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    AvatarFuderoso
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    Tentei montar uma resposta resumida, mas ainda não respondi a todos os questionamentos de Rodes. Talvez nem tenha respondido a nenhum. KKKKKKKKKKK

    Vou tentar contrapor-me a alguns argumentos seus, ok? Vamos lá:

    “Os livros de Kardec demonstram um racismo inerente, tanto no livro A Gênese como nos demais. Equivoca-se ao entender a elevação espiritual do ponto de vista totalmente educacional, técnico e material, dando a entender que um selvagem não possa ser elevado espiritualmente”.

     Meu argumento:

     Allan Kardec, um racista brutal e grosseiro?!?

    Antes de entrar na análise de alguma coisa, através de textos disponíveis na Internet nos links: http://www.montfort.org.br/veritas/kardec.html, http://www.montfort.org.br/veritas/kardec2.html e http://www.montfort.org.br/veritas/kardec3.html, devemos colocar algo que pode provar ao atento amigo, ou pelo menos tentar, qual é realmente o pensamento de Kardec, para que, daí, cada um possa tirar suas próprias conclusões sobre o que coloca e o que se contradiz ao Espiritismo.

     Dados * históricos sobre Kardec e o seu pensamento.

     * Não foram inventados nem vilipendiados.

     Talvez seja interessante apresentar algo sobre sua formação.

     

     “Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdum (Suíça), tornou-se um dos discípulos mais eminentes desse célebre professor, e um dos zelosos propagadores do seu sistema de educação, que exerceu uma grande influência sobre a reforma dos estudos da Alemanha e na França”.

     “Dotado de uma inteligência notável e atraído para o ensino pelo seu caráter e as suas aptidões especiais, desde a idade de quatorze anos, ensinava o que sabia àqueles de seus condiscípulos que tinham adquirido menos do que ele. Foi nessa escola que se desenvolveram as idéias que deveriam, mais tarde, colocá-lo na classe dos homens de progresso e dos livres pensadores”.
    (…).

    “De 1835 a 1840, fundou, em seu domicílio, à rua Sèrvres, cursos gratuitos, onde ensinava química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.: empreendimento digno de elogios em todos os tempos, mas sobretudo numa época em que um bem pequeno número de inteligências se aventurava a entrar nesse caminho” (Obras Póstumas, pág. 11-12).

    Será que alguém com a formação que recebeu e com a preocupação de ensinar gratuitamente aos outros o seu saber, teria uma personalidade racista?

    A Escola de Pestalozzi

    Yverdun é um ponto de reunião para as crianças do mundo inteiro. É a escola do universalismo, da fraternidade das crianças que se tornarão, por sua vez, homens cheios de responsabilidade. Pestalozzi é o tipo de Educador atento, o Mestre severo e suave ao mesmo tempo, justo e caridoso. Em sua doutrina e seu exemplo, Rivail encontrou o modelo do homem íntegro que ele mesmo foi e que se tornou, também, o ideal da moral espírita.

     (…).

    Com efeito, foi em Yverdun e graças a Pestalozzi que Kardec aprendeu o justo sentido da educação, que deve ser ao mesmo tempo paternal e liberal. Já se disse, muito justamente, que a doutrina espírita é de suave severidade. É também esse o caráter do método de ensino ideado por Pestalozzi. As crianças formam ali uma grande família. Essa família torna-se assim o modelo dos espíritas, pois é universal.

    De fato, a escola de Pestalozzi abre as portas aos alunos do mundo inteiro, por cima das diferenças de língua, de civilização, de raça ou de crença. Recebe crianças vindas da França, como Rivail, dos cantões suíços, mas também da Alemanha, do Hânover, de Saxe, da Prússia, da Rússia, do reino de Nápoles, da Espanha e da América. Percebe-se assim a vantagem dessa educação, que inculca à criança o sentimento da igualdade humana, da fraternidade e da tolerância. É aí que Allan Kardec, nessa família do coração, aprende os principais princípios morais do espiritismo… (Vida e Obra de Allan Kardec, pág. 23).

    Observar que no meio em que foi educado não existia qualquer tipo de racismo, por que então um discípulo aplicado de Pestalozzi seria um racista?

