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    Jogo dos 7 erros.

    A foto abaixo, tirada durante a Missão Apollo 12, tem tanta incoerência que até poderia ser chamada de Jogo dos 7 erros. Olhe atentamente para esta foto e tente encontrar os 7 erros antes de ler as respostas abaixo:

    1 – A sombra da antena parabólica está para um lado, a do astronauta para outro e a da bandeira para outro!
    2 – A bandeira deveria estar totalmente caída no mastro, devido à ausência de vento na Lua.
    3 – Há diversas penumbras na foto, que não deveriam existir num ambiente sem atmosfera.
    4 – Há pegadas por toda a parte, que não deveriam existir num ambiente sem umidade. 
    5 – Não há estrelas no céu, que deveriam estar mais nítidas na Lua.
    6 – No chão, embaixo do Módulo Lunar, não há indícios dele ter pousado ali.
    7 – Um astronauta nunca pousaria uma espaçonave bem ao lado de uma cratera!

    Por incrível que pareça, depois que o site A Fraude do Século já estava no ar, ainda encontrei mais um erro na foto acima! Isso mesmo. Agora são 8 erros! Ampliando cada foto tirada pela NASA você pode verificar que, na lente interna das câmeras fotográficas utilizadas, há tênues cruzes utilizadas como marcadores para que as imagens a serem fotografadas fossem melhor focalizadas. Essas cruzes ficam na parte interna da câmera, entre o filme e o obturador. Na foto acima, poderia ter sido utilizada uma lente objetiva para distorcer um pouco a imagem, conforme pode ser comprovado ampliando a própria foto, mas tal lente objetiva estaria do lado de fora da câmera e nunca poderia distorcer as cruzes constantes na foto, feitas pela lente interna da câmera! Veja que as cruzes estão distorcidas! Portanto, só me resta concluir que esta foto foi manipulada em estúdio!

    Cruzes distorcidas que podem ser vistas ampliando a foto.

    Resumo dos Indícios de Fraude.

    1 – Existem diversas fotos com sombras em várias direções, sendo que a única fonte de luz seria o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas.



    2 – Fotos com diferentes tamanhos da Terra, vista da Lua, evidenciando montagens desproporcionais.



    3 – Existem milhares de fotos com penumbra, sendo que não deveria haver penumbra na Lua devido à ausência da atmosfera.



    4 – Faltam as estrelas no fundo de todas as fotos. Com a ausência da atmosfera, as estrelas seriam ainda mais reluzentes.



    5 – Nas fotos e vídeos, a bandeira dos EUA aparece tremulando na superfície lunar. Porém, não existe vento na Lua simplesmente porque na Lua não há atmosfera.



    6 – Em centenas de fotos, há pegadas dos astronautas na Lua. Mas, seria difícil haver formação de pegadas devido à falta de umidade e de gravidade.



    7 – Numa das fotos, há indício de alguém ter colocado embaixo de um dos pés do Módulo Lunar um montinho de terra para que este pé não ficasse no ar.



    8 – Pelo que se vê nas fotos, não houve pouso do Módulo Lunar. Ele teria sido colocado delicadamente naquele local. Não há marcas no solo do propulsor da nave.



    9 – No mesmo lugar onde o pé do astronauta cria uma profunda pegada na superfície lunar, o pé do módulo lunar se mostra muito delicado na superfície da Lua, sem causar qualquer estrago.



    10 – Pelo tamanho do Módulo Lunar, dificilmente existiria nele combustível o suficiente para colocá-lo em órbita novamente.



    11 – Não existem, até hoje, filmes fotográficos que resistam à enorme variação de temperatura que ocorre na Lua.



    12 – Em 1969, os astronautas conversavam, da Lua, com a NASA, na Terra, em tempo real. Esta tecnologia não existe até hoje.



    13 – A radiação solar incidente na Lua, sem atmosfera, é mortal para qualquer ser humano.



    14 – Dificilmente existiriam roupas espaciais, na época, que resistissem às enormes variações de temperaturas da Lua (-153ºC a +107ºC).



    15 – Dificilmente existiriam roupas espaciais, na época, que resistissem à ausência da pressão atmosférica na Lua.



    16 – Extrema semelhança do ambiente das fotos mostradas pela NASA com o Deserto de Nevada, nos Estados Unidos.



    17 – Indício de Stanley Kubrick dentro da NASA, que poderia ter auxiliado na criação dos efeitos especiais utilizados na fraude.



    18 – Oficialmente, a NASA só teria realizado seis missões tripuladas à Lua, de 1969 a 1972, exatamente durante a gestão do presidente Richard Nixon. Após isso, nunca mais o homem teria voltado à Lua.



    19 – Richard Nixon, envolvido em falcatruas que mancharam a imagem dos Estados Unidos, foi o principal articulador do escandaloso Caso Watergate, o qual culminou em sua renúncia durante o primeiro processo de impeachment estadunidense. Nixon poderia ter tramado a fraude do homem na Lua para atrair investimentos para os Estados Unidos. Sua história o condena.



    20 – Indício de manipulação na foto do “Jogo dos 7 Erros” mostra várias cruzes distorcidas, mas tais cruzes não poderiam estar distorcidas nem mesmo por lentes objetivas, que ficam do lado externo da câmera, já que essas cruzes fazem parte de um recurso interno da câmera.



    21 – Mesmo gastando apenas 6 meses para programar uma nova viagem à Lua na década de 1960, George Bush diz que a NASA gastará 10 anos para levar o homem à Lua novamente.



    22 – Plano dos Estados Unidos enviarem o homem à Lua é alterado de 2015 para 2020.



    23 – NASA afirma que não deve conseguir levar o homem à Lua novamente até 2020.



    24 – Mesmo tendo ciência de que tinha posse de tal material, a NASA nunca exibiu as imagens do primeiro pouso do homem na Lua que teriam sido gravadas em fitas de vídeo e retornado à Terra com qualidade extremamente superior às transmitidas “ao vivo”.



    25 – Em 2006, a NASA afirma ter perdido os vídeos originais do primeiro pouso na Lua, que teriam qualidade bem superior aos exibidos a todos até hoje.



    26 – Em 2009, a NASA declara que, para economizar dinheiro, e sem ter cópias das fitas originais, gravou intencionalmente outras imagens e dados de satélites em cima das fitas originais que continham o fato histórico mais importante da NASA em todos os tempos.



    27 – Richard Nafzger, engenheiro da NASA, afirma que o objetivo maior do governo dos Estados Unidos em relação à ida do homem à Lua era para efeito de marketing ao vivo.



    28 – Em várias fotos, o local onde se encontram os astronautas aparece bem iluminado, mas os locais ao fundo aparecem muito escuros dando indício de ter sido utilizada iluminação artificial.


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    Contestações aos Indícios de Fraude.

    Tal como contesto a ida do homem à Lua, há também os que me contestam. E, tentando agir de forma democrática, reservei este espaço para a publicação das idéias contrárias às minhas. Vamos ver, então, o que a NASA e cientistas alegam em relação aos indícios de fraude quanto à ida do homem à Lua:

     



    1 – Sombras em várias direções.

     



    A NASA afirma que irregularidades no terreno podem fazer com que passemos a ver uma sombra para uma direção e outra sombra para outra direção.

     



    2 – Fotos com diferentes tamanhos da Terra.

     



    A NASA informa que, dentre os diversos treinamentos pelos quais os astronautas passaram, eles fizeram também cursos de fotografia. Então, enquanto tiravam as fotos, teriam utilizado várias lentes especiais como as lentes objetivas que, dentre outras funções, poderiam aumentar ou diminuir os objetos a serem fotografados. A lente objetiva grande angular, por exemplo, poderia ter mostrado o planeta Terra mais distante do normal. E, com o uso de várias lentes diferentes, poderiam ter tirado fotos da Terra que aparecesse com vários tamanhos diferentes.

     



    3 – Existência de penumbra na Lua.

     



    A NASA explica que, como a Lua reflete a luz do sol, o solo da própria Lua estaria refletindo a luz solar iluminando, então, em menor intensidade, tudo que estivesse sobre a Lua como, por exemplo, os próprios astronautas. Assim, seria possível a formação das penumbras.

     



    4 – Ausência de estrelas no fundo das fotos.

     



    De acordo com a NASA, na Lua, a luz do Sol é tão intensa que ofusca a luz das estrelas. Outro argumento utilizado é que, para uma câmera captar a luz das estrelas, ela deveria ficar com o obturador da câmera aberto por mais tempo, o que não poderia acontecer na Lua, pois a luz solar queimaria a foto.

     



    5 – Bandeira dos Estados Unidos tremulando na superfície lunar.

