparão enormes somas em juros. O dinheiro cessará de ser o senhor para ser o servo da humanidade.” Um editorial do Times de Londres mostra-nos o impacto deste exemplo na Europa dominada pelos banqueiros: “Se esta política financeira irresponsável, que tem a sua origem na América do Norte, se transformar numa realidade, então esse governo poderá satisfazer as suas necessidades de dinheiro sem qualquer custo. Pagará as sua dívidas e não terá dívida. Terá todo o dinheiro necessário para garantir o comércio. Tornar-se-á próspero numa escala sem precedentes na história universal. Os cérebros e a riqueza de todos os países irão para a América do Norte. Esse país deve ser destruído ou destruirá todas as monarquias do globo“.

    O esquema funcionou. No entanto, Lincoln foi levado mais tarde a aceitar o “Nacional Banking Act”, permitindo a criação de bancos nacionais. Estes bancos funcionariam sem juros e teriam coletivamente o monopólio exclusivo sobre a emissão desta nova forma de dinheiro. Lincoln teve uma ajuda inesperada do Czar Alexandre II da Rússia, que tal como Bismark, conhecia bem os banqueiros internacionais e recusou a instalação de um banco central privado na Rússia. E percebeu que era do seu interesse ajudar os americanos. Então, emitiu uma declaração dizendo que, se a Inglaterra ou a França interviessem na guerra ou ajudassem o sul, a Rússia consideraria esse ato como uma declaração de guerra. Fez o mesmo com a sua frota no pacífico, e enviou-a para S. Francisco.

    Lincoln teria revogado o Banking Act depois da guerra, se tivesse sobrevivido. Tinha escrito, entretanto: “O poder do dinheiro parasita a nação em tempos de paz e conspira contra ela em tempos de guerra. É mais despótico que a monarquia, mais insolente que a autocracia, mais egoísta que a burocracia.” O seu secretário do tesouro, Salmon P. Chase, diria também: “O meu auxílio em fazer passar o Nacional Banking Act foi o maior erro financeiro da minha vida. Criou um monopólio que afeta todos os interesses deste país.” 4 dias depois do fim da guerra, Lincoln foi assassinado. Bismark foi claro: A morte de Lincoln foi um rude golpe para toda a cristandade. Não havia nenhum homem nos Estados Unidos capaz de ocupar o seu lugar … Receio que os banqueiros internacionais, com a sua manha e tortuosidade, acabarão por controlar completamente a enorme riqueza da América, e usá-la para sistematicamente corromper a civilização moderna. Não hesitarão em mergulhar toda a cristandade na guerra e no caos para que possam herdar a Terra.”

    Provas de que os banqueiros internacionais estiveram por detrás do assassinato de Lincoln acabaram por aparecer 70 anos depois, em 1934. Com Lincoln fora do caminho, o primeiro passo foi dado para destruir o dinheiro nacional americano. 8 anos depois de Lincoln morrer, os banqueiros internacionais conseguiram não só acabar com o padrão prata como que a moeda americana aderisse ao padrão ouro. Porquê? Porque havia muita prata nos Estados Unidos. Os banqueiros internacionais não podiam controlar a prata, mas já controlavam o ouro.

    Armas Silenciosas para Guerras Discretas.

    Este documento é tão importante que o copiei na íntegra, não vá o original desaparecer da net. Farei a tradução para português do seu conteúdo mais relevante. Não irei traduzir a parte relativa ao modelo econômico apresentado, por não a considerar relevante. No entanto, o original em inglês contém o documento na íntegra.

    Pode vê-lo, na sua língua original, o inglês, aqui e fazer o seu download aqui.

    Foi extraído de um livro, Behold a Pale Horse, uma referência ao quarto cavaleiro do Apocalipse, de William Cooper, editado em 1991. O livro foi feito exclusivamente para tornar público este documento. A sua origem é estranha. Trata-se de um documento secreto que apareceu numa máquina de fotocópia em 7 de Julho de 1986, comprada em segunda mão para o aproveitamento de peças por um funcionário da Boeing. Pessoalmente, considero esta uma história de cobertura para proteger a pessoa que divulgou este documento. De qualquer modo, o FBI identificou o autor desta quebra de segurança, e este encontra-se presentemente preso numa penitenciária federal por divulgação de segredos de estado.

    Lemos no seu prefácio: “Relativamente ao manual de treino, pode reparar que removemos as notas marginais do aluno do Centro de Treino da CIA, mas posso assegurar-vos que o manual é autêntico, e foi impresso para introduzir o aluno na conspiração. Foi autenticado por quatro analistas de Inteligência Militar. Um deles, recentemente reformado, quer que o documento seja divulgado por todo o mundo. Outro trabalha ainda como engenheiro eletrônico para o Governo Federal, e tem acesso a toda a série de manuais. Outro está estacionado no Havaí, e tem o mais alto código de segurança da Inteligência Naval, e o outro, que ensina numa universidade, mas que trabalhou para a CIA, e quer sair antes que o machado caia em cima dos conspiradores.

    TOP SECRET.

    Silent Weapons for Quiet Wars

    Manual Técnico de Pesquisa Operacional, TM-SW7905.1

    Bem Vindo à bordo.

    Este manual celebra o 25º aniversário da Terceira Guerra Mundial, chamada a “Guerra Discreta”, conduzida através do uso de armas biológicas subjetivas, travada com “armas silenciosas”.

    Este manual contém uma descrição introdutória desta guerra, as suas estratégias e as suas armas.

    Classificação de Segurança.

