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    ISSO:

    Rússia confirma: cargueiro estava transportando armas para a Síria
    A Rússia confirmou que o navio de carga forçado a voltar a partir de águas britânicas esta semana estava transportando helicópteros de ataque para a Síria, e que agora irá navegar sob a bandeira russa.

    SOMADO A ISSO:
    A economia alemã rachou

    Um evento econômico significativo tem ocorrido na Europa de hoje …
    Durante toda a crise, a economia alemã tem sido incrivelmente resistente, apesar do fato de que todos os seus mercados de exportação naturais estavam desmoronando.
    O milagre está chegando ao fim.
    O mais recente relatório PMI da Markit não é bonito ( relatório completo aqui ).
    O título do relatório é o seguinte:
    Maior queda na produção do setor privado alemão em três anos. Crise do euro leva a queda mensal de perspectiva dos prestadores de serviços de negócios .

    =

    [fk-starwars]

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    Forças sírias abateram avião militar turco
    RTP


    O primeiro ministro turco Tayyp Erdogan afirma que Damasco já apresentou um pedido formal de desculpas, segundo a imprensa. O aparelho, um caça F-4, desapareceu perto da fronteira entre os dois países e as forças de segurança sírias já reconheceram que o aparelho foi abatido pela sua defesa aérea. Ambos os países lançaram operações de busca e salvamento e os dois pilotos do F-4 foram recuperados vivos. Erdogan convocou uma reunião de crise em Ancara com todo o seu estado-maior, que deverá ter lugar mal o primeiro-ministro turco chegue a Ancara, vindo do Rio de Janeiro.
    A imprensa turca afirma que o caça F-4 caiu na Síria ou em águas territoriais sírias. CNN Turquia e o diário Hurriyet acrescentaram que os dois membros da tripulação sobreviveram.

    A informação foi confirmada pelo primeiro ministro turco, Tayyp Erdogan, ainda a bordo do avião que o traz de regresso do Brasil, onde participou na Cimeira Rio+20.

    “Neste momento as nossas forças aéreas e da marinha efetuam operações de busca e salvamento no Mediterrâneo ocidental e felizmente os nossos pilotos estão vivos, perdemos apenas um avião”, declarou Erdogan aos jornalistas.

    O primeiro-minstro terá igualmente afirmado que a Síria já apresentou um pedido de desculpas, segundo o diário Habertürk.

    Tayyp Erdogan afirmou que “chegou um pedido de desculpas de forma muito séria da Síria em relação ao sucedido, que a Síria afirmou lamentar profundamente e que se tratou de um erro”, escreveu o editorialista do quotidiano, após uma entrevista a Erdogan.

    A informação não foi ainda confirmada oficialmente pelo governo turco.
    Operações de busca e salvamento

    As forças armadas sírias estarão também à procura do aparelho.

    O caça turco foi abatido pelas forças sírias e a agência noticiosa turca Anatolia anunciou que Erdogan convocou uma reunião de crise em Ancara, com o seu estado-maior e membros do governo.

    Participam da reunião o chefe de estado maior general das forças armadas, o general Necdet Özel e diversos ministros, entre os quais o ministro do Interior Idris Naim Sahin, o ministro dos Negócios Estrangeiros Ahmet Davutoglu, o ministro da Defesa Ismet Yilmaz e o chefe dos serviços secretos, Hakan Fidan.
    Abatido pelas forças sírias

    O avião, um F-4, desapareceu após ter descolado a base aérea de Erhac na província de Malatya sexta-feira de manhã, às 10h30 (07h30 GMT) informaram as forças armadas turcas. 

    Acrescentaram que foi lançada uma operação de busca e salvamento mal se perdeu o contacto por rádio e por radar com o aparelho, “às 11h58 sobre o mar ao sudoeste da província de Hatay (sul)”, vizinha da Síria.

    Testemunhas oculares da cidade síria de Latakia afirmaram por seu lado à BBC-Arábia que as defesas aéreas sírias abateram um aparelho não identificado perto da cidade de Ras el-Baseet. 

    A televisão al-Manar, propriedade do movimento Hezbollah e baseada em Beirute, afirmou depois que “as forças de segurança sírias confirmaram ao nosso correspondente em Damasco (capital da Síria) que as forças de defesa sírias abateram um caça turco”. 
    Ex-aliados

    A Turquia é membro da NATO e já foi aliada da Síria, mas as relações entre os dois vizinhos deterioraram-se desde a revolta contra o Presidente sírio Bashar al-Assar, em março de 2011.

    Um incidente como o de hoje pode levar ao aumento de tensões entre os dois países e fazer alastrar à região o conflito armado que opõe apoiantes do regime de Damasco e rebeldes da oposição.