     A jornalista Dora Incontri, com mestrado, doutorado e, em fase de conclusão, pós-doutorado em Educação, na USP, em seu livro Para entender Kardec, nos trás um fato interessante que muito bem nos dará uma idéia de quem era Kardec. Vejamos:

     “… É bom lembrar que, na Sociedade de Estudos Espíritas de Paris, havia um Camille Flammarion, astrônomo, e um calceteiro (operário braçal que fazia as calçadas de Paris, de quem Kardec noticia a morte) e ambos eram membros da Sociedade”. (pág. 121).

     Isso é característica de uma pessoa racista?

     Para clarear mais ainda essa questão de Kardec ser racista, irei colocar alguns trechos de suas obras que, por certo, evidenciará qual é verdadeiramente o seu pensamento.

     “… Possam nossos irmãos futuros se lembrarem deste dia memorável em que os Espíritas lioneses, dando o exemplo de união e de concórdia, colocaram, nesses novos banquetes o primeiro passos da aliança que existir entre os Espíritas de todos os países do mundo; porque o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, apaga naturalmente todas as distinções estabelecidas entre os homens segundo as vantagens corpóreas e mundanas, sobre as quais ó o orgulho fundou castas e os estúpidos preconceitos de cor. O Espiritismo, alargando o círculo da família pela pluralidade das existências, estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional do que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porque esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eterno. Esses laços, uma vez bem compreendidos, influirão pela força das coisas, sobre as relações sociais, e mais tarde sobre a Legislação social, que tomará por base as leis imutáveis do amor e da caridade; então ver-se-á desaparecerem essa anomalias que chocam os homens de bom senso, como as leis da Idade Média chocam os homens de hoje…”.

    Toda a fala de algum crítico, que será objeto de análise, nós a colocaremos em destaque, com afastamento em ambas as margens em relação ao texto.

    ALLAN KARDEC, UM RACISTA BRUTAL E GROSSEIRO.

    Orlando Fedeli

    É bem sabido que o darwinismo suscitou uma grande onda racista. Pois se a luta pela sobrevivência causava a seleção das espécies, a luta entre as raças causaria o aperfeiçoamento da espécie. Assim, o nazismo foi um dos efeitos do darwinismo.

    O que, porém se deixa à sombra, é a influência do darwinismo no racismo de Allan Kardec, o fundador do espiritismo “moderno”.

    Interessante a tentativa do crítico em relacionar o darwinismo com onda racista, para ao final relacioná-lo a Kardec. Será que essa grande onda racista também não ocorreu como resultado das cruzadas ou da inquisição? A religião pura ao mundo, nem que seja a custa de ferro e fogo, não seria um “nazismo religioso”?

    Se Kardec realmente fosse um racista, como pretende o opositor, ele o seria quem sabe pela sua orientação religiosa, pois somente após meio século de existência é que veio a estudar as manifestações dos espíritos, origem dos princípios da Doutrina Espírita. Adivinhe qual era a religião de Kardec? Aguarde um pouco que iremos dizer-lhe.

    Kardec, cujo verdadeiro nome era Hypolite Léon Dénizard Rivail, foi um homem que aprendeu bem mal a Gnose típica das sociedades secretas a que pertenceu. Nessas sociedades do século XIX, se ensinava uma doutrina mais ou menos influenciada pelo romantismo, doutrina em geral originada do cabalista Jacob Boehme. Se Kardec aprendeu mal essa doutrina teosófica e romântica, ensinou-a pior ainda. Daí nasceu o sistema gnóstico grosseiro e cheio de contradições do espiritismo moderno.

    Gostaríamos que me apresentasse a relação das sociedades secretas de que Kardec fez parte, indicando, obviamente a fonte de consulta.

    Quanto da refutação de outro texto de Orlando Fedeli, intitulado “Reencarnação, argumentos católicos contra os fundamentos do Espiritismo”, há resposta feita intitulado “Reencarnação, argumentos católicos contrários”, onde responde-se essa questão de relacionar Espiritismo com a gnose no link abaixo.

    http://www.espirito.org.br/portal/artigos/paulosns/reencarnacao-argumentos.html

    Bem, provavelmente não respondi, nem tampouco convenci a alguns, muito embora essa não seja a minha pretensão. Podemos continuar a debater porque achei muito interessantes as colocações de nosso companheiro Rodes

    AvatarConspiradoR
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    Sem querer me intrometer no debate, que alías esta muito interessante, mas um amigo meu, um grande mestre ( ou um jovem mestre ) por sinal, o qual não revelarei o nome, me afirmou muito tempo atrás que Allan Kardec era oriundo da Ordem Martinista, não tenho como corrobar essa afirmação, mas fica ae como ponto de pesquisas e debates.