    É praticamente impossível discutir engenharia social ou a automação da sociedade, i.e., o projeto de sistemas de automação social (armas silenciosas) a nível nacional ou mundial sem deduzirmos extensos objetivos de controle social e destruição da vida humana, i.e., escravidão e genocídio. Este manual é em si uma declaração de intenções similares. Deve, portanto, ser mantido fora do escrutínio público. De outro modo, poderia ser reconhecido como uma declaração formal de guerra doméstica. Além disso, sempre que uma pessoa ou grupo de pessoas em posição de poder e sem o conhecimento público recorrer a estes métodos e metodologias para a conquista econômica – deverá ser entendido que existe uma guerra de fato entre esta pessoa ou grupo de pessoas e o público. A solução para os problemas de hoje requerem uma abordagem franca, sem quaisquer escrúpulos religiosos, morais ou culturais. Você qualificou-se para este projeto graças à sua capacidade de olhar fria e racionalmente para a sociedade humana, e de no entanto analisar e discutir com os seus pares intelectuais sem perder discrição ou humildade. Tais virtudes são praticadas no seu melhor interesse. Não se desvie delas.

    Introdução histórica.

    A tecnologia de armas silenciosas evoluiu do Operations Research (O.R.), uma metodologia tática e estratégica desenvolvida sob o governo militar na Inglaterra durante a Segunda guerra Mundial. O objetivo original do Operations Research era estudar os problemas táticos e estratégicos de defesa aérea e terrestre com o objetivo de usar efetivamente os recursos militares contra inimigos estrangeiros (i.e. logísticos). Aqueles no poder reconheceram que estes mesmos métodos seriam úteis para controlar totalmente uma sociedade. Mas eram precisas melhores ferramentas. A engenharia social (a análise e automação de uma sociedade) requer correlações de grandes quantidades de informações econômicas em constante mutação, de maneira que um sistema computorizado de análise de dados de alta velocidade era necessário, capaz de se manter à frente da sociedade e predizer o momento da capitulação.

    Os computadores de relés eram demasiado lentos, mas o computador eletrónico, inventado em 1946 por J. Presper Eckert e John W. Mauchly, mostrou estar à altura. O próximo passo decisivo foi o desenvolvimento da programação linear simplex em 1947 pelo matemático George B. Dantzig. Então em 1948, o transistor, inventado por J. Bardeen, W.H. Brattain e W. Shockley, prometeu uma grande expansão dos computadores reduzindo espaço e potência necessária. Com estas três invenções sob seu controle, aqueles ocupando o poder tinham fortes suspeitas de que era possível controlar todo o Mundo com um simples apertar de botão. Imediatamente, a Fundação Rockefeller assume a liderança concedendo um subsídio à Universidade de Harvard, criando o Projeto de Investigação Econômica de Harvard para o estudo da estrutura da economia americana. Um ano depois, em 1949, a Força Aérea dos Estados Unidos aderiu ao projeto.

    Em 1952 os quatro anos do subsídio terminaram, e foi efetuada uma reunião de alto nível para determinar a próxima fase da investigação de operações sociais. O projeto de Harvard tinha sido muito frutuoso, tal como podemos constatar na publicação de alguns dos seus resultados em 1953 sugerindo a viabilidade de engenharia social (econômica). (Estudos sobre a estrutura da economia americana – copyright 1953 por Wassily Leontief, International Science Press, Inc., White Plains, New York). Projetada na segunda metade da década de 1940, a nova máquina de Guerra Silenciosa era uma das “jóias da coroa” em 1954. Com a construção do maser em 1954, a promessa do surgimento de energia ilimitada graças à energia de fusão usando o hidrogênio da água do mar e a consequente disponibilidade de poder social ilimitado era uma possibilidade a apenas algumas décadas de distância.

    A combinação era irresistível. A Guerra Silenciosa foi discretamente declarada pela Elite Internacional numa reunião celebrada em 1954. Apesar de o sistema de armas silenciosas ter sido quase exposto 13 anos depois, a evolução do novo sistema de armamentos nunca sofreu nenhum revés sério. Este volume marca do 25º aniversário do começo da Guerra Silenciosa. Esta guerra doméstica já teve muitas vitórias em muitas frentes por todo o mundo.

    Anunnaki
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    Introdução Política.

    Em 1954, aqueles ocupando posições de autoridade sabiam que seria apenas uma questão de tempo, poucas décadas apenas, até que o público em geral fosse capaz de prejudicar a estrutura de poder, porque os próprios elementos da nova tecnologia de armamento silencioso seria tão acessível para uma utopia pública como para providenciar uma utopia privada. A questão principal, a do domínio, girava em torno das ciências energéticas.

    Energia.

    Reconhece-se que a energia é a chave de toda a atividade na Terra. As Ciências Naturais são o estudo dos recursos e o controle da energia natural, e a Ciência Social, expressa teoricamente como economia, é o estudo dos recursos e controle da energia social. Ambas são sistemas de contabilidade: matemática. Portanto, a Matemática é a Ciência Energética Principal. E a contabilidade pode ser suave desde que o público seja mantido ignorante da metodologia da contabilidade. Toda a Ciência é apenas um meio para atingir um fim. O meio é conhecimento. O fim é controle. Para além disto, resta apenas uma questão: quem é o beneficiário?

    Em 1954 esta era a principal preocupação. Apesar de terem sido invocados os assim chamados “princípios morais”, em função da lei de seleção natural foi ponto assente que uma nação ou mundo de pessoas que não são capazes de usar a sua inteligência não são melhores que animais que não possuem inteligência. Essas pessoas são bestas de carga e bifes de mesa por escolha e consentimento. Consequentemente, no interesse da futura ordem mundial, paz e tranquilidade, foi decidido travar uma guerra silenciosa contra o público americano com o objetivo final de transferir permanentemente a energia natural e social (riqueza) dos muitos indisciplinados e irresponsáveis para as mãos dos poucos merecedores, auto-disciplinados e responsáveis.

