home Fóruns Convocação a todos os NEGROS e PARDOS brasileiros para protesto CONTRA as cotas raciais!

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    Atenção todos os negros e pardos brasileiros!

    O governo da branquela descendente de búlgaros, Dilma Rousseff, quer mais uma vez HUMILHAR os negros e pardos desse país, nos chamando de BURROS, através de mais um projeto absurdo de cotas raciais.

    Não bastasse a lei de cotas raciais em Universidades Federais imposta no ano passado pela branquela búlgara pra HUMILHAR os estudantes negros, como se eles precisassem de cotas para entrar em universidade, agora a branquela búlgara que nos HUMILHAR ainda mais, enviando para o Congresso um projeto de COTAS RACIAIS EM CONCURSOS PÚBLICOS.

    Mais uma vez, a branquela búlgara Dilma Rousseff quer passar a impressão de que nós, negros e pardos, somos BURROS, e que só poderíamos passar em um concurso público através de cotas raciais.

    Essa é mais uma OFENSA a todos os negros e pardos desse país, da parte do governo da branquela búlgara.

    É por isso que estamos convocando todos os negros e pardos da nação brasileira a PROTESTAR CONTRA ESTE PROJETO DE COTAS RACIAIS EM CONCURSOS PÚBLICOS, que visa apenas nos HUMILHAR e nos chamar de BURROS.

    Vamos sair às ruas do país, nós, negros e pardos, para protestar contra esse projeto racista de humilhação, em grandes passeatas abertas por faixas com os dizeres: NÃO SOMOS BURROS, NÃO PRECISAMOS DE COTAS!

    É hora de dar um basta a toda a humilhação que a branquela búlgara quer nos impor!

    NEGRO NÃO PRECISA DE COTA PARA PASSAR EM CONCURSO PÚBLICO!

    Prova disso, é que EU sou negro, e PASSEI SEM COTAS, e sou servidor público efetivo.

    Abaixo o projeto de lei racista e humilhante da branquela búlgara!

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    Meu pai é branco, minha mãe é negra.

    Eu puxei mais a minha mãe, sou escurinho. Meu irmão puxou mais o meu pai, ele é mais alvo.

    Eu sou mais inteligente que o meu irmão. Sempre tirei notas melhores.

    Não vejo nenhuma razão pela qual eu deva ter qualquer tipo de vantagem sobre ele em nenhum concurso público, como essas tais cotas.

    Isso não faz nenhum sentido. É coisa de doido que fica assistindo filminho de Malcom X e Martin Luther King, ao invés de ir curtir um bom pagodinho brasileiro, cheio de negras e loiras, ambas lindas.

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    Cara, eu fico PUTO quanto esse pessoal que defende cota racial vem com esse PAPO FURADO de que o Brasil é um país racista porque “na favela quase todo mundo é negro”.

    Que mentira do caralho!

    Esses pilantas nunca devem ter colocado os pés numa favela.

    Vejam só esse vídeo feito na Escola Municipal Francisco de Paula Brito, localizada na favela mais famosa do Brasil, a Rocinha:

    http://www.youtube.com/watch?v=NTMXYj1YesU

    Agora olha bem a cara dos alunos dessa escola pública da favela da Rocinha, e vem repetir de novo essa BABOSEIRA de que nas favelas “quase todo mundo é negro”.

    Nesse vídeo aí dá pra ver que pelo menos METADE dos alunos da escola pública da Rocinha NÃO SÃO NEGROS.

    Agora me diz porque é que esses alunos NÃO-NEGROS de uma escola pública da favela da Rocinha deveriam ser prejudicados em um vestibular ou concurso pelo fato de não serem negros. Me diz aí qual é o “privilégio” que esses alunos de uma escola pública de uma favela tiveram, para justificar serem prejudicados pelo sistema de cotas.

    Eu tou de saco cheio do lero-lero desse pessoal desse “movimento negro” que não entende nada de Brasil, e fica se masturbando pra filminho de Malcom X.

    O BRASIL NÃO É UM PAÍS RACISTA!

    Eu sou negro, e a IMENSA MAIORIA DAS PESSOAS NUNCA ME DISCRIMINOU.