     



    Segundo a NASA, não havia vento. A bandeira estava tremulando nas fotos e vídeos devido aos astronautas estarem a manipulando nos momentos em que a bandeira era fotografada ou filmada fazendo com que, desta forma, parecesse que havia vento na Lua.

     



    6 – Formação de pegadas na Lua.

     



    A NASA afirma que realmente, na Terra, é mais fácil haver a formação de pegadas num local onde haja umidade tendo em vista que os grãos de poeira da Terra têm os cantos arredondados e, em contato com a água, que preenche os espaços entre um grão de poeira e outro, esses grãos se mantém firmes e juntos. E, por outro lado, normalmente, uma pegada em solo seco se desfaz facilmente. Porém, segundo a NASA, as partículas de poeira lunares têm os cantos totalmente irregulares fazendo com que, ao serem pressionados, um grão de poeira acaba grudando em outro formando, assim, as pegadas na Lua.

     



    7 – Indício de alguém ter colocado embaixo de um dos pés do Lunar um montinho de terra para que este pé não ficasse no ar.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     



    8 – Ausência de marcas no solo referentes ao propulsor do módulo lunar.

     



    O propulsor do módulo lunar teria apenas expelido gases para frear a nave e realizar a alunissagem. Por isso, não haveriam marcas no solo.

     



    9 – Aparência delicada do pé do módulo lunar na superfície da Lua.

     



    A NASA afirma que os gases expelidos pelo propulsor do módulo lunar teriam espalhado a poeira que havia sob o módulo lunar. Então, a nave teria feito a alunissagem numa superfície rígida.

     



    10 – O tamanho do Módulo Lunar seria inconsistente com o espaço necessário para armazenar combustível para colocá-lo em órbita novamente.

     



    De acordo com a NASA, como a gravidade na Lua é apenas um sexto da gravidade na Terra, o Módulo Lunar precisaria de pouca força para ser colocado em órbita da Lua, onde Michael Collins aguardava Neil Armstrong e “Buzz” Aldrin para retornarem à Terra.

     



    11 – Não existem filmes fotográficos que resistam à enorme variação térmica existente na Lua (-153ºC a +107ºC).

     



    De acordo com a NASA, as câmeras fotográficas estavam bem protegidas quanto à variação térmica existente na Lua. Além disso, a NASA teria escolhido um momento propício para os astronautas descerem do Módulo Lunar e caminharem pela Lua quando a temperatura estava mais amena. E, como na Lua não há atmosfera, a luz do sol, na Lua, não esquenta tanto quanto na Terra. Pois, a atmosfera acaba absorvendo o calor e este se propaga por meio da condução ou convecção. Portanto, na Lua, a única forma de propagação do calor seria pela radiação, ou seja, a luz do sol deveria incidir diretamente sobre o objeto para que este atingisse certa temperatura. Porém, utilizando uma superfície espelhada (tal como é utilizado aqui na Terra nas garrafas térmicas) para refletir os raios solares ou uma superfície branca, a radiação térmica seria irradiada para outros locais sem que o objeto em questão sofresse as variações térmicas incidentes.



    Em relação à luz branca, quem já estudou desenho (ou pintura) sabe que a cor preta equivale à ausência de cor e que a cor branca representa, a grosso modo, a junção de todas as cores. Sendo assim, quando uma luz incide sobre uma cor preta, ela tende a puxar para ela todas as cores. E, quando uma luz índice sobre uma cor branca, a tendência é que essa cor branca repila todas as cores que está recebendo. Devido a isso, podemos notar que as roupas pretas esquentam muito e que as roupas brancas são mais frescas.


    Então, segundo a NASA, devido ao fato de suas câmeras fotográficas estarem protegidas com as superfícies espelhadas ou brancas, os filmes internos dessas câmeras não teriam sofrido a variação térmica existente na Lua. E, por isto, as fotografias teriam chegado em tão boa qualidade aqui na Terra.

     



    12 – Conversas entre a Lua e a Terra que aconteciam em tempo real.

     



    Segundo estudiosos, as conversas não aconteciam em tempo real. A distância média da Terra para a Lua é de 384.400 quilômetros. E uma transmissão de sinal de rádio ocorre com a mesma velocidade da luz, ou seja, cerca de 300.000 quilômetros por segundo. Então, gasta-se pouco mais de um segundo para que um sinal de rádio emitido da Terra chegue à Lua, e pouco mais de um segundo para que este sinal de rádio volte para a Terra. Sendo assim, como as gravações eram realizadas na Base de Houston, nos Estados Unidos, haveria uma demora mínima de 2,4 segundos para um som sair dos Estados Unidos, chegar à Lua, e retornar para os Estados Unidos. Portanto, os astronautas demorariam para receber, na Lua, os sinais sonoros emitidos da Terra. A Base de Houston também demoraria para receber os sinais sonoros emitidos da Lua, gastando para isso um mínimo de 2,4 segundos. Porém, a Base de Houston não demoraria para, após ouvir algo, responder logo em seguida.

     



    13 – Radiação solar que deveria ser mortal para Aldrin que não estava usando a proteção.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     



    14 – Roupas espaciais que resistiam às enormes variações térmicas da Lua.

     



    As roupas espaciais não resistiriam a tanta variação térmica, mas resistiriam à variação térmica dos momentos em que o homem teria pisado na Lua, com a temperatura mais amena. Segundo a NASA, as roupas espaciais teriam internamente água fria que circulam para controlar a temperatura corporal dos astronautas.

     



    15 – Roupas espaciais que resistiam à ausência da pressão atmosférica na Lua.

     



    Essas roupas espaciais seriam pressurizadas para resistir à ausência de pressão atmosférica.

     



    16 – Extrema semelhança do ambiente das fotos mostradas pela NASA com o Deserto de Nevada, nos Estados Unidos.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     



    17 – Indício de Stanley Kubrick dentro da NASA.

     



    Uma segunda foto disponibilizada pela NASA mostra o rosto da pessoa que estava encoberta na primeira foto e pode-se notar que trata-se de uma outra pessoa e não de Stanley Kubrick.

     



    18 – Oficialmente, a NASA só teria realizado seis missões tripuladas à Lua, de 1969 a 1972, exatamente durante a gestão do presidente Richard Nixon. Após isso, nunca mais o homem teria voltado à Lua.

     



    Segundo a NASA, missões espaciais são muito caras e os dados que a NASA pretendia coletar da Lua já foram coletados não havendo, assim, necessidade de retorno ao satélite natural da Terra.

     



    19 – Richard Nixon, envolvido em falcatruas que mancharam a imagem dos Estados Unidos, foi o principal articulador do escandaloso Caso Watergate, o qual culminou em sua renúncia durante o primeiro processo de impeachment estadunidense. Nixon poderia ter tramado a fraude do homem na Lua para atrair investimentos para os Estados Unidos. Sua história o condena.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     



    20 – Indício de manipulação na foto do “Jogo dos 7 Erros”.

     



    Segundo a NASA, não se trata de uma única foto e sim de diversas fotografias agrupadas de forma panorâmica num estúdio profissional. A foto realmente teria sido manipulada, mas apenas para criar a foto panorâmica. Por isso, as cruzes apareceram distorcidas na foto panorâmica.

     



    21 – Mesmo gastando apenas 6 meses para programar uma nova viagem à Lua na década de 1960, George Bush diz que a NASA gastará 10 anos para levar o homem à Lua novamente.

     



    Tendo em vista que seria criada uma base lunar na próxima missão lunar, a NASA gastará muito mais 

    tempo que os apenas seis meses que gastava antigamente para levar o homem à Lua.

     



    22 – Plano dos Estados Unidos enviarem o homem à Lua é alterado de 2015 para 2020.

     



    A NASA estaria gastando mais tempo para fazer um projeto mais seguro.

     



    23 – NASA afirma que não deve conseguir levar o homem à Lua novamente até 2020.

     



    Preocupada com a segurança, a NASA está revendo o projeto do novo Foguete Ares I tendo em vista que estão ocorrendo “oscilações de empuxo” e os engenheiros estão desenvolvendo anteparos para amortecer as vibrações. Outro problema é financeiro tendo em vista que o governo Obama cortou bilhões de dólares das verbas futuras da NASA, o que acarreta na suspensão de trabalhos.

     



    24 – A NASA nunca exibiu as imagens do primeiro pouso do homem na Lua que teriam sido gravadas em fitas de vídeo e retornado à Terra com qualidade extremamente superior às transmitidas “ao vivo”.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     



    25 – Em 2006, a NASA afirma ter perdido os vídeos originais do primeiro pouso na Lua, que teriam qualidade bem superior aos exibidos a todos até hoje.