    Para implementar este objetivo, era necessário criar, possuir e aplicar novas armas que, tal como se viu, era um tipo de armas tão subtil e sofisticado no seu princípio operacional e exposição pública que mereceram o nome de “armas silenciosas”. Em conclusão, o objetivo da pesquisa econômica, tal como foi conduzida pelos magnatas do capital (banca) e as indústrias de produtos (produtos) e serviços, é o estabelecimento de uma economia completamente previsível e manipulável. Para estabelecer a total previsibilidade da economia, os elementos da classe social inferior deverão ser colocados totalmente sob controle, i.e., devem ser domados, treinados, e ser-lhes colocada a canga e deveres sociais a longo prazo o mais cedo possível, antes que tenham oportunidade de questionar a validade da questão. Para atingir tal conformidade, a unidade familiar da classe inferior deve ser desintegrada por um processo de aumentar a preocupação nos pais e instauração de creches governamentais para acolher as crianças assim tornadas órfãs ocupacionais. 

    A qualidade da educação para a classe inferior deve ser a pior possível, para que o ambiente de ignorância isolando a classe inferior da classe superior seja incompreensível para a classe inferior. Com um tal handicap inicial, mesmo indivíduos espertos da classe inferior não terão qualquer esperança de se libertarem da sua condição. Esta forma de escravatura é essencial para manter alguma ordem social, paz e tranquilidade para a classe superior reinante.

    Introdução Descritiva da Arma Silenciosa

    Uma arma silenciosa é capaz de tudo o que se pode esperar de uma arma normal, mas apenas no seu modo próprio de funcionamento. Dispara situações, em vez de balas; propulsada por processamento de dados, em vez de uma reação química (explosão); originada por bits de dados, em vez de grãos de pólvora; disparada de um computador, em vez de uma arma; operada por um programador de computadores, em vez de um pistoleiro; sob as ordens de um magnata bancário, em vez de um general militar. Não faz barulhos explosivos óbvios, não causa qualquer ferimento físico ou mental óbvio, e não interfere abertamente na vida social de cada um. No entanto faz um “barulho” característico, provoca danos físicos e mentais característicos e interfere caracteristicamente na vida social diária, i.e., característico para um observador treinado, aquele que sabe sobre o que procurar.

    O público não pode compreender esta arma, e portanto é incapaz de acreditar estar a ser atacado e subjugado pela arma. O público pode sentir instintivamente que algo está errado mas, por causa da natureza técnica da arma silenciosa, não consegue exprimir o seu sentimento de uma maneira racional, ou agir sobre o problema de modo inteligente. Portanto, não sabe como pedir ajuda, e não sabe como se juntar aos outros para se defenderem contra ela.

    Quando uma arma silenciosa é aplicada gradualmente, o público ajusta-se/adapta-se à sua presença e aprende a tolerar os seus efeitos na sua vida até que a pressão (psicológica através da economia) se torna grande demais e o público quebra. Portanto, a arma silenciosa é um tipo de guerra biológica. Ataca a vitalidade, opções, mobilidade dos indivíduos de uma sociedade, por conhecer, compreender, manipular e atacar as suas fontes naturais e sociais de energia, e as suas forças e fraquezas físicas, mentais e emocionais.

    Anunnaki
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    Introdução Teórica.

    Deem-me controle sobre a moeda de uma nação, e não me importo sobre quem faz as leis.”Mayer Amschel Rothschild, 1743 – 1812)

    A tecnologia das armas silenciosas de hoje é o desenvolvimento de uma ideia simples descoberta, expressa sucintamente e aplicada efetivamente por Mayer Amschel Rothschild. O Sr. Rothschild descobriu o componente passivo em falta da teoria econômica conhecida como a indutância econômica. Ele, claro, não pensou na sua descoberta nestes termos do século XX, e, claro, a análise matemática teve de esperar pela Segunda Revolução Industrial, o surgimento da teoria da mecânica e da electrónica, e, finalmente, a invenção do computador eletrônico, antes que pudesse ser aplicada efetivamente no controle da economia mundial.

    A Descoberta Energética do Sr. Rothschild.

    O que o Sr. Rothschild descobriu foi a aplicação à economia do princípio básico do poder, influência e controle sobre as pessoas. Este princípio é “se assumir a aparência do poder, as pessoas brevemente lhe darão”. O Sr. Rothschild descobriu que a moeda ou empréstimos bancários tinha a aparência de poder requerida que poderia ser usada para induzir as pessoas (indutância, com as pessoas a corresponder a um campo magnético) a abrir mão da sua riqueza pela promessa de uma riqueza maior (em vez de uma compensação real). As pessoas penhoravam bens reais em troca de um empréstimo ou notas promissórias. O Sr. Rothschild descobriu que podia emitir mais notas do que a cobertura que tinha, desde que tivesse o depósito de ouro de alguém como um elemento persuasor para mostrar aos seus clientes.

    O Sr. Rothschild emprestava as suas notas promissórias para indivíduos e governos. Isso criava confiança excessiva. Então, tornava o dinheiro raro, apertava o controle sobre o sistema, e coletava os penhores através da aplicação dos contratos. O ciclo era então repetido. Estas pressões podiam ser usadas para provocar uma guerra. Então ele controlava a disponibilidade de dinheiro para determinar quem iria ganhar a guerra. Aquele governo que aceitasse dar-lhe o controle do seu sistema econômico recebia o seu apoio. A coleta das dívidas era garantida pela ajuda econômica ao inimigo do devedor. O lucro derivado desta metodologia econômica tornou o Sr. Rothschild mais capaz de expandir a sua riqueza. Ele descobriu que a ganância pública permitiria aos governos a emissão da moeda para além dos limites (inflação) das reservas em ouro ou da produção de bens e serviços.

    Capital Aparente como um Indutor de “papel”.

    Nesta estrutura, o crédito, apresentado como um elemento puro chamado “moeda”, parece ser capital, mas é na realidade capital negativo. Assim, tem o aspecto de um serviço, mas é de fato uma dívida. É portanto uma indutância econômica em vez de uma capacitância econômica, e se não balanceada de outro modo, será balanceada pelo suprimir da população (guerra, genocídio). O conjunto dos bens e serviços representam o capital real chamado Produto Nacional Bruto, e a moeda pode ser impressa até a este nível e ainda representar capacitância econômica; mas moeda impressa para além deste nível é subtrativa, representa a intrudução de uma indutância econômica, e constitui títulos de endividamento.