    Não é porque MEIA DÚZIA DE BABACAS já me discriminaram, entre MILHARES de pessoas com quem eu já convivi, que eu vou dizer que o Brasil é um país racista.

    Não é, e pronto.

    Racista é essa história de cotas…

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    Penso que as cotas raciais são uma reparação aos fardos que os afrodescendentes carregam desde o fim da escravidão até os dias de hoje. Certa vez, escutei uma frase que, mesmo não sabendo quem foi o autor, me fez refletir. “As favelas de hoje são as senzalas de ontem”. Embora pareça apelativa demais, basta olhar ao seu redor e admitir que, no mínimo, faz muito sentido.

    A discrepância entre nossas etnias é tamanha que não se faz necessário mostrar os absurdos que estamos acostumados a ver. Eles estão aí, escancarados. Basta ter coragem de admitir. Quantas famílias negras são moradoras de condomínio de luxo? Certamente um percentual insignificante comparado às favelas.   Alguns anos atrás, numa festa de réveillon que custava R$200,00 por pessoa, entre bebidas e contagem regressiva, me saltou aos olhos uma cruel constatação.  A predominância esmagadora do branco não se fazia apenas nas roupas. Dos quase 250 presentes, notei apenas dois negros. Ambos trabalhando de garçom.

    Aliás, quem acredita que não temos mais racistas, deve ao menos admitir inúmeros indícios de preconceito. Já notou qual a predominância dos atendentes de loja num grande shopping de São Paulo, por exemplo? Uma profissão que, embora honrada como todas, não necessita de grandes especificidades técnicas. Bom atendimento e simpatia certamente sejam a chave para sucesso nessa profissão. E mesmo assim, novamente nossos irmãos da pele negra parecem estar excluídos.

    Esses exemplos, que parecem passar despercebidos da maioria, me deixam a clara impressão que ser pobre no Brasil é difícil. Mas ser pobre e negro é muito mais.

    Analogamente ao que fiz com as cotas sociais, farei com as raciais, tentando contradizer aquelas afirmações que revelam-se contra as mesmas.

    1) As cotas ferem o princípio da igualdade, definido no artigo 5º da Constituição, pelo qual “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. Portanto, são inconstitucionais.

    R.  Não foi o que disse o Supremo Tribunal Federal no dia 26 de abril de 2012, decidindo, por unanimidade, a constitucionalidade das cotas raciais. Com a palavra o ministro do STF, Marco Aurélio Mello: “Falta a percepção de que não se pode falar em Constituição Federal sem levar em conta acima de tudo a igualdade. Precisamos saldar essa dívida, no tocante a alcançar-se a igualdade.”

    2) As cotas sociais já englobariam as cotas raciais. Portanto, as raciais deixam de fazer sentido. Brancos pobres enfrentam as mesmas barreiras que negros pobres.

    R. O caráter histórico, que se reflete claramente nos dias de hoje, adicionado ao evidente preconceito, que ainda atinge os negros na procura de empregos e oportunidades, são motivos de sobra para considerar muito simplista a divisão do Brasil entre ricos e pobres. Rosa Weber, ministra do STF, ao justificar seu voto a favor da constitucionalidade das cotas raciais, sabiamente afirmou que “se os negros não chegam à universidade por óbvio não compartilham com igualdade de condições das mesmas chances dos brancos. Se a quantidade de brancos e negros fosse equilibrada poderia se dizer que o fator cor não é relevante. Não parece razoável reduzir a desigualdade social brasileira ao critério econômico.”

    3) As cotas colocam diferenças entre as raças. Portanto, por natureza, são racistas.

    R. As cotas não criam o racismo. Acredito que ele já existe e age silenciosamente. As cotas ajudam a colocar em debate sua cruel presença e acaba, de fato, sendo uma medida contra o racismo.

    O BRASIL NÃO É UM PAÍS RACISTA? DÁ UMA OLHADA NO LINK ABAIXO E VEJA COMO ISSO É VERDADE:
    http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/07/teste-do-pescoco-revela-racismo-no-brasil.html

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    Vamos responder ponto por ponto aos argumentos acima da Maria Cândido, aos quais eu, como negro, posso responder com propriedade.