    Avatarrodes
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    Caro Fuderoso

    Admiro sua inteligência e por isso vou fazer uma pergunta: Voce leu a A Genese? Leu os outros livros de Kardec?
    Por gentileza, para que voce não tire conclusões apressadas, gostaria que voce lesse primeiro algum dos livros dele.
    Voce pergunta se tendo estudado no Instituto Pestalozzi e tendo adquirido cultura, poderia ser racista? Respondo. Poderia sim, pois, embora crianças do mundo inteiro fossem até aquele instituto, apenas brancos, descendentes de europeus, poderiam fazê-lo naquela época. Os negros, os indios e os orientais não eram vistos como pessoas naquela sociedade. Posso dizer isso em razão de ser filho de europeus vindos ao Brasil após 1937 e mesmo havendo pessoas de grande cultura em nosso meio, que tratavam a todos com benevolência, havia a separação.
    Um exemplo: Só vim a saber que existiam negros quando vi um aos seis anos de idade e japoneses aos onze.
    Pelo lado de minha mãe, minha avó que a todos tratava com bondade, dizia sempre que somente podíamos brigar com nossos iguais, aos outros devíamos tratá-los com bondade, pois eram inferiores. Se isto ocorria no Brasil multirracial na década de 1960, imagine na Europa na segunda metade do século XIX.

    Outra pergunta. Voce já leu algo sobre a Gnose? Procure fazê-lo.

    Depois que voce tiver lido os livros de Kardec e os outros sugeridos, voce entenderá o que eu disse.
    Quanto a Kardec ter sido membro de alguma ordem, nada sei, embora não descarte, pois era comum na época e quase uma necessidade social pertencer-se a alguma dessas ordens.

    Na verdade não entendo onde voce quer chegar, pois o que afirmo é que o espiritismo nasceu de um erro de entendimento de um conhecimento muito antigo sobre o retorno da energia que move um corpo para a grande massa de energia e a sua reutilização de forma totalmente impessoal para uma nova vida, sem o conceito de espírito ou alma.

    Pelo erro de entendimento nasceram as teorias de renascimento e a adoção do principio de castigo e recompensa e o da evolução espiritual com a necessidade de inumeros retornos.

    O fato da pessoa ter uma boa formação cultural não lhe garante uma inteligência privilegiada.
    Avatarrodes
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    Alo Fuderoso

    Em tempo. Kardec era cristão.
    Avatarrodes
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    AvatarLoki
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    Na verdade não entendo onde voce quer chegar, pois o que afirmo é que o espiritismo nasceu de um erro de entendimento de um conhecimento muito antigo sobre o retorno da energia que move um corpo para a grande massa de energia e a sua reutilização de forma totalmente impessoal para uma nova vida, sem o conceito de espírito ou alma.

    Pelo erro de entendimento nasceram as teorias de renascimento e a adoção do principio de castigo e recompensa e o da evolução espiritual com a necessidade de inumeros retornos.


    De forma alguma. Kardec apenas organizou na doutrina espírita o conhecimento da reencarnação e do karma que já eram conhecidos desde tempos remotos.

    Pitágoras, considerado um dos mais célebres sábios que já passaram por esse planeta tinha o seguinte ponto de vista:

    Esta vida é o resultado de muitas
    outras pelas quais já passamos. As alegrias e os infortúnios que nos acontecem
    são apenas resultados das nossas ações passadas. Pitágoras entendia que cada
    existência que vivemos tem como objetivo eliminar o mal adquirido nas vidas
    anteriores com o aperfeiçoamento dos nossos conhecimentos e pelo exercício das
    boas virtudes como a bondade, compreensão, compaixão e caridade.”

    Estou falando de um homem que viveu a 2500 anos atrás e cujos ensinamentos matemáticos ainda estão vivos na nossa educação atual. Como pode alguém estar tão certo sobre uma coisa e tão errado sobre outra? Não faz sentido algum.

