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  • Loki
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    Escreveu pouco e falou muito e muito bem !!!!
    Melhor, mil vezes melhor, do que alguns que escrevem muito e não dizem nada.
    Agora, começo a entender essa história de ditadura gay.

    Loki
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    Aí anônimo, show de bola. Estava faltando você aqui.

    Loki
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    [applause]

    Loki
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    Entenda a PL 122

    Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

    A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.

    O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero – equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.

    Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.

    O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.   

    Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.

    Para ler o projeto de lei na íntegra, clique aqui.

    Por quê a lei?
        •    Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
        •    Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
        •    Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
        •    O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
        •    O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação […] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
        •    O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
        •    Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
        •    A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.

    Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06

    Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).



    Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.



    Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico.

    Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:




    1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?


    Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.



    É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada – ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

    

2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?


    Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

    

Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade “pecado”). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

    

Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.



    Concessões públicas (como rádios ou TV’s), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

    

3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?


    Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.



    Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.



    Fonte: Projeto Aliadas/ABGLT

    Loki
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    Por que precisamos de uma lei assim?

    Pesquisas mostram aumento da violência contra homossexuais
    Agressões causadas por homofobia, como as ocorridas em São Paulo e no Rio de Janeiro nas últimas semanas, estão longe de constituir casos isolados. Algumas pesquisas registram mais de 200 assassinatos de homossexuais por ano no País. Somados todos os tipos de agressão somente no Rio de Janeiro, de junho do ano passado até agora, já foram registradas 776 ocorrências.

    De acordo com o superintendente de Direitos Individuais e Coletivos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do estado, Cláudio Nascimento, os dados permitem fazer uma projeção segundo a qual o número de casos de discriminação da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) atinge entre 10 mil e 12 mil por ano no País.

    Conforme relatou o superintendente, desde junho do ano passado o Rio de Janeiro começou a utilizar a homofobia como motivo presumido de violência, com o objetivo de ter estatísticas oficiais sobre esse tipo de crime. O sistema, relatou, foi implantado em 132 delegacias do estado.

    Os dados foram apresentados nesta quarta-feira durante o seminário Assassinatos praticados contra a população LGBT, organizado pelas comissões de Legislação Participativa e de Direitos Humanos e Minorias.

    Notícias sobre a violência
    De acordo com o antropólogo e professor emérito da Universidade Federal da Bahia, fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, o mais preocupante é que o registro de violência contra a população LGBT vem aumentando ao longo dos anos. “Nunca se matou tanto homossexual no Brasil quanto agora”, afirmou.
    David Ribeiro
    Mott: todos os dias pelo menos um homossexual é assassinado.

    De janeiro a novembro deste ano, o pesquisador já contabilizou 205 assassinatos entre a população LGBT no País. Mott, que faz o levantamento desse tipo de crime desde 1960, relatou que, entre 1960 e 1969, foram 30 ocorrências; na década seguinte, chegaram a 41. De 1980 a 1989, o número de registros chegou a 369; saltou para 1.256 nos anos 90 e atingiu 1.429 casos na primeira década deste século.

    Na média, entre 1995 e 2002, Mott chegou ao índice de um assassinato relacionado à homofobia a cada 2,9 dias. Já entre 2003 e 2010, o número de crimes chegou a um a cada 2,3 dias.

    O levantamento, conforme explicou, foi realizado com base em notícias de jornais. Assim, ele acredita que a violência é ainda muito maior que a constatada em seus estudos. “Na verdade não é um assassinato a cada dois dias, todos os dias pelo menos um homossexual é assassinado”.

    Jornais também foram a fonte da pesquisa Crimes Homofóbicos no Brasil: Panorama e Erradicação de Assassinatos e Violência Contra LGBT, realizada por Osvaldo Francisco Ribas Lobos Fernandez. No estudo, chegou-se a 1.040 mortes de homossexuais entre 2000 e 2007.