     



    Segundo a NASA, as pessoas que trabalhavam no arquivo da NASA mudaram de emprego, aposentaram ou até mesmo faleceram. Devido a isso, a NASA teria perdido o controle sobre o local onde estavam as fitas com as gravações originais.

     



    26 – Em 2009, a NASA declara que, para economizar dinheiro, e sem ter cópias das fitas originais, gravou intencionalmente outras imagens e dados de satélites em cima das fitas originais que continham o fato histórico mais importante da NASA em todos os tempos.

     



    Conforme já declarado acima, a NASA insiste em dizer que apagou as fitas originais do seu maior feito histórico para economizar dinheiro.

     



    27 – Richard Nafzger, engenheiro da NASA, afirma que o objetivo maior do governo dos Estados Unidos em relação à ida do homem à Lua era para efeito de marketing.

     



    A NASA ainda não veio a público contestar esta informação dada pelo engenheiro Richard Nafzger.

     



    28 – Indício de ter sido utilizada iluminação artificial em várias fotos nas quais os astronautas aparecem bem iluminados, mas os locais ao fundo se mostram muito escuros.

     



    (até o momento, desconheço explicação plausível para isso)

     

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                                                  The Mythbusters.


    O Programa The Mythbusters (Os Caçadores de Mitos) fez um programa especial analisando alguns dos indícios de fraude descritos no site A Fraude do Século. Segundo Os Caçadores de Mitos, 20% do povo norte-americano não acredita que o homem tenha pisado na Lua. Então, eles criaram um filme muito interessante com o intuito de provar que o homem teria ido sim à Lua.

    Os Caçadores de Mitos analisaram vários dos indícios de fraude e fizeram um excelente trabalho procurando, de várias formas possíveis, explicações para que pudessem ser refutados tais indícios. Com isso, eles conseguiram explicar alguns dos indícios como a formação de sombras em várias direções, a possibilidade de um astronauta ser visível estando no meio de uma sombra, a formação das pegadas na Lua, a bandeira tremulando no vácuo dentre outras.

    Um último teste que eles fizeram foi lançar um feixe de laser num retrorefletor que teria sido deixado na Lua durante a Missão Apollo 15 e aguardar o retorno desse feixe de laser na Terra. De acordo com equipamentos sensíveis ligados aos computadores do Observatório Apache Point, onde foi realizado o teste, partículas do feixe de laser teriam retornado à Terra.

    É de se saber que existem diversos componentes na Lua que foram lançados daqui da Terra. O Projeto Luna da extinta União Soviética, por exemplo, lançou várias naves espaciais para atingirem a Lua. O objetivo inicial desse projeto era lançar uma nave da Terra e fazê-la colidir com a Lua. Isso era feito para que os engenheiros pudessem calcular com maior precisão o trajeto necessário para chegar à Lua. Várias naves erraram o alvo e estão perdidas no espaço até hoje, mas várias outras acertaram a Lua. Então, há muito material do nosso planeta no solo lunar.

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    Câncer e HIV.


    Em 1998, durante um 12ª Conferência Internacional da Aids, em Genebra, centena de pesquisadores representando grandes conglomerados farmacêuticos apresentaram artigos que mostravam a vacina e a cura da AIDS. Porém, tempos depois, nada foi catalogado, as revistas de maior caráter científico, como a Science e Nature, não colocaram uma nota sequer e os responsáveis pela Conferencia e os laboratórios negaram qualquer pronunciamento sobre. Começou a vazar na imprensa cientistas que relatavam que a cura da AIDS teria sido descoberta e que os grandes laboratórios detinham as patentes e não divulgariam. Até então ninguém entendeu bem o porquê da proibição, tamanho seria o prestígio alcançado pelo laboratório que conseguisse tal feito. Não demorou muito para tudo ficar claro: os coquetéis contra a AIDS viraram os segmentos mais lucrativos desses laboratórios. As mega corporações farmacêuticas estariam restringindo a cura aos portadores do vírus para lucrarem com os coquetéis. 

    Porém, esse não seria o primeiro caso onde a cura foi escondida da população. No início da década de 90, a Ciência descobriu um método revolucionário para curar o câncer. O método que, resumidamente, tratava de inserir um composto no organismo do paciente e que fazia ligações químicas apenas com células cancerígenas. Esse composto altamente seletivo, ao contrário do tratamento tradicional adotado hoje, não traria nenhum efeito colateral aos pacientes. Ao ligar-se com as células cancerígenas, essa molécula era irradiada por uma frequência de som e seu estado vibracional era aumentado, gerando calor e aniquilando a célula cancerígena. Enfim, tudo muito fantástico, a não ser, obviamente, que o método para gerar o composto molecular nunca chegou à público. E a pergunta é: se descobriram, por que não divulgaram? E a resposta é novamente: dinheiro. É muito mais lucrativo para os laboratórios manter os pacientes a base de medicamentos para conter um câncer ou manter o mesmo em um tratamento demorado, do que liberar a cura e ele se curar rapidamente.


    Energia Livre.

    Gerar energia, isso sempre foi um problema. Na verdade, o termo “gerar” não é bem aplicado nesse caso, melhor seria “transformar”. E transformar um tipo de energia em outro é um trabalho muito, muito lucrativo. Por isso, a invenção de um aparato que quebrasse os moto-perpétuos, produzindo energia capaz de colocar máquinas em funcionamento, em grandes quantidades e com custo baixo (ou mesmo, de forma gratuita) seria uma ameaça a esse setor da economia e porque não à economia mundial. Dessa forma, tornou-se comum relatos de pessoas que somem do mapa, sem deixar vestígio, após divulgarem que fizeram uma descoberta nesse campo.


    Segundo estudiosos do assunto, uma das maiores vítimas do interesse monetário das organizações e governos foi Nikola Tesla. Tesla foi um dos maiores gênios da História (senão o maior) e haveria inventado antes de morrer uma forma de alcançar esse feito. Ele foi, de fato, bem sucedido, pouco antes de sua morte em 1943, na descoberta da matemática e da mecânica envolvida para produção de energia a custo zero. O aparato foi construído. Contudo, uma organização do governo, provavelmente o FBI, imediatamente após sua construção, invadiu sua casa e confiscou todos os seus papéis e trabalhos. Tesla era considerado uma “ameaça” para o governo, principalmente por sua filosofia totalmente anti-capitalista (Tesla sempre buscou a Ciência como uma forma de evoluir o pensamento humano, desprezando todo o retorno financeiro, tanto que morreu empobrecido em 1943, aos 86 anos de idade) e seu potencial (tudo que existe hoje, tecnologicamente falando, sem as descoberta de Tesla não seriam possíveis).


    O conceito de energia livre é, em termos muito gerais, a capacidade de entrada x quantidade de energia em uma máquina, que a saída x + 1 quantidade de energia. Isto parece entrar em conflito com a lei da conservação de energia, que afirma que a energia não pode ser criada nem destruída. Tesla acreditava que a lei era incorreta. Inventou a bobina de Tesla como uma tentativa para criar a energia livre. A realidade é que essa ideia é tão radical que ela poderia destruir todo o conhecimento cientifico que temos hoje, já que a boa parte das nossas teorias cientificas atuais estão embasadas em alguma lei da termodinâmica. Se for possível, a energia livre pode ser aperfeiçoada e o resultado é que todo o planeta pode ser alimentado por uma única fonte de energia. Uma fonte infinita de energia ao nosso alcance. Você pode ver como isso iria irritar as companhias petrolíferas, não? Eles são a causa da repressão, pois ninguém teria que depender mais dos combustíveis fósseis. Desde a eletricidade necessária para alimentar uma lâmpada até a construção de motores para viagens interestelares, anti-gravidade, etc. Tudo seria feito de forma gratuita com a energia livre. Dessa forma, Tesla nunca se tornou um ícone, como Einstein ou Thomas Edison. As demais patentes de Tesla foram compradas pela empresas JP Morgan que hoje, segundo a Forbes, é a maior empresa do mundo.


    AvatarAnunnaki
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    Sociedade Vril.

    Você já deve ter estudado na escola que a primeira civilização foi as dos Sumérios… ou que o homem veio da África…. ou que as primeiras sociedades eram rudimentares e tinham um sistema muito próximo daquele que é visto nas tribos de índios e blá blá blá. Entretanto, há quem diga que, nada disso foi da maneira que relatam. Existem indícios pré-históricos que são assustadores. Diversos objetos os quais a Ciência não consegue explicar já foram encontrados por pesquisadores e datam de milhares de anos antes da civilização suméria se estabelecer. Nas literaturas greco-romana, chinesa, tibetana, indiana, o início dessas civilizações falam sobre povos muito evoluídos que viviam entre os humanos e eram capazes de realizar feitos inimagináveis. Entre elas está a lendária cidade de Shambhala e a ilha mítica de Thule. 
    Os seres de Shambhala e de Thule dominariam uma forma de energia chamada Vril. A energia Vril era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior. Em busca dessa capacidade, um grupo intitulado Thule foi fundado em 1918, em Munique, que posteriormente, teria um membro ilustre, nada mais, nada menos que o Fuhrer Alemão, responsável pelo Terceiro Reich . Hitler era fascinado pelo oculto e investiu parte dos seus recursos em investigar lendas e artefatos místicos. Entre eles estava o domínio da energia Vril. Dizem que Hitler conseguiu encontrar a entrada para Shambhala, no Tibet e que aprendeu como dominar a energia. 