    Avatarrodes
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    Ola Fuderoso

    O fato de um homem ser um magnifico sapateiro não quer dizer que possa ser um excelente alfaiate. Um grande pintor poderá ser um péssimo poeta.
    Einstein pode ter sido um gênio na física, porém é uma nulidade como filósofo e escritor.
    Realmente não é o fato de seus ensinamentos matemáticos serem tão importantes que pode qualificá-lo em outros pontos. Ele falhou no entendimento do processo evolucional do ser humano, ao se prender na teoria errônea adotada pelos egípcios que era a metempsicose, e daí tirando sua conclusão de inúmeros renascimentos para que essa evolução se processasse.

    Na realidade o ser humano renasce a cada geração de sua linhagem e aí esta o segredo de sua evolução. Quem não prepara seus descendentes está fadado a deixar de existir pois não ocorrerá evolução e sim involução.

    “Esta vida é o resultado de muitas 
    outras pelas quais já passamos. As alegrias e os infortúnios que nos acontecem 
    são apenas resultados das nossas ações passadas.

    Pitágoras entendia que cada 
    existência que vivemos tem como objetivo eliminar o mal adquirido nas vidas 
    anteriores com o aperfeiçoamento dos nossos conhecimentos e pelo exercício das 
    boas virtudes como a bondade, compreensão, compaixão e caridade.”

    Será que o que Pitágoras afirma é realmente o que se entende com a mentalidade judaico cristã eivada na cultura ocidental?

    Será que não quis dizer sobre cada geração aprender sobre os erros e acertos da anterior, entendendo que cada geração é uma existência? Será que não foi o precursor de uma teoria da evolução? 


    Avatarrodes
    Número de postagens: 427

    Desculpe Fuderoso, respondi para voce quando na realidade quem fez a afirmação  acima foi um anonimo.

    AvatarFuderoso
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    Relaxa, mas deixe-me concatenar as idéias. Você escreveu muitas coisas que preciso analisar, ok? Abraço forte.

    AvatarLoki
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    Rodes, você já leu a Introdução do Livro dos Espiritos? Fala do surgimento do fenômeno das mesas “girantes” (as mesas produziam batidas espontaneamente, uma = sim, duas = não). Kardec era cético quanto a origem do fenômeno e começou a interrogar a fonte causadora de tais barulhos, eles responderam: ” somos espiritos, somos as almas daqueles que viveram na Terra”

    Kardec apenas elaborou as perguntas do Livro dos Espiritos e os próprios espiritos que responderam. Eles que que falaram em reencarnação e não Kardec.

    AvatarLoki
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    Livro dos Espiritos