    Fernandez também ressaltou que esse número refere-se apenas aos casos de maior repercussão. “A cada 66 horas foi publicada uma reportagem sobre o assassinato de um gay, e provavelmente os números são muito mais altos”, reforçou.

    Veja noticiário da TV Câmara sobre a violência contra homossexuais: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/151535-PESQUISAS-MOSTRAM-AUMENTO-DA-VIOLENCIA-CONTRA-HOMOSSEXUAIS.html

    Urbanista e pesquisador associado ao Nugsex Diadorim, Érico Nascimento ressaltou que, quase sempre, as agressões ao público LGBT são praticadas por mais de uma pessoa. “Há casos em que um homossexual é vítima de 18 agressores; um presidiário chegou a ser atacado por mais de 100 detentos e morreu”, exemplificou.

    Impunidade
    O presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), ressaltou que das mortes registradas no ano passado, “menos de 10% tiveram prisão ou responsabilização criminal dos assassinos”.

    Para o deputado, diante dessa realidade, faz-se necessário, “mais que em qualquer outra circunstância”, realizar uma grande campanha de mobilização pela aprovação do projeto que criminaliza a homofobia, em análise no Senado. “Temos consciência de que uma lei, no primeiro momento, não vai mudar a cabeça das pessoas, mas vamos reduzir a impunidade”, defendeu.

    Criminalização do preconceito

    Duas mães de jovens vítimas de violência devido à homofobia também reivindicaram a aprovação da proposta. Angélica Ivo, mãe de Alexandre Ivo, jovem de 14 anos assassinado no Rio de Janeiro em junho deste ano, argumentou que “ninguém tem de tolerar ninguém, temos que conviver bem com a diversidade, com respeito à vida. Algo emergencial deve ser feito”.

    Viviane Marques, mãe de Douglas Marques, baleado no Parque Garota de Ipanema (RJ) no último dia 14, segundo disse, por militares, também defende a aprovação de uma lei específica contra esse tipo de crime. “As pessoas têm que ter liberdade de ser quem são. Está complicado ser livre neste País”, sustentou.

    Mobilização
    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) cobrou mais mobilização dos movimentos de defesa dos homossexuais. Sem isso, na opinião do deputado, dificilmente o Parlamento vai aprovar conquistas para a categoria. Segundo Alencar, “a maioria dos parlamentares não têm nenhum compromisso com os problemas levantados nesse debate”.

    O antropólogo Luiz Mott aconselhou a população LGBT a mobilizar-se. “Uma medida simples, que qualquer um pode acionar, é cada vez que encontrar uma notícia ou manifestação homofóbica mandar uma cartinha desconstruindo esse monstro que é a homofobia”, disse Mott, que também é autor do livro Violação dos Direitos Humanos e Assassinatos de Homossexuais no Brasil.

    FONTE:
    http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/151535-PESQUISAS-MOSTRAM-AUMENTO-DA-VIOLENCIA-CONTRA-HOMOSSEXUAIS.html

    Loki
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    Termino com a maravilhosa citação: Preconceitos existem e sempre vão existir. Enquanto existir o ser humano, vai existir o preconceito.

    Claro, pessoas sempre morreram de fome, sempre existiram pobres, mulheres sempre foram espancadas… esse tipo de coisa sempre aconteceu, então pra que fazer alguma coisa?

    Talvez o dia em que qualquer um de vocês sentir na pele o que é ser odiado, julgado, proibido entenda. Talvez o dia em que deixarem de achar que o mundo gira em torno de seus umbigos e que há pessoas morrendo por intolerância entendam. Talvez o dia em que seus filhos chegarem com o olho roxo da escola porque os amiguinhos bateram nele por ser diferente entendam.
    E se nada disso acontecer, o minimo que um ser humano pode fazer é protejer e respeitar outros, mesmo que não concorde.

    Loki
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    Tudo conversa fiada !

    Não é justo que uma minoria tenha direitos adicionais. Os direitos devem ser iguais para todos.