    Primeiro, as favelas não são senzalas. Não são senzalas, porque em senzala não tinha branco, e na favela tá lotadinho de branco. Só não sabe disso quem não frequenta a favela, quem só conhece de ouvir falar. Vai na Rocinha, que você a quantidade de branco que tem lá. Ou você acha que branco é só quem tem cabelo loiro e olho claro? Mais da metade da população de Portugal tem cabelos negros e olhos castanho-escuros. Isso significa que mais da metade dos portugueses são negros? Não creio…

    Já quanto à “ausência de negros nas elites”, isso é um fato. Mas, primeiro, os negros ricos existem. São poucos, mas existem. Segundo, existem muitos PARDOS ricos no Brasil. E aí lembre-se que nós, negros, somos MINORIA na população brasileira geral. Sim, somos. O censo do IBGE mostra que menos de 10% da população brasileira é negra. Não aceitar esse fato é querer se iludir. Ficar querendo dizer que os PARDOS são negros é falácia.

    O fato é que os negros brasileiros estão concentrados geograficamente nas seguintes regiões: Sul de Minas Gerais, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Região Metropolitana de São Paulo, Recôncavo Baiano, Região Metropolitana do Recife, e Região Metropolitana de São Luís do Maranhão.

    No restante do país, nós negros somos uma minoria bem pequena. Os pardos não são negros.  O dia que pardo for negro, então todos os índios do Xingu vão ter que ser chamados de “afro-descendentes”. O pardo é um indivíduo que, dependendo da situação, às vezes é contado como negro, e às vezes é contado como branco. Quando o pardo é pobre, ou aparece em uma situação de pobreza, é visto como “negro”. Já quando um pardo com exatamente o mesmo fenótipo é rico, ou está em um ambiente de riqueza, muitas pessoas, INCLUSIVE OS “ATIVISTAS” QUE DEFENDEM COTAS, tendem a ficar subitamente “daltônicas” e passam a enxergá-los como “brancos”.

    Então, se nós, negros, somos menos de 10% da população, não é razoável querer que um dia nós sejamos mais do que 10% das elites. Eu sei que ainda estamos longe de chegar a sermos sequer 3% das elites. Mas isso não é resultado do racismo, isso é resultado da falta de mobilidade social no Brasil, um país onde o filho do pobre, SEJA DE QUE RAÇA FOR, tem 95% de chances de morrer pobre.

    Aliás, voltando à questão dos 10%, é importante lembrar que, se nós somos menos de 10% da população brasileira, NÃO HÁ MOTIVOS para querermos ser mais de 10% do Universitários, ou mais de 10% dos servidores públicos. Simplesmente não faz sentido. E mais uma vez: PARDO NÃO É NEGRO, portanto parem de procurar essa “maioria negra” que simplesmente NÃO EXISTE, portanto vocês nunca vão encontrar. Nas Universidades está CHEIO de pardos (talvez não na USP e outras universidades paulistas, mas o Brasil não se resume a São Paulo), os quais são “daltonicamente” (e convenientemente para os que querem “provar” o tal racismo) confundidos com “brancos”.

    Existe uma TERRÍVEL manipulação de estatísticas feita pelo “movimento negro”, querendo “provar” que o Brasil “precisa de cotas” por não termos “sequer 20% de negros nas universidades”. ORA, MAS PORQUE DEVERÍAMOS TER 20% de negros nas Universidades, se nós negros somos menos de 10% da população?

    Eu não vou nem entrar aqui na discussão do mérito de outros argumentos TERRÍVEIS como “reparação pela escravidão”, que esse aí é o MAIS RIDÍCULO de todos, e não se sustenta em um debate sério de 5 minutos.

    O fato é que os “coteiros” nada mais são do que pessoas influenciadas pelo “movimento negro” norte-americano, e que querem a fina força aplicar os critérios raciais norte-americanos ao Brasil.

    Parece que ignoram o fato de que todos os ESTUDOS DE DNA já provaram cientificamente que o Brasil é um país MUITO MAIS MISCIGENADO do que os EUA. Isso não é “achismo”, isso é GENÉTICA, é CIÊNCIA. Os estudos genéticos estão aí para provar que GILBERTO FREYRE ESTAVA CERTO, ou seja, provar que o Brasil é sim um país MUITO MAIS MISCIGENADO do que os Estados Unidos. É ciência. Acabou, não tem mais o que discutir. Gilberto Freyre foi vingado pela ciência genética, que provou ele estava certo, e só resta aos adversários de suas idéias murcharem as orelhas e reconhecerem a genialidade do mestre.