    Devido a isso, teria escapado praticamente ileso de 42 tentativas de assassinato, inclusive do atentado de 20 de julho de 1944, onde uma bomba explodiu à menos de 2 metros da sua posição. Hitler saiu ileso do atentado. Apesar disso, segundo a História oficial, Hitler se suicidou em 1945, embora nenhuma prova concreta foi apresentada, algo semelhante a morte de Bin Laden, onde a única prova que temos é a palavra do Presidente. Dizem que Hitler morreu de velhice, na Argentina (a América do Sul foi refugio de diversos nazistas depois da guerra).

    Embora a Alemanha nazista tenha caído, seus conhecimentos sobre o oculto permaneceram. Muitas autoridades nazistas negociaram esses segredos em troca da liberdade com os EUA. Por exemplo, é documentado que cientistas nazistas foram integrados a sociedade estadunidense após um acordo com o governo. Hoje, o governo dos EUA estaria em posse de todo o conhecimento acumulado pelos nazistas durante a guerra, entre eles, o controle da energia Vril.

    Big Brother.

    Não estamos falando do BBB, aquele com o Pedro Bial e suas filosofias… mas o conceito é o mesmo: sem sombra de dúvida, em breve, você será vigiado 24 horas por dia.

    Nos EUA, os sistemas de vigilância das ruas já são completos nas grandes cidades. Aqui no Brasil, apenas algumas cidades possuem esse sistema. Mas tem gente que diz que essa vigilância toda vai mais além. A transição forçada da televisão digital é a realização prática do “Big Brother”. As câmeras em miniatura e microfones são construídos em Set-top boxes e seriam implantados nessas TV’s para espionar as pessoas. Outro detalhe é uso da tecnologia de controle da mente que seria escondido no sinal digital e usada para subverter a mente e os sentimentos do povo. E para a publicidade subliminar também. 

    O Wikileaks também já andou revelando alguns documentos de diplomatas e autoridades governamentais que admitem que utilizam um sistema de vigilância ilegal – e totalmente assombroso. Esse sistema permite que o governo acesse as webcams e câmeras dos smartphones a hora que ele bem entender. Olhando por esse foco, você vai perceber que hoje em dia, tudo que é equipamento doméstico e de uso pessoal como celular, gps, entre outros, possui uma câmera. Até essas geladeiras mais modernas estão vindo de fábrica com câmeras, o que faz qualquer um questionar: qual o proposito de uma câmera na geladeira?

    AvatarLoki
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    No holograma que botaram para todos o et bilu, humanidade não tem certeza de nada e também na minha parte, o governo do mal ama aliens vocês querendo ou não, e na verdade isso tudo de material de aliens que existe foi os controladores de mente  que botaram na cabeça de cada ser que se acha “superior” a um que acredita realmente num ser superior, é só vocês perceberem bem dependendo da década  dos avistamentos tanto o provado como farsa ou o sem solução as naves ou somente sombras são sempre compatível com os filmes da época  e até hoje continua a mesma coisa 



    aqui está o holograma 
    AvatarAnunnaki
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    O Apanhador no Campo de Centeio.

     
    O escritor J. D. Salinger é um desses eremitas excêntricos (o outro é THOMAS PYNCHON) que existe na literatura americana. Ele não dá entrevistas, não se deixa fotografar e, recentemente, também parou de escrever. E ninguém é mais genial do que um escritor que não escreve, certo? O Apanhador no Campo de Centeio, romance mais famoso de Salinger, retrata as dúvidas e fantasias de um adolescente dos anos 1950. Embora escrito num tom lacrimoso de auto-ajuda (ou, talvez, exatamente por isso), o livro virou cult no mundo inteiro. O curioso é que a obra de Salinger foi achada na casa de dois notórios malucos: Mark Chapman, o assassino de John Lennon, foi encontrado pela polícia quando lia tranquilamente O Apanhador no Campo de Centeio.

    John Hinckley Jr, o homem que atirou no presidente americano Ronald Reagan para supostamente chamar a atenção da atriz Jodie Foster, também tinha um exemplar do livro de Salinger em casa.

    O romance é um gatilho mental para matadores pré-programados. Resumidamente, ilustrando o que foi dito acima, supondo que você seja um assassino pré-programado por meio de alguma tecnologia desconhecida pelo público e você, como era de esperar, não faz a menor ideia disso. A missão ficaria “adormecida” na mente do assassino pré-programado, como uma espécie de vírus de computador psíquico, até que ele lesse o livro e acionasse a programação. 
    Como cuidado é bom não ler Salinger. Embora digam que ele não é o único item que é usado como “gatilho”.

    Canetas BIC’s.

    Acredito que sempre que pensamos em “caneta”, temos uma imagem projetada em nossa mente, a qual diz respeito às famosas canetas BIC. Esta marca de canetas, que investe pouquíssimo em propaganda, fixou uma imagem muito forte diante a tantas outras marcas e modelos. Você já se perguntou como isso aconteceu? Certamente responderá que, por esta ser uma caneta barata, simples e de fácil acesso, tornou-se “convencional” o seu uso no dia-a-dia, desde a escola até a empresa onde trabalha. Pois bem, a resposta não é assim tão simples! Documentos secretos encontrados no final do ano de 2001 indicam um envolvimento direto da NASA com a BIC. Também foram encontrados documentos oficiais da NASA, onde estavam registrados estudos sobre uma possível invasão de sondas extraterrestres no Planeta Terra.


    Acredite ou não, estamos sendo vigiados a anos sem percepção alguma. De fato conclui-se que as canetas BIC são sem sombra de dúvida sondas extraterrestres que nos inspecionam diariamente, desde nossa infância até hoje, em casa, na escola, na universidade, nos hospitais, no trabalho, em tudo. Certamente você está exposto a uma caneta BIC neste exato momento.

    Olhe ao seu lado, dificilmente num raio de 15 metros não haverá uma sonda. Agora pense comigo:

    Ao nascer você é registrado com uma caneta, ao entrar para a escola / universidade também, tudo o que você escreve, desde estudos até cartas de amor é escrito com uma caneta, ou seja, estes seres que nos observam sabem de absolutamente TUDO sobre TODOS. O verdadeiro significado da marca BIC é: Big Inspekto Center (ou Centro de Grandes Inspeções). No logotipo da BIC notamos um alien tentando esconder atrás dele seu maior segredo: uma caneta que pode contar toda a história de todos os tempos (simbolizado pelo traço preto atrás do alien).

    Vejamos agora algumas dicas que nos levam a propor esta ideia:

    – As canetas BIC são facilmente encontradas para serem vendidas, porém, depois que você já a possui, ela sempre aparece em diferentes locais e você nunca se questiona se realmente havia deixado onde a encontrou.

    – Mesmo que você compre apenas uma caneta BIC, certamente encontrará várias no local onde a deixar.

    – Elas se multiplicam rapidamente, sem ser perceptível a nós dotados de uma visão banal para a visão alienígena.

    – Após poucos meses, a caneta que você havia comprado, simplesmente desaparece. Isso é facilmente decifrável se pensarmos da seguinte maneira: tudo necessita de energia para sobreviver (o homem, o carro, as plantas, sua TV), e ao acabar esta energia, ela precisa ser reposta. Assim, as sondas BIC têm um período de vida curto, visto que quando se encontram gastas, elas simplesmente se desintegram para uma possível recarga.

    A mensagem que quero deixar é que você tenha muito cuidado ao se deparar com estas canetas-sondas, principalmente com as Sondas mais avançadas, vulgarmente chamadas de BIC 4 Cores, BIC 2 CORES ou mesmo a tão temida e perigosa BIC VERDE! Esta última jamais deve ser colocada (presa) em cima da orelha, pois além de enviar dados e formações sobre você para os alienígenas, consegue influenciar de maneira drástica sua forma de pensar, tornando-o um escravo a serviço alienígena.”

                             

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    Publicidade subliminar.