    A Guerra é, portanto, o meio de balancear o sistema, matando os verdadeiros credores (o público a quem ensinamos a trocar valor real por moeda inflacionada) e caindo sobre o que quer sobre os recursos naturais e regeneração desses recursos. O Sr. Rothschild tinha descoberto que a moeda lhe tinha dado o poder de rearranjar a estrutura econômica em seu próprio proveito, desviando a indutância econômica para aquelas posições econômicas causadores de maior instabilidade e oscilação. A chave final para o controle econômico teria de esperar até que houvessem dados suficientes e sistemas computacionais de alta velocidade para manterem uma vigilância sobre as oscilações econômicas criadas pelos choques de preços e excesso de energia em créditos de papel – indutância monetária/inflação.

    Anunnaki
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    Avanço significativo.

    O campo da aviação providenciou a maior evolução da engenharia econômica através da teoria matemática do tratamento de choque. Neste processo, um projétil é disparado por um avião e a sua explosão no solo provoca ondas de choque monitorizadas por sensores de vibração instalados no avião e ligados a gravadores. Estudando estes ecos ou reflexões do impulso no avião, é possível descobrir as vibrações críticas na estrutura do avião onde quer as vibrações dos motores ou vibrações eólicas nas asas, ou uma combinação dos dois, podem-se reforçar resultando numa vibração ressonante capaz de destruir o avião. Do ponto de vista da engenharia, isso significa que as fraquezas e pontos fortes da estrutura do avião em termos de energia vibracional podem ser descobertas e manipuladas.

    Aplicação na economia.

    Para usar este método de tratamento de choque na engenharia econômica, os preços dos produtos são alterados bruscamente, e a reação do consumo público é monitorizada. Os ecos resultantes do choque econômico são interpretados teoricamente por computadores e a estrutura psico-econômica é assim descoberta. Assim, as consequências de futuros choques podem ser preditas e manipuladas, e a sociedade torna-se num animal auto-regulado, sob o controle de um sistema de contabilidade da energia social regulada por computadores sofisticados. Eventualmente, cada elemento individual da estrutura ficará sob controle computorizado através do conhecimento das preferências pessoais, tal conhecimento sendo recolhido por associação das preferências de consumo (código universal de produtos, UPC; códigos de barras nas embalagens) de consumidores individuais (identificados via associação com o uso de cartões de crédito e de futuro permanentemente “tatuados” com um número pessoal invisível a olho nu.

    Sumário.

    A economia é apenas a extensão social de um sistema energético natural. Tem, também, 3 componentes passivos. Por causa da distribuição da riqueza, da falta de comunicação e da falta de dados, este ramo foi o último sistema energético sobre o qual se adquiriu o conhecimento necessário sobre estes 3 componentes passivos. Uma vez que a energia é a chave de toda a atividade à superfície da Terra, de maneira que para atingir o monopólio da energia, matérias-primas, produtos e serviços e estabelecer um sistema mundial de trabalho escravo, é necessário ter capacidade ofensiva no campo econômico. Para que a nossa posição possa ser mantida, é preciso assegurarmos para nós o conhecimento da ciência do controle de todos os fatores econômicos e sermos os especialistas na engenharia da economia mundial.

    Para mantermos a nossa soberania, devemos pelo menos atingir este fim: que o público não faça a conexão lógica ou matemática entre a economia e as outras ciências energéticas ou aprenda a aplicar esse conhecimento. Isso torna-se cada vez mais difícil de controlar porque mais e mais negócios exigem dos seus programadores informáticos que criem e apliquem modelos matemáticos para a gestão desses negócios. Será apenas uma questão de tempo até que uma nova geração de programadores ou economistas privados depreendam o alcance das implicações do trabalho começado em Harvard em 1948. A velocidade com que eles possam comunicar o seu aviso ao público dependerá grandemente da efetividade como controlarmos os meios de comunicação, da subversão da educação, e em mantermos o público distraído com assuntos sem importância.

    Segue-se uma descrição técnica de um modelo teórico da economia, que não incluirei aqui. Pode consultá-lo no documento original em inglês.

    Até agora, aprendemos muito.

    • Que a elite está ao ataque;
    • Que o seu modo de ataque é a manipulação da economia;
    • Que ela declarou guerra ao homem comum;
    • O seu único objetivo é manter a sua posição de elite, nem que seja à custa de escravizar toda a humanidade;
    • Que os meios que a elite aplicam são passíveis de ser aplicados para a criação de uma sociedade livre e utópica;
    • Que a Guerra é um componente fundamental deste domínio;

    Podemos agora entender o que se passa no mundo hoje: um ataque à classe média, para normalizar a sociedade no modelo desejado pela elite: um povo uniforme e ignorante.

    Vemos também que a maior preocupação da elite é evitar que o povo adquira os meios que está a usar para reduzir a humanidade à escravidão.

    Que o mundo não só pode passar sem a elite, mas também que o mundo seria muito melhor sem ela. O seu único objetivo é manter a sua condição de elite.

    Mas segue-se mais. E pior.

    Anunnaki
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    Introdução aos Amplificadores Econômicos.

    Os amplificadores econômicos são os componentes ativos da engenharia econômica. A característica básica de qualquer amplificador (mecânico, elétrico ou econômico) é a de que ele recebe um sinal de controle e canaliza a energia de uma fonte independente através da sua saída, com uma relação previsível com o sinal de entrada. O tipo mais simples de amplificador econômico é a propaganda. Se uma pessoa for tratada pelo anunciante na TV como se fosse uma criança de 12 anos, graças à susceptibilidade, irá, com alguma probabilidade, responder ou reagir a essa sugestão com a resposta não crítica de uma criança de 12 anos e reagirá no seu reservatório econômico e empregará a sua energia para comprar esse produto impulsivamente na próxima vez que passar numa loja.