    Introdução

    IV – Manifestações Inteligentes

    Se os fenômenos de que nos ocupamos se restringissem ao movimento dos objetos, teriam permanecido no domínio das ciências físicas; mas não aconteceu assim: estavam destinados a nos colocarem na pista dos fatos de uma ordem estranha. Acreditou-se haver descoberto, não sabemos por iniciativa de quem, que o impulso dado aos objetos não era somente o produto de uma força mecânica cega, mas que havia nesse movimento a intervenção de uma causa inteligente. Esta via, uma vez aberta, oferecia um campo inteiramente novo de observações; era o véu que se levantava sobre muitos mistérios. Mas haverá realmente neste caso uma potência inteligente? Essa é a questão. Se essa potência existe, o que é ela, qual a sua natureza, a sua origem? E ela superior à Humanidade? Tais são as outras questões que decorrem da primeira.
    As primeiras manifestações inteligentes verificaram-se por meio de mesas que se moviam e davam determinados golpes, batendo um pé, e assim respondiam, segundo o que se havia convencionado, por “sim” ou por “não” à questão proposta. Até aqui, nada de seguramente convincente para os céticos, porque podia crer-se num efeito do acaso. Em seguida, obtiveram-se respostas mais desenvolvidas por meio das letras do alfabeto: dando o móvel um número de ordem de cada letra, chegava-se a se formarem palavras e frases que respondiam às questões propostas. A justeza das respostas e sua correspondência com a pergunta provocaram a admiração. O ser misterioso que assim respondia, interpelado sobre a sua natureza, declarou que era um Espírito ou Gemo, deu o seu nome e forneceu diversas informações a seu respeito. Esta é uma circunstância muito importante a notar. Ninguém havia então pensado nos Espíritos como um meio de explicar o fenômeno; foi o próprio fenômeno que revelou a palavra. Fazem-se hipóteses freqüentemente nas ciências exatas para se conseguir uma base ao raciocínio; mas neste caso não foi o que se deu.
    Esse meio de correspondência era demorado e incômodo O Espírito e esta e também uma circunstância digna de nota, indicou outro. Foi um desses seres invisíveis quem aconselhou a adaptar-se um lápis a uma cesta ou a um outro objeto. A cesta, posta sobre uma folha de papel, é movimentada pela mesma potência oculta que faz girar as mesas; mas, em lugar de um simples movimento regular, o lápis escreve por si mesmo, formando palavras frases discursos inteiros de muitas páginas, tratando das mais altas questões de Filosofia, de Moral, de Metafísica, de Psicologia etc., e isso com tanta rapidez como se escrevesse à mão.
    Esse conselho foi dado simultaneamente na América, na França e em diversos países. Eis os termos em que foi dado em Paris, a 10 de Junho de1853, a um dos mais fervorosos adeptos da Doutrina, que há muitos anos desde 1849, se ocupava com a evocação dos Espíritos: “Vá buscar no quarto ao lado a cestinha; prenda nela um lápis, coloque-a sobre o papel e ponha-lhe os dedos na borda”. Feito isso, depois de alguns instantes, a cesta se pôs em movimento e o lápis escreveu legivelmente esta frase: “Isto que eu vos disse proíbo-vos expressamente de dizer a alguém; na primeira vez que escrever, escreverei melhor”.
    O objeto a que se adapta o lápis, não sendo mais que simples instrumento sua natureza e sua forma não importam; procurou-se a disposição mais cômoda e foi assim que muitas pessoas passaram a usar uma prancheta.
    A cesta ou a prancheta não podem ser postas em movimento senão sob a influência de certas pessoas, dotadas para isso de um poder especial e que se designa pelo nome de médiuns, ou seja, intermediários entre os Espíritos e os homens. As condições que produzem este poder estão ligadas a causas ao mesmo tempo físicas e espirituais ainda imperfeitamente conhecidas porquanto se encontram médiuns de todas as idades, de ambos os sexos e em todos os graus de desenvolvimento intelectual. Essa faculdade, entretanto, se desenvolve pelo exercício.

    http://livrodosespiritos.wordpress.com/about/introducao-ao-estudo-da-doutrina-espirita/iv-manifestacoes-inteligentes/

    AvatarConspiradoR
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    Eu tenho pra mim que nem tudo é o que parece ser…

    http://www.teoriadaconspiracao.org/discussion/683

    AvatarLoki
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    O espirito é eterno e evolui, a Tulpa ou Forma Pensamento possui tempo de vida. O Espirito está para o ser humano assim como a Tulpa está para um Robô com Inteligência Artificial.

    AvatarConspiradoR
    Número de postagens: 667

    Sem querer ofender sua crença amigo, mas espiritos não existem, espiritos não ficam vagando por ae , primeiro, esse aqui é o “mundo da matéria”, o que as pessoas vêem e pensam que são espiritos, é apenas um dos involucros que restam aqui no “mundo da matéria”, ou o que a teosofia e os Rosa-Cruzes chamam de “cascão astral”, espiritos teoricamente não poderiam intervir no “mundo da matéria”, escrever cartas, citar poemas ou mesmo profetizar eventos futuros, porque isso estaria infringindo uma das bases do próprio espiritismo, o livre arbritrio, essa história de “espiritos superiores” querendo ajudar os “irmãos” da Terra me cheira mais a uma manipulação para manter as pessoas no “mundo do além” e aceitando todo tipo de vida desgraçada e mediocre, pois no final ou quem sabe na “outra vida” teria uma melhor chance, ou então se não se “comportar” devidamente passa por tudo de novo, afinal os “espiritos superiores” nos amam totalmente e apenas querem nossa evolução, nem que seja na base da porrada, mesmo que se passe 60 anos de uma vida  plena de desgraças e infelicidades, não se preocupe, tenha fé e confie no seu “anjo da guarda” aceite seu “destino” e bola pra frente.

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