    Você já deve ter falado sobre “mensagens subliminares”. Em resumo, uma mensagem subliminar é como o próprio nome diz, uma mensagem que não está explícita. Segundo a Psicologia, uma mensagem subliminar não é captada pela consciência do ser humano, entretanto, totalmente interpretada pelo subconsciente. Vamos ao exemplo: Você assiste um filme e este exibe uma perseguição de carros. Durante a cena, você sente uma intensa vontade de comer hambúrguer. Talvez você não entenda de início porque isso acontece. Mas ao analisar a cena com um software apropriado, percebe que existe alguns quadros que bombardeiam a tela com uma imagem de um hambúrguer. Como se trata de apenas uns quadros e tendo em vista que, dependendo da sofisticação do filme, temos milhares de quadros por segundo. Seu olhar captou a imagem porém a sua consciência não conseguiu interpretar, de modo que, somente seu subconsciente ficou sabendo que ela existia.

    Essa técnica era usada massivamente durante os anos 70 e 80 nos cinemas e tinha como objetivo desde fazerem as pessoas comprarem mais pipoca, até fazer as mesmas começar a fumar. Hoje em dia, pesquisas falam que as mensagens subliminares não fazem efeito. Também dizem que elas não são mais inseridas nos filmes e comerciais. Todavia, hora ou outra, aparece alguém na internet que descobriu que as produtoras andam quebrando suas promessas. Logos de marcas famosas, técnica de Pavlov e os mais diversos tipos de condicionamentos podem ainda ser vistos nos programas de tv, filmes, séries, músicas, vídeo-clipes e todo tipo de mídia áudio-visual. Uma das campeãs é a Walt Disney que tem uma mania muito bizarra de colocar mensagens subliminares que incentivam o ato sexual em seus desenhos. 


    ( Depois negam que colocaram e que foi uma brincadeira dos produtores do filme.)


    Doenças criadas.

    Você deve ter percebido que muitas doenças estão aparecendo ultimamente e que, quando os pesquisadores vão estudar, chegam a conclusão que naturalmente elas não poderiam ter alcançado aquele estado, como aconteceu com a H1N1 (gripe suína). Elas precisariam de um “empurrãozinho” para que a mutação atingisse aquele grau, melhor dizendo, esse “castigo da natureza” é na realidade, obra do homem. Adrian Gibbs, um dos responsáveis por produzir o Tamiflu, o antiviral que originou a vacina, entregou um relatório a OMS afirmando e comprovando que seria impossível o vírus se desenvolver da maneira que se desenvolveu sem que tenha sido manipulado. No entanto, a OMS está com os dois pezinhos na lama e não deu muita atenção ao pedido de investigação de Adrian. 

    O motivo é porque a OMS lançou um alerta máximo com o surgimento da H1N1, com uma estimativa de 15 milhões de vítimas. Os números reais mostraram que a Influenza A H1N1 gerou em 213 países um total de 17 mil vítimas. Essa discrepância entre os números reais e o estimado levantou suspeita. Ao dar o alerta máximo, a OMS diz indiretamente aos governos que é necessário comprar um número exorbitante de vacinas. E foi isso que aconteceu. E tem governo por aí que deve até as calças agora para os laboratórios farmacêuticos e tem armazéns e mais armazéns de estoque da vacina contra o vírus. Possivelmente, essa não foi a primeira vez que isso aconteceu. Pesquisadores respeitados dizem que isso é uma tática que vem sendo adota por essas empresas a um bom tempo. O próprio vírus HIV foi criado em laboratório para o mesmo fim: lucrar.

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    Redução da população mundial. 

    Todos os governos do mundo estão se preparando para um evento que ninguém faz a mínima ideia do que seja. São bunkers de milhões de dólares construídos na Noruega, Instalações do FEMA se espalhando por todo EUA, imensas bases militares com abrigos subterrâneos sendo edificados na China, entre outros governos que parecem estar assustados com alguma coisa que está por vir em breve. A suspeita recai sobre o cálculo da Dinâmica dos Sistemas. Em 1990 os cientistas já haviam chegado a conclusão que o planeta não suportaria mais do 8,5 bilhões de habitantes sem entrar em colapso. O cálculo é feito considerando elementos essenciais para sobrevivência do ser humano, como área disponível para o plantio e emissão de poluentes por habitante / ano. O planeta aguentaria cerca de 10,2 bilhões de habitantes se, apenas se, todos os humanos fossem vegetarianos. Mesmo assim, estaria em uma zona crítica, de possível guerra entre os povos para adquirir recursos. 


    A projeção é que a Terra atinja esse nível em 2050. A única maneira de o planeta suportar o estilo de vida atual (ou seja, os ricos consumindo e os pobres… você sabe…) é a Terra ter menos de 8,5 bilhões de habitantes. E esse patamar vai ser atingido segundo a projeção antes de 2020. Logo, um controle populacional se torna necessário. E como isso seria feito? Essa é a dúvida. Nesse último ano atingimos os 7 bilhões de habitantes. Para que a medida de controle venha atingir a população antes do colapso, é importante que ela seja aplicada antes da população chegar a 8 bilhões, para caso ela falhe, exista a possibilidade da aplicação do plano B. Ou seja, vai ser aplicada logo. 


    Recentemente, um grupo de pesquisadores conseguiram um vírus da gripe muito mais potente que o H1N1. Segundo eles, esse vírus seria capaz de infectar 6 a cada 10 habitantes da Terra. Agora pense: 6 a cada 10… eles querem reduzir a população para 40%… é interessante como os fatos se encaixam. Os EUA querem proibir que a Science e a Nature publiquem os resultados dos trabalhos dos pesquisadores. Contudo, alguns conspiradores mais famosos (David Icke, por exemplo) já perceberam a jogada. É tudo muito simples: eu vou contra a publicação do trabalho, depois, libero o vírus e esse se espalha pelo planeta. Quando apontarem para mim, como culpado dos acontecimentos, eu digo: “Lembra que eu fui contra a publicação do trabalho? Como poderia ser eu?”

    Idiocracia programada.

    Amigo leitor, você já deve ter percebido que quanto mais passam os anos mais idiotas as pessoas ficam? Deve ter notado também que as novas gerações tende a cultuar e venerar ainda mais entidades que geram uma contribuição zero ou nula para sociedade, como atores, atrizes, atletas, músicos (classificadas como “celebridades”) enquanto profissionais que trabalham pelo povo como médicos, juízes, engenheiros, bombeiros, policiais, tendem a ter a cada dia menos reconhecimento. E ainda, deve ter observado que as emissoras de Tv e mega portais da internet, criam e recriam sua grade de entretenimento visando sempre, dar destaques aos quadros mais inúteis e que trazem menos cultura para população do que o inverso. Se você acha que isso ocorre de forma acidental ou porquê o povo gosta de ver esse “lixo”, enganou-se. A idiocracia é programada. Trata-se de um sistema criado em cima da famosa estratégia do “pão e circo”. 
     
    Mantenha o povo distraído e bem alimentado e ele sempre estará na coleira, como um cão que obedece cegamente seu dono. A idiocracia programada é na realidade uma União do Estado e do Quarto Poder (a mídia). É por isso, por exemplo, que enquanto a Wall Street sofre protestos todo dia por parte do grupo Occupy Wall Street, aqui no Brasil você vê reportagens do tipo “O jogador Adriano se mete em mais uma enrascada”. Ou melhor, é por isso que você não assiste as explicações concretas sobre o porquê que o sistema capitalista está a beira de um colapso, ou porquê você não escutou na imprensa que o ditador Líbio Muammar Gaddafi tornou a Líbia um dos povos que recebiam mais benefícios do governo e que, o seu declínio começou porque ele queria destituir o dólar dos países árabes e adotar uma moeda própria. 

    Aqui no Brasil, essa estratégia é muito bem elaborada e executada pela nossa querida Rede Globo que, sempre que pode, manipula a população brasileira a agir ao seu favor. Em verdade, atrás de uma falsa demagogia da “liberdade de expressão” a imprensa brasileira abusa e extrapola os limites éticos. O ultimo episódio dessa estratégia montada para idiotizar o povo foi a descoberta que o ancora do jornal da Globo é na verdade um espião dos EUA. O seu objetivo no Brasil, segundo o Wikileaks, seria filtrar as informações contra o capitalismo e beneficiá-lo.


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    Fnord.