    Um amplificador econômico pode ter várias entradas e saídas. A sua resposta pode ser instantânea ou retardada… Qualquer que seja a sua forma, o seu propósito é o de dirigir o fluxo de energia de uma fonte para uma direção em relação direta com o sinal de entrada… Os amplificadores econômicos caem em classes chamadas estratégias e, em comparação com os amplificadores eletrônicos, as funções internas específicas de um amplificador econômico são chamadas de logísticas em vez de elétricas. Portanto, os amplificadores econômicos não só produzem um aumento de potência mas também os seus efeitos são usados mara medir as alterações do circuito econômico.

    Relação das entradas.

    Questões a serem respondidas:

    • o quê
    • onde
    • por quê
    • quando
    • como
    • quem

    Fontes gerais de informação:

    • vigilância telefônica
    • análise do lixo
    • espionagem
    • comportamento das crianças na escola

    Estilos de vida através de:

    • comida
    • alojamento
    • roupa
    • transportes

    Contactos sociais:

    • telefone – registo detalhado das chamadas
    • família – certificados de casamento, de nascimento, etc.
    • amigos, sócios, etc.
    • inscrição em associações
    • afiliação política

    O rastreio pessoal.

    Hábitos pessoais de consumo, preferências de consumo:

    • contas bancárias
    • compras por cartão de crédito
    • compras por cartão de crédito “etiquetadas” – compras de produtos com o código de barras UPC

    Bens:

    • contas bancárias
    • contas poupança
    • propriedades
    • negócios
    • automóveis, etc.
    • outros depósitos em bancos
    • ações

    Compromisso:

    • Credores
    • inimigos (processos em tribunal)
    • empréstimos

    Fontes governamentais *

    • Assistência social
    • Segurança Social
    • Excedentes de comida
    • Bolsas de estudos
    • Subsídios

    * Fontes – o cidadão irá quase sempre tornar a coleta de informação fácil se puder operar no princípio “ sanduíche gratuito” de “comer agora, pagar depois”.

    Fontes governamentais (via intimidação)

    • IRS
    • OSHA
    • censos
    • etc.

    Outras fontes governamentais – espionagem do correio

    Padrões de comportamento – Programação

    Forças e fraquezas:

    • atividades (desportos, passatempos, etc.)
    • antecedentes criminais
    • Registos de saúde (sensibilidade a drogas, à dôr, etc.)
    • Registos psiquiátricos (medos, frustrações, ódios, adaptabilidade, reações a estímulos, violência, sugestibilidade à hipnose, dôr, prazer, amor, sexo)

    Maneiras de reação – adaptabilidade – comportamento:

    • consumo de álcool
    • consumo de drogas
    • diversões
    • fatores religiosos influenciando o comportamento
    • outros métodos de escape à realidade

    Pagamentos, modo de operação – paga a tempo, etc.

    • pagamentos de contas de telefone
    • compras de energia
    • compras de água
    • renegociação de empréstimos
    • prestação da casa
    • prestação do automóvel
    • pagamentos com cartão de crédito

    Sensibilidade política:

    • crenças
    • contatos
    • posição
    • forças/fraquezas
    • projetos/atividades

    Registos legais – controle comportamental (pretextos para investigação, buscas, detenção ou emprego de força)

    • registros de tribunal
    • registros da polícia
    • registros de condução automóvel
    • relatórios feitos pela polícia
    • informação sobre os seguros
    • atitutes anti-establishment
    Anunnaki
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    Origem de Informação Nacional.

    Fontes comerciais (via IRS, etc):

    • preços dos produtos
    • vendas
    • investimentos em
      • stocks/inventário
      • ferramentas de produção e maquinaria
      • prédios e melhoramentos
      • mercado de ações
    • bancos e agências de crédito:
      • informação de crédito
      • pagamentos

    Fontes diversas:

    • sondagens de opinião
    • publicações
    • registros telefônicos
    • compras de bens e utilidades

    Relação de saídas

    Saídas – criar situações controladas – manipulação da economia, e portanto da sociedade – controle através do controle de compensações e ganhos

    Sequência:

      1. Criar oportunidades;
      2. Destruir oportunidades
      3. Controlar o ambiente econômico
      4. Controlar a disponibilidade de matérias-primas
      5. Controlar o capital
      6. Controlar as taxas de juros
      7. Controlar a inflação da moeda
      8. Controlar a posse de propriedade
      9. Controlar a capacidade industrial
      10. Controlar a produção
      11. Controlar a disponibilidade de bens (produtos de consumo)
      12. Controlar os preços dos produtos de consumo
      13. Controlar os serviços, força laboral, etc.
      14. Controlar os pagamentos aos funcionários do governo
      15. Controlar a funções legais
      16. Controlar os dados pessoais – inacessíveis aos atingidos
      17. Controlar a propaganda
      18. Controlar o contato dos media
      19. Controlar o material disponível para a programação da TV
      20. Desviar a atenção das questões reais
      21. Criar emoções
      22. Criar desordem, caos e insanidade
      23. Controlar a concepção de novas formas de taxação
      24. Controlar a vigilância
      25. Controlar o armazenamento de informação
      26. Desenvolver a análise psicológica e perfis dos indivíduos
      27. Controlar as funções legais (repetição de 15)
      28. Controlar os fatores sociais
      29. Controlar as opções de saúde
      30. Alimentar-se da fraqueza
      31. Minar a riqueza e bens

      Mapa de Estratégias.