    Portanto é MUITA ESTUPIDEZ querer aplicar a visão racial norte-americana à realidade brasileira, como fazem os “coteiros” amantes de Malcom X.

    Por último, gostaria de comentar essa frase específica do texto da Maria Cândida:

    “Aliás, quem acredita que não temos mais racistas…”

    O quê? Quem disse isso? Quem disse que não temos mais racistas? É claro que temos racistas! Todo país do mundo tem racistas! E eles NUNCA vão deixar de existir. Mas felizmente, no Brasil, diferente dos EUA, eles são uma PEQUENA MINORIA. Eu sou negro, e afirmo isso com todas as letras. A IMENSA MAIORIA dos brasileiros com que eu já convivi na minha vida NÃO SÃO RACISTAS. Os racistas são uma pequena minoria de babacas, e NADA NESSE MUNDO vai fazer com que eles sejam “extintos”. Nada. Não adianta. Babacas racistas sempre vão existir, em todo país do mundo. Por que eu devo perder meu sono com eles?

    AvatarLoki
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    Querem saber a verdade?

    Existe um plano das elites racistas globais, que amam “raças puras”, e odeiam mestiçagem, que é o plano para a:

    DESMESTIÇAGEM DA AMÉRICA LATINA

    Isso é uma AGENDA que eles tem, uma AGENDA muito importante para eles. Eles odeiam a miscigenação da RAZA CÓSMICA latino-americana. Por isso eles sonham com a DESMESTIÇAGEM, que é acabar com a identidade mestiça da América Latina, pois para eles a mestiçagem é algo que deve ser varrido para debaixo do tapete da história.

    Uma das táticas das elites racistas globais que buscam a desmestiçagem da América Latina é financiar “movimentos negros” no Brasil que introduzam no país a mesma mentalidade de “guerra racial” que existe nos Estados Unidos da América. Impor a mentalidade racial norte-americana ao Brasil é parte da conspiração para a DESMESTIÇAGEM DA AMÉRICA LATINA.

    AvatarAnunnaki
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    Eu sou branco. Vou logo avisando. E mais: não venham me atacar com o que irei dizer. Ataquem minhas palavras, mas não a minha pessoa. É o seguinte: esse negócio de cotas é uma tremenda palhaçada. Se MIL negros tiverem mais sucesso que os brancos, logo, esses MIL negros deverão ser valorizados assim como qualquer pessoa. As cotas deverão ser destruídas, ceifadas da face da Terra. Inteligência não tem a ver com cor. Se os negros dominarem as universidades devido a inteligência, devido a competência nos estudos, PROBLEMA! Deixem eles entrarem, porra. Todos os humanos são iguais. Mas o sistema mundial faz de tudo para haver separações, limitações, até mesmo nos estudos. Palhaçada.

    AvatarAnunnaki
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    “Não é porque MEIA DÚZIA DE BABACAS já me discriminaram, entre MILHARES de pessoas com quem eu já convivi, que eu vou dizer que o Brasil é um país racista.” 


    R: Não sei se o Brasil como um todo, é racista. Mas que Salvador é, tenha certeza disso. Acredito que Salvador, terra onde vivo, seja uma das mais racistas do Brasil. É irônico. Porque aqui a maioria é negra. É raro ver gente branca. Muito raro. Às vezes me sinto como um gringo aqui. Os poucos brancos que existem, não gostam dos negros. Bizarro. Na teoria, que seria tão bizarra quanto a realidade, os negros aqui que deveriam ser preconceituosos com os poucos brancos.
    AvatarLoki
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    A Cláudia Leite é racista?

    AvatarAnunnaki
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    “A Cláudia Leite é racista?” 


    R: Não sei informar. Apesar daqui ser a terra do axé e do pagode, eu curto apenas Metal. Desconheço qualquer tipo de coisa envolvendo esses “artistas” musicais.
    AvatarLoki
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    Ah, eu já fui como você Anunnaki…

    Me lembro do tempo em que eu só curtia Sepultura, Iron Maiden e Metallica.