    Fnord é a representação tipográfica para desinformação ou informação irrelevante induzindo ao erro, o que implica uma conspiração. A palavra foi cunhada como um termo sem sentido (nonsense) com um tom de religiosidade no Principia Discordia, livro escrito por Kern Thornley e Greg Hill, mas foi popularizado pela Trilogia de livros The Illuminatus! por Robert Shea e Robert Anton Wilson. Nesse romance, a interjeição “fnord” tem um poder hipnótico sobre os desesclarecidos. Os Illuminati programam crianças, quando ainda no jardim de infância, para serem incapazes de ver conscientemente a palavra “fnord”. Pelo resto de suas vidas, cada aparição da palavra gera subconscientemente um sentimento de dificuldade e confusão e previne uma consideração racional do assunto. Na obra de Shea / Wilson, fnords são espalhados liberalmente nos textos de jornais e revistas, causando medo e ansiedade sobre os eventos da atualidade. Entretanto, não existem fnords nas propagandas, encorajando uma sociedade consumista.




    Está implícito nos livros que fnord não é de fato a palavra real usada para essa tarefa, mas uma mera substituta, pois muitos leitores seriam incapazes de ver a palavra verdadeira. A suspeita é que as “fnords” são usadas com frequência e que todos somos vítimas dela. Assim, certos assuntos seriam por nós, incompreensíveis, não porque não teríamos a capacidade de raciocinar sobre e sim porque os “fnords” estão presentes e não sabemos. Apesar de não saberem quais são as “fnords” e entenderem por completo o seu funcionamento, os teóricos levantam a hipótese que algo que nós leríamos ou visualizaríamos constantemente e provavelmente não soem comum, desconexo, sem sentido aparente… o que nos leva aos palpites, ignorando as primeiras hipóteses que elas não são palavras. 


    O mais provável é que as “fnords” sejam formas geométricas tão complexas que a nossa mente não conseguiria interpretar e por isso exclui das imagens captadas pela nossa visão. Desse modo, elas estariam ali e toda vez que você as visualizassem, o efeito seria uma sobrecarga de sinapses, sua atividade cerebral aceleraria pois seu cérebro quer interpretar a imagem porém não possui essa capacidade, gerando uma confusão tremenda. Metaforicamente, seria como você tentar rodar um game ou um programa muito sofisticado em um computador muito antigo. Ele até poderia tentar ler mas a resposta seria o erro.


    Caso Rosswell.

    Este é provavelmente o incidente mais famoso e importante da história do fenômeno OVNI em todo o mundo. Apesar de ter sido descoberto que o caso UMMO, foi uma fraude muito bem orquestrada, o “incidente de Roswell”, poderá também ser considerado como tal ? Talvez sim… ou será que não ?

    Vejamos o que se passou efetivamente nessa região dos Estados Unidos, e quais as implicações posteriores naquele país. Para tal, passarei a descrever os fatos ocorridos desde 1947 até Outubro de 1997, sem que sobre ele formule qualquer comentário. Na noite de 2 de Julho de 1947 o casal Wilmot que estava no exterior de sua casa em Roswell, estado do Novo México, nos Estados Unidos, viu um objeto luminoso de forma oval, durante 40 a 50 segundos, a atravessar o céu de SE para NW, cerca das 21:50 h. Na manhã seguinte, o engenheiro Barney Barnett, de Socorro, Novo México, encontrava-se a trabalhar com um grupo de estudantes de arqueologia nas planícies de San Agustin, a 400 Km a oeste de Roswell. 
    Nesse mesmo dia, a cerca de 120 quilômetros de distância, e no sentido indicado pelo casal Wilmot, o rancheiro W. MacBrazel descobriu um extraordinário achado no seu campo… estava este distanciado a 240 Km do local onde se encontrava o engenheiro e os arqueólogos que, no meio do deserto, foram curiosamente atraídos por um brilho que sobressaía das areias. Pensando tratar-se de destroços de um avião, Barney Barnett e os jovens estudantes a arqueólogos deslocaram-se ao local, tendo constatado a existência de um objeto com 8 a 10 metros de diâmetro, de configuração lenticular parcialmente destruído, próximo do qual jaziam alguns corpos, bem como no seu interior. Estes tinham fisionomia humanoide, com olhos pequenos e cabeça excessivamente grande desproporcional ao corpo, que teria cerca de 1,50 m de altura, trajando com uma roupa integral de côr cinzenta. 


    Pouco depois, surgiu um jeep da força aérea norte-americana com alguns oficiais, que isolaram o local e intimidaram as testemunhas para que não relatassem o que tinham visto porque “aquilo era o resultado de uma experiência secreta de interesse nacional”, feita com um balão sonda. Pouco depois chegava um enorme caminhão que carregou a nave e os corpos, tendo partido com destino desconhecido. Entretanto, o rancheiro William MacBrazel, tinha descoberto uma área com cerca de 500 metros quadrados coberto de estranhos detritos, “como se sobre ele tivesse explodido qualquer aparelho estranho”. Contando aos vizinhos a estranha descoberta que fizera e mostrando, inclusive, um dos “detritos” que era semelhante ao alumínio, mas extremamente maleável e ao mesmo tempo muito duro, que observado de determinado ângulo podia notar-se a existência de estranhos desenhos “semelhantes a flores”. Por sua vez, os vizinhos explicaram-lhe que na noite anterior teriam sido vistos pelo menos 12 (doze) objetos não identificados sobrevoando a região e que o melhor era dirigir-se ao xerife, George Wilcox e mostrar-lhe o achado ! E assim o fez…


    Num curto comunicado à imprensa, o tenente da Base Aérea próxima, Walter Haut, informou que a força aérea dos Estados Unidos tinha “capturado” um disco voador que estava guardado no Hangar-84, da Base White Sands. Com a melhor das boas intenções, o rancheiro MacBrazel dirigiu-se aos militares acompanhado do xerife Wilcox, a fim de relatar o sucedido, após o que ficou retido na base durante bastante tempo para prestar declarações. Regressando ao seu rancho, verificou que um grande número de militares pesquisava toda a área do achado, recolhendo estranhos detritos no local por ele anteriormente indicado, não deixando ninguém aproximar-se. Havia instalado um quadrante de isolamento no local de raio maior que 5 km. Três horas após terem entrado na base, uma parte dos destroços retirados do local onde se encontravam e o objeto encontrado no deserto, bem como os cadáveres dos tripulantes, que tinham sido inicialmente transportados para a RAAF, foram transferidos para a base de Wright-Paterson, onde foram guardados para investigação, no Hangar-18. Mais tarde, foram novamente transferidos secretamente pelos militares para a base aérea de Muroc, na Califórnia, onde foram exibidos ao então presidente dos Estados Unidos general Eisenhower, em 20 de Fevereiro de 1954. A partir dessa data, nada mais se soube, conjecturando-se apenas se teriam sido transportados para a Zona 51, na base de Nellis, no estado do Nevada.


    A justificação final que foi fornecida pela Força Aérea dos Estados Unidos sobre Roswell, foi a de que entre os meses de Maio e Julho de 1947, foram lançados onze balões sonda (veremos mais à frente como esta versão foi posteriormente alterada), no âmbito do Projeto Mogul. Para aquelas entidades, os referidos balões possuíam uma “cauda”, na qual estavam colocadas várias tiras em papel de alumínio, para poderem ser seguidos pelo radar. Dos onze balões só dois não tinham sido recuperados: os dos dias 29 de Maio e 4 de Junho. Entretanto, foi exigido que fosse feito um “black out” por todas as estações de rádio das proximidades, nomeadamente a KOAT, de Albuquerque, que efetuava a cobertura do acontecimento, com a seguinte indicação enviada por telex: “ATENÇÃO ALBUQUERQUE: NÃO TRANSMITAM ESTAS MENSAGENS. SUSPENDAM AS NOTÍCIAS IMEDIATAMENTE”.


    J. MacBoyle, jornalista da estação de rádio KSWS, de Roswell, obteve, entretanto, outra informação relacionada com a do rancheiro MacBrazel: os militares além de terem recolhido os destroços que aquele tinha descoberto, também recolhera uma nave que se encontrava semi- enterrada no solo de San Agustin, assim como os cadáveres dos seus tripulantes. Pressionados pela opinião pública, o major Jesse Marcel exibiu os destroços do que ele designou serem “fragmentos de um balão”, podendo os jornalistas fotografá-los de perto, ao contrário do que sucedera na véspera, em que os anteriormente mostrados eram de outro tipo, e fotografados a uma distância considerável. A 8 de Julho, o jornal local “ROSWELL DAILY RECORD” noticiava com grande destaque : “A RAAF (Roswell Army Air Force, sigla que designava o perímetro militar da força aérea próximo daquela localidade, onde estava sediado o grupo de bombardeiros estratégicos nº 509) capturou um disco voador num rancho na região de Roswell”. Por outro lado, todas as pessoas que de alguma forma estiveram ligadas às observações destes destroços, foram, segundo as próprias, intimidadas, por ameaças mais ou menos veladas, feitas pelos serviços de inteligência militares, a ficarem caladas sobre o assunto.