      Faça isto: Para conseguir isto:
      Mantenha o público ignorante Menos organização pública
      Mantenha o acesso ao controle Reação requerida para as saídas (preços, reação nas vendas)
      Crie preocupação Abaixar das defesas
      Ataque a unidade familiar Controlar a educação da juventude
      Dê menos dinheiro e mais crédito e subsídios Mais cooperação e mais dados
      Ataque a privacidade da igreja Destruir a fé nesta forma de governo
      Conformidade social Simplificar a programação dos computadores
      Minimize o protesto contra os impostos Dados econômicos máximos, menos problemas legais
      Estabilize a cooperação Simplificar os coeficientes
      Aperte os controles das variáveis Dados mais simples – maior previsibilidade
      Estabeleça condições limites Problemas mais simples / soluções das equações diferenciais
      Timing correto Menos desfazamento e espalhamento dos dados
      Maximize o controle Resistência ao controle mínima
      Destrua a moeda Destruir a fé dos americanos uns nos outros


      Anunnaki
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      Diversão, a Estratégia Principal.

      A experiência mostra-nos que, o método mais simples de assegurar uma arma silenciosa e ganhar controle sobre a população, é por um lado mantendo o público indisciplinado e ignorante dos princípios básicos do sistema, e por outro mantendo-os confusos, desorganizados e distraídos com assuntos sem importância.

      Isso pode ser conseguido com: desativar as suas mentes; sabotar as suas atividades mentais; providenciar um programa de baixa qualidade para o ensino público em matemática, lógica, projeto de sistemas e economia; desencorajar criatividade tecnológica.  Ativar as suas emoções, aumentar a busca dos prazeres pessoais e a sua satisfação em atividades emocionais e físicas, através de: afrontação e ataque emocional constante (sequestro mental e emocional) através de uma barragem constante de sexo, violência e guerras nos media – especialmente na TV e jornais.  Dando-lhes o que desejam – em excesso – “junk food para o pensamento” – e privando-os do que realmente precisam. Reescrevendo a História e a lei sujeitando o público à criação enganadora, permitindo assim desviar o seu pensamento das necessidades pessoais para altamente fabricadas prioridades exteriores

      Estas medidas eliminam o seu interesse na descoberta das armas silenciosas da tecnologia da automação social. A regra geral é a de que existe lucro na confusão; quanto mais confusão, mais lucro. Assim, o melhor método é o de criar problemas para a seguir oferecer soluções (Problema – Reação – Solução).

      Sumário das Diversões

      Media: manter a atenção pública afastada dos problemas sociais reais, e cativada por assuntos sem importância.

      Escolas: manter o público jovem ignorante em matemática real, economia real, direito real e História real.

      Entretenimento: manter o entretenimento público abaixo do nível da sexta série.

      Trabalho: manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem tempo para pensar; de volta à quinta com os outros animais.

      Aceitação, a Vitória Principal.

      O sistema de arma silenciosa opera segundo dados obtidos de um público dócil através da força legal. Muita da informação é obtida para os programadores da arma silenciosa pelo IRS. (ver estudos sobre a Estrutura da Economia Americana para uma lista dos dados recolhidos pelo IRS). Esta informação é fornecida através da entrega obrigatória da dados bem organizados contidos nos formulários de impostos federais e estaduais, coletada, reunida e submetida por trabalho escravo providenciado pelos contribuintes e empregadores. Além disso, o número de impressos submetidos ao IRS é um indicador útil da cooperação do público, um fator importante na tomada de decisões estratégicas. Outras fontes de dados estão relacionadas no Relação de entradas.

      Coeficiente de aceitação – dados numéricos de entrada indicando o status de vitória.

      Base psicológica: quando o governo for capaz de coletar impostos e apropriar-se de propriedade privada sem compensação justa, isso é um indício de que o público está pronto para a rendição e consentirá a sua escravização e manietação legal. Um bom e facilmente quantificável indicador do tempo da colheita é o número de pessoas que pagam imposto de rendimentos apesar de uma evidente falta de um serviço recíproco ou honesto por parte do governo.

      Amplificação das Fontes Energéticas.

      O passo seguinte no projeto de um amplificador econômico e a descoberta das suas fontes energéticas. As fontes energéticas que suportam qualquer economia primitiva são, claro, o fornecimento de matérias-primas, e o consenso nas pessoas em trabalhar para assumir uma posição, cargo, nível ou classe na estrutura social, i.e. providenciar trabalho aos diversos níveis da ordem social. Cada classe, ao garantir o seu nível garantido de proventos, controla a classe imediatamente abaixo dela, preservando assim a estrutura de classes. Isso providencia estabilidade e segurança, mas também a governação a partir do topo.

      À medida em que o tempo passa e a comunicação e a educação melhora, os membros da classe inferior da estrutura social laboral tornam-se mais cultos e invejosos das boas coisas que os membros das classes superiores possuem. Também começam a obter o conhecimento dos sistemas energéticos e dos meios para se elevarem na estrutura de classes.

      Isto ameaça a soberania da elite.

      Se a subida das classes inferiores puder ser atrasada o suficiente, a elite consegue atingir o domínio energético, e o trabalho por consentimento não irá mais ter uma posição de fonte energética essencial. Até que o domínio energético seja absolutamente estabelecido, o consentimento das pessoas em trabalhar e deixar os outros gerir os seus assuntos tem de ser levado em consideração, uma vez que não o conseguindo poderia provocar a interferência na transferência final de recursos energéticos para o controle da elite. É essencial reconhecer que neste momento, o consentimento público é ainda um dado essencial para a libertação da energia no processo de amplificação econômicaAssim, o consentimento como um mecanismo de libertação de energia, vai ser abordado agora.


      Anunnaki
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      Logística.

      A aplicação de uma estratégia bem sucedida requer um estudo cuidadoso das entradas e saídas, da estratégia ligando as entradas às saídas, e as fontes energéticas disponíveis para alimentar esta estratégia. O seu estudo é chamado de logística. Um problema logístico é primeiro estudado ao nível elementar, e então níveis de complexidade maior são estudados como uma síntese dos fatores elementares. Isso significa que um dado sistema é analisado, isto é, decomposto nos seus subsistemas, e estes por sua vez são analisados, até que por este processo se atinja o “átomo” logístico, o indivíduo.

      É aqui que o processo de síntese em si começa, no momento do nascimento do indivíduo.