    Hoje eu evoluí: adoro Parangolé e Thiago Brava.

    AvatarAnunnaki
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    AvatarLoki
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    to falando sério, pô…

    foi-se o tempo em que eu era “revoltado” e só curtia Iron Maiden essas coisas

    não vale a pena, a vida é curta…

    muito melhor dançar o Arrocha do Poder:

    http://www.youtube.com/watch?v=eBOUKTTcEQE

    AvatarLoki
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    Respondendo ao Negro: Moro no sul, sou mestiça e vejo negros e preconceito todos os dias aqui. Nas favelas do sul tem bastante branco, mas a maioria é negra ou tem pele mais escura. Acredito que muitos se dizem pardos até por vergonha de dizer que é negro, não se esqueça que o IBGE pergunta para a pessoa o que ela acha que é.
    Sei que tem negros que são bem sucedidos, mas o fato de serem minoria é o que incomoda, é praticamente como se todo negro tivesse que ser um herói para se destacar.
    O fato de você ser negro e nunca ter sofrido preconceito, não anula o fato de que ele não existe. Hoje mesmo no coletivo, entraram vários maloqueiros sem pagarem, ninguém deu bola, entrou um garoto negro, que pagou a passagem e todo mundo colocou o celular na bolsa, verificou a carteira no bolso e fez silêncio, até o garoto descer. Assim que ele desceu, ninguém nem disfarçou a cara de alívio. Talvez você nunca tenha percebido ou simplesmente passado por uma situação assim. Aliás, não sei se o garoto percebeu algo.
    Entendo que os negros são inteligentes o suficiente para galgar seu caminho, mas quando a luta não é justa e tem-se que ser um herói todos os dias, é melhor nem começar.
    Não gosto do sistema de cotas, mas nesse momento, sinto que precisamos dela.

    Respondendo Anunnaki: entendo perfeitamente o que diz, aqui no sul existe até preconceito entre brancos de descendência diferente, tipo polonês que odeia italiano… Preconceito é algo completamente sem sentido, coisa de gente pouco evoluída.

    AvatarLoki
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    Maria Cândido, é claro que o IBGE tem que perguntar o que as pessoas ACREDITAM que são, afinal de contas esse negócio de “raça” não existe, o que existe são IDENTIDADES. Então o correto é exatamente o que o IBGE faz, de perguntar para as pessoas como elas se identificam.

    Mais de 45% dos brasileiros se identificam como Pardos, e é lamentável que algumas pessoas no tal “movimento negro” (que não foi eleito em momento algum pela população negra para lhe representar) queiram rejeitar a identidade dos Pardos, e FORÇAR os pardos a se identificarem como negros.

    Até porque, é possível ter a pele parda sem ter um antepassado africano sequer, afinal de contas, os índios latino-americanos tem a pele parda. Os índios do Xingu tem a pele parda, e não tem nada a ver com a África. Grande parte da população dos estados do Amazonas e do Pará também não tem praticamente nenhuma ascendência africana, e mesmo assim tem a pele parda, devido à ancestralidade indígena.

    Eu acho muito esquisita a forma como nós, pardos, nos tornamos “invisíveis” para o “movimento negro” quando nós estamos nas Universidades, ou quando somos juízes, advogados, médicos ou deputados. De repente nós viramos “brancos”, e o tal “movimento negro” não nos enxerga nem como pardos nem como negros. Mas quando nós pardos somos pobres, e estamos na favela, aí milagrosamente o tal “movimento negro” nos enxerga não mais como “brancos”, mas como negros. Aí eles contam os pardos como negros, para “provar” que a maioria na favela é negra. Esquisito isso, né?

    Ou seja:

    – para o “movimento negro”, o pardo na Universidade é branco, para “provar” que na Universidade “só tem branco”.

    – para o “movimento negro”, o pardo na favela é negro, para “provar” que na favela “só tem negro”.

    Pra mim, não passa de manipulação para “provar” o ponto de vista deles, para “provar” essa tese de que o Brasil é um país “muito racista” que precisa de cotas.

    Eu não acredito nessa tese.

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