    Com o correr do tempo, o “incidente de Roswell” acabou caindo no esquecimento até aos acontecimentos que tiveram lugar em 20 de Setembro 1977 , próximo da cidade de Petrozavodsk, ex-URSS. Um fato idêntico foi testemunhado, mas, desta vez por centenas de pessoas. Desta vez, verificando que a história do “balão-sonda” de Roswell não teria força suficiente para justificar a evidência dos fatos, as entidades soviéticas afirmaram que aquela nave, não era nada mais nada menos que o seu satélite Kosmos 955, que reentrou na atmosfera e haveria caído naquela área. O isolamento da zona justificava-se pelo “material secreto” que transportava. A partir desse momento, os grupos de investigação do fenômeno OVNI e o público norte-americano remexeram no passado de Roswell, começando a fazer uma forte pressão para que fossem divulgados os relatórios secretos do incidente. Com a situação ficando insustentável, o senador do estado do Novo México, Steven Schiff, propôs à Comissão do Especial do Congresso, que fosse elaborado um relatório do sucedido, o mais completo possível, com base em documentos que estavam na posse da CIA, do FBI, do Conselho Nacional de Segurança e de outras agências que direta ou indiretamente intervieram no caso.


    Após um levantamento prévio, a Comissão verificou que todos os documentos de natureza administrativa (logística, por exemplo) existentes na Base Aérea de Roswell, correspondente aos anos compreendidos entre 1945 a 1949, tinham sido destruídos, o mesmo sucedendo aos relatórios daquele perímetro militar referentes aos anos de 1946 a 1949, sem que se soubesse quem ordenara a sua destruição. Face à falta de elementos, foi elaborado um documento de 30 páginas onde se concluía que o aparelho de Roswell não passava de um balão secreto. No princípio do ano de 1995 foi adquirido por um anônimo por 100.000 dólares, um filme que foi posteriormente divulgado em todo o mundo, no qual se constatava a existência de uma pseudo-autópsia de um dos seres extraterrestres capturados no OVNI de Roswell. Face ao filme exibido e à polêmica que ele gerou, a Comissão do Congresso norte-americano elaborou um novo relatório sobre o assunto, desta vez com cerca de 230 páginas. Nele se afirma que os “ alienígenas” descritos pelas testemunhas no deserto de San Agustin, junto aos destroços de um possível OVNI, não passavam de “bonecos antropomórficos utilizados em ensaios da força aérea”. Segundo o relatório, os bonecos eram elevados em balões até 10.000 metros de altitude e depois largados contra o solo por forma a determinar-se qual o resultado do impacto possível resultante de futuras reentradas na atmosfera de naves tripuladas por astronautas (e não balões sonda, com anteriormente fora afirmado). 


    Estes bonecos, os “dummies”, assim designados na gíria militar, eram fabricados com uma estrutura de alumínio e aço, revestidos de látex e plástico tendo sido testados pelos militares no estado do Novo México (saliente-se que estes bonecos só foram fabricados entre 1954 e 1959 tendo o incidente de Roswell ocorrido em 1947). Frente a todas as contradições, o coronel da Força Aérea dos Estados Unidos, John Haynes, realizou diretamente do edifício do Pentágono, uma conferência de imprensa em 24 de Junho de 1997 a fim de fornecer o relatório final dos acontecimentos de Roswell. Perante as inúmeras questões levantadas pelos jornalistas, limitou-se a descrever o conteúdo do relatório. A uma pergunta efetuada por um jornalista da CNN, que questionando o coronel se este não estaria a ser “usado” naquela conferência de imprensa porque era considerado como sendo um “incrédulo” dos OVNIs, este respondeu: “Caso encerrado ! Vocês têm os elementos, as datas e os relatórios…”Por sua vez, em 4 de Julho de 1997, teve lugar uma conferência de imprensa em Roswell, na qual estiveram presentes Derrel Sims, antigo funcionário da CIA hipno-anestesista e bioquímico, o Dr.Vernon Clark, investigador da Universidade de San Diego, e o Dr. Roger Leir. Derrel Sims informou que esteve na posse de alguns dos fragmentos que, presumivelmente, teriam constituído uma parte dos objetos que foram encontrados.


    Apesar de cético, Sims pediu que se efetuassem várias análises e testes naquelas substâncias que tinham um aspecto metálico. Os fragmentos que tinha na sua posse foram cedidos pelo Dr. Jesse Marcel, Jr., filho do então major Jesse Marcel, oficial que em 1947, notificou os jornalistas que o presumível OVNI de Roswell não passava de um balão meteorológico. O oficial terá subtraído então alguns fragmentos para mostrar à sua família, tendo desse modo, esta tomado posse dos mesmos.Testes efetuados pelo Dr. Vernon-Clark incluíam a análise à indutividade da massa espectroscópica-plasmática, isto é: tratava-se de um método normalmente utilizado para determinar a composição e as proporções dos isótopos de modo que pode-se determinar um grande número de elementos. Os resíduos de Roswell foram assim dissolvidos numa mistura de ácidos fluorídrico e nítrico; posteriormente, o líquido obtido foi vaporizado e injetado para dentro de um recipiente contendo a.p. que procedeu à separação atômica dos ions; estes, por sua vez foram acelerados para dentro de um espectrômetro de modo o poderem ser separados e detectados, contando-se o número atómico do núcleo que corresponde a determinado tipo de isótopo. 


    Os resultados determinaram que o material apresentou uma variação mais significativa do que sería “normal” detectar na composição dos isótopos existentes na Terra. Depois daquele teste o Dr. Vernon-Clark efetuou ainda um outro sobre a indutividade das emissões ópticas espectroscópicas-plasmáticas, isto é: através deste método que é também possível determinar a composição de um leque muito variado de elementos. Introduzindo-se uma amostra vaporizada num tubo com argônio, este separa os íons atômicos. Os átomos são excitados pela energia do plasma, e emitindo energia eletromagnética com comprimentos de onda diferentes para cada elemento. Este método difere do anterior porque nele não é possível estabelecer a diferença entre os isótopos. Deste teste determinou que aquela matéria não podia existir na natureza, tendo sido fabricado. Por tudo o que foi exposto, desenha-se a perspectiva de que o “incidente Roswell”, apesar de ter sido “encerrado” pelo Pentágono, se mantém aberto para os investigadores.



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    Para quem acompanha, aviso: postarei duas teorias conspiratórias por dia. Já postei duas, agora só amanhã.
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     Pearl Harbor.

    O presidente Franklin Roosevelt provocou o ataque japonês à base naval dos EUA no Havaí, em dezembro de 1942. Sabia disso de antemão e encobriu o seu fracasso para alertar os comandantes de sua frota. Ele aparentemente necessitaria que fosse provocado um ataque a sua própria pátria para que se pudesse declarar guerra contra os japoneses porque o público americano e o Congresso era esmagadoramente contra o fato de entrar na guerra. Os EUA foi avisado de antemão pelos governos da Grã-Bretanha, da Coréia do Norte, Austrália, Peru, e da União Soviética, que um ataque surpresa a Pearl Harbor estava sendo programado. 


    Além disso, os americanos tinham interceptado e quebrado todos os códigos importantes dos japoneses no período que antecedeu ao ataque. Ou seja, apesar de terem em mãos dados sobre o ataque muito antes de ele ser realizado, inclusive, detalhes minuciosos da operação contida nos códigos japoneses, o governo americano simplesmente ficou de braços cruzados. O resultado disso levantou a suspeita, obviamente, que Pearl Harbor seria apenas um pretexto utilizado pelo próprio governo para iniciar a guerra. Ou é isso ou Roosevelt é um baita incompetente.


    Área 51.

    A área restrita no deserto de Nevada é um dos locais de testes militares mais bem protegidos do planeta. Cercas e placas alertam os transeuntes de que, a partir de determinado ponto, é proibido passar. Talvez por isso, ou pelos constantes relatos de atividades estranhas na região, a Área 51 tenha se tornado sinônimo de conspiração. Especialmente na década de 1970 surgiram diversos relatos de que os Estados Unidos tinham conhecimento, e até envolvimento, com vida extraterrestre – e que muitas provas estavam guardadas por aquelas cercas no deserto.



    Autópsias secretas, discos voadores e testes bizarros seriam realizados lá dentro. O local já foi explorado em filmes de Hollywood, documentários, e apareceu até mesmo na série Os Simpsons.

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    Pan Am Flight 103.


    Pan Am Flight 103 foi o vôo transatlântico que partiu do Aeroporto de Londres, Heathrow, para o aeroporto internacional de Nova Iorque em 21 de dezembro de 1988. A aeronave que voava nesta rota – um Boeing 747 – foi destruída por uma bomba, matando todas as 259 pessoas a bordo e 11 pessoas em terra. O Boeing foi destruído pelo governo porque algo dentro do avião não podia chegar em terra. 