      O ventre artificial.

      Desde o momento em que uma pessoa deixa o ventre materno, todos os seus esforços são dirigidos no sentido de construir, manter e refugiar-se em ventres artificiais, vários tipos de dispositivos protetores ou conchas.

      O objetivo destes ventres artificiais é o de fornecer um ambiente estável quer para a atividade quer para a inatividade; fornecer um escudo para o processo evolucionário de crescimento e maturidade – i.e. sobrevivência; fornecer segurança para liberdade e fornecer proteção defensiva para atividade ofensiva. Isto é igualmente verdade quer para a população em geral quer para a elite. Contudo, há uma diferença fundamental na maneira como cada classe soluciona os problemas.

      A Estrutura Política de uma Nação – Dependência

      A razão principal porque os cidadãos de um país criam uma estrutura política é o desejo subconsciente ou desejo de perpetuar a sua própria relação dependente da infância. Simplesmente, querem um Deus humano que elimine todo o risco das suas vidas, trate das suas feridas, lhes ponha comida à mesa, os vista, os aconchegue na cama de noite, e lhes diga que tudo estará bem quando acordarem de manhã. nível de exigência pública é incrível, e o deus humano, o político, enfrenta incredibilidade com incredibilidade prometendo o mundo e entregando nada. Então, quem é o maior mentiroso? O público? ou o “padrinho”?

      Este comportamento público é o de submissão por medo, preguiça e expediência. É a base do Estado Providência como uma arma estratégica, usada contra uma população repugnante.

      Ação/Ofensiva.

      A maior parte das pessoas quer ser capaz de subjugar a/ou matar outros seres humanos que os atrapalham na sua vida do dia-a-dia, mas não querem ter de enfrentar os problemas morais ou religiosos que um ato visível como este da sua parte levantariam. Assim, encarregam do trabalho sujo outros (incluindo os seus próprios filhos) para manter as mãos limpas de sangue. Reclamam sobre o tratamento desumano a animais e então comem um delicioso hambúrguer vindo de um matadouro no fundo da rua, fora de vista. Mas, ainda mais hipocritamente, pagam taxas para financiar uma associação profissional de assassinos coletivamente chamados de políticos, e então reclamam da corrupção no governo.

      Responsabilidade.

      Mais uma vez, a maioria das pessoas quer ser livre para fazer as coisas (explorar, etc.) mas têm medo de falhar.

      O medo do falhanço manifesta-se na irresponsabilidade, e especialmente na delegação do poder em outros, onde o sucesso seja incerto ou poderá ter implicações legais que a pessoa não está preparada para aceitar. Querem autoridade (raiz da palavra – “Autor”), mas não aceitarão responsabilidade ou fiabilidade. Então, contratam políticos para enfrentarem a realidade por eles.

      Sumário.

      As pessoas contratam os políticos para que possam: obter segurança sem ter de tratar dela. Obter ação sem ter de pensar nela. Cometer roubos, ofensas e assassinatos nos outros sem terem de contemplar a vida ou a morte. Evitar a responsabilidade das suas próprias intensões. Obter os benefícios da realidade e ciência sem exercerem a profissão ou terem de aprender o que fôr sobre estes assuntos.

      Dão aos políticos o poder de criar e dirigir a máquina de guerra para: providenciar a sobrevivência da nação/ventre. Evitar a subversão seja do que for na sua nação/ventre. Destruir o inimigo que ameaçar a nação/ventre. Destruir aqueles cidadãos do seu país que não se conformam em função da estabilidade da nação/ventre. Os políticos têm empregos quase-militares, os mais baixos sendo os polícias e soldados, a seguir os advogados e promotores de justiça, que são espiões e sabotadores (licenciados), e a seguir os juízes que emitem as ordens e dirigem o grupo fechado militar em função das exigências do mercado. Os generais são os industriais. O nível “presidencial” de comando unificado é partilhado pelos banqueiros internacionais. O público sabe que criou esta farsa e a financiou voluntariamente através dos impostos, mas preferia ser subjugado a ser o hipócrita.

      Assim, a nação fica dividida em duas partes distintas, uma sub-nação dócil (a maioria silenciosa) e a sub-nação política. A sub-nação política permanece ligada à sub-nação dócil, tolera-a, e espalha a sua substância até se tornar suficientemente poderosa para se separar dela e a devorar.

      Anunnaki
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      Análise do sistema.

      Para poder tomar decisões econômicas computorizadas à cerca da guerra, o princípio ativo econômico primário, é necessário assinar valores logísticos concretos a cada elemento da estrutura de guerra – tanto para os homens como para os materiais.

      Este processo começa com uma descrição franca e clara dos subsistemas de uma tal estrutura.

      O Recrutamento (como serviço militar).

      Poucos esforços para a modificação do comportamento humano são tão notáveis e efetivos do que a instituição sócio-militar chamada de Recrutamento. O principal objetivo do recrutamento ou outras instituições similares é instilar, por intimidação, nos jovens machos de uma sociedade a convicção dogmática de que o governo é onipotente. Começa por aprender que uma prece é lenta a reverter o que uma bala faz num instante. Assim, um homem treinado num ambiente religioso por 18 anos da sua vida pode, através deste instrumento do governo, ser quebrado, purgado das suas fantasias e sonhos em alguns meses apenas. Uma vez esta convicção introduzida, todo o resto é fácil de introduzir.

      Ainda mais interessante é o processo pelo qual os pais do jovem, que supostamente o amam, podem ser induzidos a mandá-lo para a guerra para ser morto. Apesar de a natureza deste trabalho não permitir uma descrição detalhada deste processo, no entanto, uma exposição sucinta será possível e pode servir para revelar aqueles fatores que devem ser incluídos de uma maneira numérica numa análise computorizada dos sistemas sociais e bélicos.

      Começamos com uma tentativa de definição do recrutamento.