    A nova constituição federal foi criada justamente para dar direitos iguais para todos. 

    Homossexuais são vítimas de violência ? E os heterossexuais não são ? Existe violência contra qualquer tipo de pessoas nesse mundo. 

    Já parou para pensar em quantas pessoas já morraram hoje ? Tenho certeza que nem todas eram homossexuais.

    O governo deve se esforçar para acabar com a violência contra todas as pessoas independentemente das suas preferências sexuais.

    Na lei, ninguém deve ter privilégios, porque ela deve ser igual para todos ou nosso regime não seria democrático.

    Loki
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    Todos tem direito sim! Somos uma democracia!

    Não se justifica um erro com outro, sim todos os dias pessoas morrem e não é isso que justifica violencia contra mulheres, negros ou homossexuais. Discurso “Bolsonaro” incapaz de assumir responsabilidades e se justifica nos erros do outros!

    Loki
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    É diferente heterossexuais não sofrem violencia por serem heterossexuais, sacou?

    Loki
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    E como vc sabe que todo homossexual vítima de violência morreu porque era homossexual ?

    Qual é o percentual de homossexuais que morrem no Brasil em relação ao total de mortes por violência ? Duvido que passe de 0,01%.

    Acho curioso que, na empreitada de vcs, para convencer as pessoas com esses discursos manjados, vcs já têm até rótulos prontos para empregar contra as pessoas que não são a favor dessas leis para gays. É fanático religioso, é preconceituoso, é discurso Bolsonaro.

    Por que vcs não fazem um plebiscito para essa PLC 122 e para esse Kit Gay ? Porque vcs sabem muito bem que o povo vai dar um NÃO gigante para vcs. 

    Loki
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    se você lesse a matéria saberia quantos homossexuais morrem por violência, os chamados crimes de ódio, é beeeeem superior ao que você “acha”.

    adoro as pessoas que usam termos como “vocês” para designar um grupo, como se fosse uma guerra ou um grupinho inimigo hahaha 
    na sétima série isso faria muito sentido, mas na vida adulta isso é infantil e ridículo.
    não somos “nós” que não queremos um plebiscito, muito pelo contrário!
    todos queremos democracia, independente de mais nada, quem teme e muito é a bancada conservadora, que nem discutir o assunto aceita. criou nomes ofensivos, ridicularizou pessoas e estudos sérios e partiu para a ignorância. 
    quanto aos rótulos que os conservadores receberam, foram causados por si e por seus argumentos, todos religiosos e sem fundamento cientifico, todos baseados em argumentos como o seu, cheios de “eu acho” ou “duvido”.
    vocês não sofrem preconceito, não tem suas vidas ridicularizadas, me diga, em que isso afetaria vocês, que mal causaria?
    Loki
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    Essa PLC 122 é tão absurda que até alguns homossexuais são contra ela. Totalmente bizarra.

    Com essa conversa fiada, vcs conseguem enganar uma parte da população, mas não vão enganar todo mundo.

    A sequência da farsa de vcs já é conhecida. Na internet o que não falta são artigos, vídeos e reportagens revelando as verdadeiras intenções desses ativistas de direitos humanos.

    Primeiro é a aprovação do casamento gay, depois a aprovação da PLC 122, depois a inplantação do KIT GAY II nas escolas públicas para doutrinar crianças e adolescentes. 

    Depois começa a segunda etapa, convencer a OMS a tratar a pedofilia não mais como doença, mas como orientação sexual.

    O próximo passo é criar projetos de leis para liberar a pedofilia para que não seja mais considerada como crime.

    Por fim, vão criar estatutos de direitos para crianças e adolescentes poderem fazer sexo com quem eles quiserem, inclusive com adultos.

    Assim a festa de vcs estará completa. 

    Luiz Mott, líder gay: “Pedofilia já, enquanto estou com tudo em cima” 

    “Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes. No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um “homem” e sim um meninão. Um ‘efebo’ do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder.

    Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade, mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio.

    Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo.

    Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais? Estudos antropológicos, acerca do comportamento das tribos em Papua (Nova Guiné) e nas ilhas da Melanésia, fornecem dados que evidenciam a atividade homoerótica, com graus de diferenciação, mas pautadas num mesmo princípio: de modo geral, acreditava-se que os meninos não produziam seu esperma naturalmente, daí, surgia a necessidade de inseminá-los aos primeiros sinais de puberdade, num processo de transição da infância para vida adulta.

    Ao término da infância, todo menino era separado da mãe e retirado da casa das mulheres para dormir na casa dos homens, cabia ao tio materno a penetração anal, pelo período aproximado de três anos, assim, o esperma seria fornecido à criança, juntamente com suas propriedades de força e coragem necessárias à vida adulta.”

    Luiz Mott, líder gay

    Fonte: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=2297

    Loki
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    meu deus! tem uma bicha pedófila, logo todas devem ser!!! 

    hahahahahahaha
    é, todo homem espanca e trai mulher, todo negro é ladrão, todo ladrão merece morrer, toda mulher é submissa
    hahahahahahaha
    vocês são ridiculos!
    olhem os paises que tem leis como a plc 122, todo mundo morreu, não nasce mais criança, as familias não existem mais, todos os heteros derreteram da noite para o dia, enfim, foi um verdadeiro caos!!!!
    hahahahahahaha
    acho que vc está com inveja do mott, já que ele transou com tanta gente e vc não, comeu sua prima e uma menina no colegial
    hahahahahaha
    parada gay = 1 dia de putaria
    carnaval hetero = 4/5/6/7 dias de putaria (depende da região)
    bares gays em sp = 33
    puteiros/boates hetero em sp = 43217439247327492183473289471293874312410
    hahahahahaha
    Loki
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    dados da pedofila:


    Não se sabe ao certo a ocorrência da pedofilia. Alguns estudos afirmaram que ao menos um quarto de todos os adultos do sexo masculino podem apresentar algum excitamento sexual em relação a crianças. Um estudo realizado por Hall, G. C. N. da Universidade Estadual de Kent, por exemplo, observou que 32,5% de sua amostra (80 homens adultos) exibiram desde algum excitamento sexual até estímulo pedofílico heterossexual, igual ou maior do que o excitamento obtido com estímulos sexuais adultos. Kurt Freund (1972) notou que “homens que não possuem preferências desviantes mostraram reações sexuais positivas em relação a crianças do sexo feminino entre seis e oito anos de idade.
    Em 1989, Briere e Runtz[43] conduziram um estudo em 193 estudantes universitários, sobre pedofilia. Da amostra, 21% disseram ter alguma atração sexual para algumas crianças, 9% afirmaram terem fantasias sexuais envolvendo crianças, 5% admitiram masturbarem-se por causa destas fantasias, e 7% concederam alguma probabilidade de realizar ato sexual com uma criança, caso pudessem evitar serem descobertos e punidos por isto. Os autores também notaram que, dado o estigma social existente atrás destas admissões, pode-se hipotetizar que as taxas atuais possam ser ainda maiores.
    J. Feierman (1990) estimou que entre 7% a 10% dos homens adultos possuem alguma atração sexual por crianças do sexo masculino.
    Saldo:
    Homens heterossexuais pedófilos = 32,5%
    Homens homossexuais pedófilos = 7% a 10%

    [banana3]

    Loki
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    Quem acredita na Wikipedia são aqueles bobinhos que acreditam em papai noel.

    Uma enciclopedia feita por uma infinidade de pessoas não pederia deixar de ter farsas, fraudes, mentiras e brincadeiras em seus dados, obviamente. Por isso se torna um instrumento de pesquisa dos menos confiáveis que existe.

    A bichona pedófila a que vcs se referem é um líder gay, logo é formador de opiniões no mundo gay.

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