    Como não sobrou muito da aeronave, pouco se pode saber sobre o ocorrido. O evento ficou conhecido como atentado de Lockerbie. E na versão oficial, foi resultado de um ataque terrorista de um grupo Líbio.


    O Portal.

    Um dos incidentes que ocorrem no Golfo de Aden. Em 9 de novembro de 2009, um enorme vórtice se abriu no céu em cima do Golfo de Aden, o qual toda Noruega e parte da Europa puderam observar. O fenômeno que deixou muita gente espantada, durou cerca de 12 minutos. No inicio de 2010, ele voltou a acontecer em menor intensidade. A versão oficial diz que os vórtices gigantescos que se formam no céu do Golfo de Aden são resultados de mísseis que falharam. Logicamente, muitos não ficaram contentes com a explicação. Eis então que vem a público um relatório que ninguém sabe a veracidade, mas que deixou muitas pessoas com o pé atrás. O relatório seria do almirante da Frota do Norte russa Maksimov, do primeiro-ministro Vladimir Putin, dizendo que um misterioso vórtice magnético atualmente focando no Golfo de Aden, desafiou todos os esforços combinados da Rússia, dos Estados Unidos e da China a fechar e verificar a causa exata de sua origem.


    A especulação é que o vórtice do Golfo de Aden possa ser um Stargate, aparelho anular supercondutor que permite viagens pelo “subespaço”, através de um buraco-de-minhoca estável, com destino a outro aparelho idêntico localizado a uma vasta distância do primeiro. Ou talvez em outro universo. Desde o ano 2000, o golfo de Aden é vigiado dia e noite pelas seguintes frotas navais: Marinha Real Australiana Guerra, Marinha belga Búlgaro, Marinha do Canadá, Marinha de Libertação do Povo (China), Marinha Real da Dinamarca, Marinha Francesa, Marinha Alemã, Marinha grega, Marinha da Índia, Marinha da República Islâmica do Irão, da Marinha italiana, as Forças Marítimas de Autodefesa do Japão, República da Marinha da Coreia (Coreia do Sul), Marinha Real da Malásia, Marinha Real Holandesa, Marinha do Paquistão, Marinha Portuguesa, Arábia Royal Navy, Marinha Russa, Marinha Espanhola, Marinha sueca, Marinha turca, Marinha Real Britânica e a Marinha dos Estados Unidos.


    Quando questionados sobre o porquê de tantos grupos navais em único lugar, os governos respondem a mesma coisa: piratas da Somália. A região é infestada por piratas, isso é verdade. Porém, não justifica uma ação conjunta desse tamanho para conter meia-duzia de pé-rapados (pois é, esses piratas possuem embarcações precárias, além de que, seu poder de fogo é tão insignificante perto do que uma Marinha de um país contém, que é certo que apenas a Marinha dos EUA conseguisse detê-los). Desde o advento da Mecânica Quântica, essas estruturas começaram a ser cogitadas. 


    Não sabemos se o homem seria capaz de criar tal estrutura, principalmente pelo fato de que seria necessária uma enorme quantidade de energia para abrir um Portal para qualquer lugar que seja. Entretanto, ele estava lá, ficou visível para todos no dia 9 de novembro de 2009. Como eles sabem desse evento desde o ano 2000, isso explicaria a pressa de alguns governos em construir seus abrigos anti-catástrofes depois dessa data.
    AvatarAnunnaki
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    Maitreya.

    Se você não é budista, é provável que nunca tenha ouvido falar dele. Maitreya (do sânscrito maitri, “amistosidade”) é como é designado o renovador do budismo, o próximo Buda, que reiniciará o atual ciclo iniciado por Siddhartha Gautama, quando os ensinamentos deste tiverem sido esquecidos neste mundo. Muitos cálculos têm sido apresentados para quando este renovador do Budismo deverá renascer, como daqui a 3000 anos. No entanto, há quem diga que ele já está aqui. Em uma oração para Maria Akatsa, em 11 de julho de 1988, no Nairóbi, em meio a uma multidão de 6000 pessoas famintas, um homem apareceu do “nada” (ou pelo menos é o que dizem). O ser que se materializou diz ser o Maitreya. Ele conversou com a multidão na língua local, assim como, se comunicou na língua dos estrangeiros que estavam assistindo a oração. Suas mensagens eram para que o homem focassem em novas fontes sociais, no próximo, no que era necessário para mudança e para o bem de todos. 

    Enfatizava também “…estamos próximo do reinado dos céus”. O acontecimento foi publicado por um jornalista do “The Kenia Times” que estava presente no evento e que retirou as fotografias. Eventos estranhos começaram a acontecer desde então. Há relatos de testemunhas que dizem que o Maitreya apareceu no México (Tlacote), em novembro de 1990. Também haveria aparecido na Nova Zelândia, Alemanha (Nordenau) e Índia (Nadana). As aparições ocorrem sempre nas mesmas condições: frente a multidões e segundo relatos, a tal entidade apenas “aparece”, como se viesse do “nada”. Para a infelicidade de alguns, apenas o evento de Nairobi foi registrado. Fenômenos pouco comuns acontecem nas cidades aonde houve o aparecimento da entidade: uma espécie de símbolo holográfico, chamado de “cruzes de luz” começam a aparecer para os nativos da região. 





    Esses símbolos são um cristal, aparentemente holográfico, que não tem massa, com um cruz com maior intensidade luminosa no seu interior. Existem diversas teorias e linhas de raciocínio sobre o assunto. Os céticos dizem que tudo não passa de uma armação muito bem arquitetada por B. Creme, um dos maiores estudiosos sobre esses eventos, que seria reforçado pela histeria coletiva provocado nesses cultos religiosos. Os evangélicos dizem que o Maitreya é o próprio AntiCristo, profetizado no livro cristão, a Bíblia. Os conspiradores dizem que Maitreya é uma armação da Nova Ordem Mundial, pois eles precisariam de um líder que seria da confiança de todos e nada melhor que alguém considerado um “messias” para ocupar o cargo, sendo que, para isso estariam usando tecnologias avançadas (Blue Beam) para enganar o povo.


    Echelon.

    Você manda uma sms, email, liga para alguém, enfim, se comunica de alguma forma com outra pessoa e pensa que apenas você e ela tem acesso ao que foi comunicado. Pense novamente. Existe um sistema criado que tem como propósito espionar tudo que é comunicado ou informado por qualquer meio de telecomunicação que seja (internet, celular, etc) chamado Echelon. Echelon é o nome dado na cultura popular e média a um alegado projeto secreto de SIGINT, para o qual não existem explicações oficiais de que função possa desempenhar. Alguns estudiosos da área afirmam que serve para interceptação mundial de telecomunicações (internet, fax, telemóvel) encabeçado pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos da América, com a colaboração de agências governamentais de outros países (Reino Unido, Austrália, Canadá, Nova Zelândia), para analisar as comunicações em nível mundial, com o fim de procurar mensagens que representem ameaças à segurança mundial. Devido a todo o mistério que envolve o Sistema Echelon, algumas o acusam de promover até mesmo espionagem industrial.

    No final de Janeiro de 2006, a Electronic Frontier Foundation, uma entidade ligada à defesa das liberdades no mundo digital, iniciou uma ação judicial contra a operadora de telefonia estadunidense AT&T devido a uma suposta colaboração com o Echelon. Os defensores da teoria de que o Echelon existe alegam que tudo o que se fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo fax, é controla­do, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, e que este é uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, cria­da e mantida pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia. Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon terá, como embrião histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e pelos EUA, no início da Guerra Fria. Destinado à recolha e troca de informações, o Pacto UK-USA resultou, nos anos 70, na instalação de estações de rastreamento de mensagens enviadas desde então na Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunications Satellite Organization) e Inmarsat.


    Outros satélites de observação foram enviados ao espaço para a escuta das ondas de rádio, de celulares, e para o registro de mensagens de correios eletrônicos. Na Inglaterra, o órgão governamental associado à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communications Headquarters). A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station F83, da NSA e se situa em Menwith Hill, Yorkshire, na Grã-Bretanha. Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, seriam captadas as mensagens de telecomunicações, inclusive de cabos submarinos e da rede mundial de computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (network) é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como SIGINT. O segredo tecnológico do Echelon consiste na interconexão de todos os sistemas de escuta. A massa de informações é espetacular e, para ser tratada, requer uma triagem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por meio de instrumentos da inteligência artificial.



    “A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pesquisador do tema — reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de interceptação recebem milhões de mensagens destinadas às estações terrestres credenciadas e utilizam computadores para decifrar as informações que con­têm endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.
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