      O Recrutamento é uma instituição de serviço coletivo compulsório e esclavagismo, concebido pelos de meia idade ou mais velhos para o propósito de pressionarem os jovens a fazer o trabalho sujo público. Serve assim para tornar os jovens tão culpados como os mais velhos, tornando assim o criticismo dos mais velhos pelos jovens menos provável (Estabilizador Geracional). É propagandeado e vendido ao público sob o rótulo de serviço “patriótico = nacional”. Uma vez que uma definição econômica clara do Recrutamento seja atingida, essa definição é usada para definir os limites de uma estrutura chamada de Sistema de Valores Humanos, que por si é traduzida para os termos da Teoria dos Jogos. O valor deste trabalhador escravo é atribuído numa Tabela de Valores Humanos, uma tabela que é decomposta em categorias segundo o inteleto, experiência, necessidade laboral pós-serviço, etc.

      Alguma destas categorias são normais e podem ser valorizadas em termos do valor de certos empregos para os quais um salário conhecido existe. Alguns empregos são mais difíceis de valorizar porque são únicos para as exigências da subversão social, por exemplo um caso extremo: o valor da instrução de uma mãe à sua filha, levando a que a sua filha coloque certas exigências comportacionais ao seu futuro marido com uma antecedência de 10 ou 15 anos; assim, suprimindo a sua resistência para a perversão de um governo, tornando mais fácil para um cartel bancário comprar o Estado de Nova Yorque em, por exemplo, 20 anos. Um problema deste tipo apoia-se grandemente em observações e dados de espionagem de guerra e muitos tipos de experimentação psicológica. Mas modelos matemáticos básicos podem ser definidos, se não para predizer, pelo menos para predeterminar estes eventos com o máximo de certeza. O que não acontece por cooperação natural é reforçado por compulsão calculada. Os seres humanos são máquinas, alavancas que podem ser agarradas e premidas, e existe realmente pouca diferença entre automatizar uma sociedade ou uma fábrica de sapatos.

      Estes valores derivados são variáveis. (é necessário usar uma Tabela de Valores Humanos para a análise computacional). Estes valores são suma medida real em vez de US Dólares, uma vez que este último é instável, estando de momento inflacionado para além da produção de bens e serviços nacionais para dar à economia uma energia cinética falsa (indutância de “papel”). O valor da prata é estável, sendo possível comprar o mesmo com um grama de prata hoje que em 1920. O valor humano medido em unidade de prata mudam muito pouco, graças a alterações na tecnologia de produção.

      Compulsão.

      Fator I – Como em qualquer estudo de um sistema social, a estabilidade só pode ser atingida compreendendo e tendo em conta a natureza humana (ação/padrões de reação). Não o fazer pode ser, e normalmente é, desastroso. Como em outros esquemas sociais humanos, uma ou outra forma de intimidação (ou o incentivo) é essencial para o sucesso do recrutamento. Princípios físicos de ação e reação devem ser aplicados tanto para subsistemas internos como externos. Para assegurar o recrutamento, lavagem de cérebro/programação individual tal como a unidade familiar e o grupo social devem ser abordados e colocados sob controle.

      Fator II – O pai, o senhor da casa, deve ser desautorizado para que o filho cresca com as atitudes e treinamento social certos. A propaganda pelos media, etc. São mobilizados para que o futuro pai seja massacrado antes ou pela altura do seu casamento. É-lhe ensinado que, ou ele se integra no seu nicho social ou a sua vida sexual será nula e a sua companhia será zero. Ele é feito acreditar que as mulheres exigem segurança mais do que comportamento baseado em princípios lógica e honra. Pela altura em que o seu filho deverá ir para a guerra, o pai (com geleia em vez de fibra) preferirá colocar uma arma nos braços de seu filho em vez de se arriscar a criticar os seus superiores, ou tornar-se num hipócrita atraiçoando o investimento que fez em si próprio na imagem de si mesmo ou autoestima. O filho vai para a guerra ou o pai ficará embaraçado. Portanto o filho irá para a guerra, a razão real não é importante.

      Fator III – A mãe. O elemento feminino da sociedade humana, rege-se por emoção em primeiro lugar e lógica em segundo. Na batalha entre lógica e imaginação, a imaginação ganha sempre, a fantasia prevalece, o instinto maternal domina para que o filho venha em primeiro lugar e o futuro em segundo. Uma mulher com um filho recém-nascido é demasiado dirigida para poder ver a carne para canhão de um homem rico ou uma fonte barata de trabalho escravo. A mulher deve, no entanto, ser condicionada para aceitar a transição para a “realidade” quando acontecer, ou antes. Como a transição se torna mais difícil de manejar, a unidade familiar deve ser cuidadosamente desintegrada, e sistemas estaduais de educação pública e de creches devem-se tornar mais comuns e obrigatórios, para começar a separação da criança da mãe e do pai numa idade menor. Inoculação de drogas comportamentais (Ritalin) pode acelerar a transição da criança (obrigatória). Cuidado: a raiva impulsiva de uma mulher pode sobrepôr-se ao medo. O poder de uma mulher enraivecida nunca deve ser subestimado, e o seu poder sobre o marido reprimido não deve ser também subestimado. Ganhou para as mulheres o poder de voto em 1920.

      Fator IV – O filho. A pressão emocional de sobrevivência em tempo de guerra e a atitude egoísta de evitar o campo de batalha – desde que o filho possa ser persuadido a ir – é a pressão final que atira o filho para a guerra. As suas chantagens brandas são as ameaças: “sem sacrifício, não há amigos, glória ou namoradas.”

      Fator V – A irmã. E quanto à irmã? A ela são dadas todas as coisas boas da vida, e ensinada a esperar o mesmo do seu futuro marido independentemente do preço

      Fator VI – Gado. Aqueles que não usam os seus cérebros não são melhores que aqueles que não têm cérebro, e portanto este grupo acéfalo de pai, mãe, filho e irmã de geleia tornam-se em úteis animais de carga ou treinadores do mesmo.

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