    Tayyp Erdogan tem exigico a Bashar que se demita e abandone a Síria, de forma a abrir caminho a uma solução política para a crise, que já fez mais de 15.000 mortos em 15 meses. 

    Mais de 32.000 sírios refugiaram-se na Turquia, segundo números da Agência das Nações Unidas para os refugiados ACNUR, publicados esta sexta-feira.

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    enquanto isso na rio mais 20+

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    A América Latina também não anda essas coisas:

    Líderes sul-americanos rejeitam novo presidente do Paraguai

    Os presidentes da Argentina, Venezuela, Equador e Bolívia disseram na noite desta sexta-feira (22) que não reconhecem a legitimidade do novo governo paraguaio após o impeachment que tirou Fernando Lugo do poder. O ex-vice, Federico Franco, tomu posse da presidência.
    A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou que a situação em Assunção é “inaceitável”. “Sem dúvidas, houve um golpe de Estado”, disse Cristina.
    Em discurso no Palácio de Miraflores, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu país “não reconhece a este nulo, ilegal e ilegítimo governo que se instalou em Assunção”.
    O presidente equatoriano Rafael Correa acredita que foram ignorados procedimentos no processo de destituição de Lugo. “Já chega destas invenções na nossa América, isto não é legítimo, e não acredito que seja legal. O governo do Equador não reconhecerá outro presidente do Paraguai que não seja o senhor Fernando Lugo”, criticou.
    Evo Morales, presidente da Bolívia, elogiou o trabalho de Lugo no comando do Paraguai. “A Bolívia não reconhecerá um governo que não surja das urnas e do mandato do povo”, disse. Segundo ele, Lugo estava acabando com os “grupos de poder” no país, o que “sempre tem um custo”.
    O chanceler do Chile, Alfredo Moreno, disse que “claramente, isso não cumpriu os padrões mínimos do devido processo e a legítima defesa que merece qualquer pessoa, e é isso que nos preocupa.”
    Posse de Federico Franco
    Menos de duas horas depois do julgamento político que destituiu o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, nesta sexta-feira (22), por “mau desempenho de suas funções”, o vice-presidente Federico Franco assumiu o cargo, que deverá exercer pelos próximos nove meses, até a próxima eleição presidencial.
    Franco tomou posse em uma sessão conjunta do Congresso, em meio a aplausos, pouco mais de 90 minutos depois do impeachment de Lugo, que foi encarado como um golpe pelo presidente afastado, por seus partidários e pela comunidade de países sul-americanos.
    Após prestar juramento, Franco recebeu a faixa e o bastão presidenciais.
    Em seu discurso de posse, Franco fez referência à morte de policiais no confronto armado com sem-terra em Curaguaty, um dos motivos alegados pela oposição para afastar Lugo.
    “A melhor maneira de honrar nossos policiais mortos é iniciar verdadeiro desenvolvimento rural sustentável”, disse.
    “Este compromisso só será possível com a ajuda e colaboração de todos vocês. A única maneira de levar adiante é entendendo que o Paraguai deve ser comandado por liberais e colorados, católicos e não católicos, e integrantes de todos os movimentos sociais”, disse.
    Franco prometeu conservar e cumprir a Constituição e as leis.
    22/06/2012 22h10 – Atualizado em 22/06/2012 22h41
    Líderes sul-americanos rejeitam novo presidente do Paraguai
    Presidentes da Argentina, Venezuela, Equador e Bolívia se manifestaram.
    Lugo foi afastado após impeachment ‘relâmpago’ no Senado e aceitou sair.


    Os presidentes da Argentina, Venezuela, Equador e Bolívia disseram na noite desta sexta-feira (22) que não reconhecem a legitimidade do novo governo paraguaio após o impeachment que tirou Fernando Lugo do poder. O ex-vice, Federico Franco, tomu posse da presidência.
    A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou que a situação em Assunção é “inaceitável”. “Sem dúvidas, houve um golpe de Estado”, disse Cristina.
    Em discurso no Palácio de Miraflores, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que seu país “não reconhece a este nulo, ilegal e ilegítimo governo que se instalou em Assunção”.

    O presidente equatoriano Rafael Correa acredita que foram ignorados procedimentos no processo de destituição de Lugo. “Já chega destas invenções na nossa América, isto não é legítimo, e não acredito que seja legal. O governo do Equador não reconhecerá outro presidente do Paraguai que não seja o senhor Fernando Lugo”, criticou.
    Evo Morales, presidente da Bolívia, elogiou o trabalho de Lugo no comando do Paraguai. “A Bolívia não reconhecerá um governo que não surja das urnas e do mandato do povo”, disse. Segundo ele, Lugo estava acabando com os “grupos de poder” no país, o que “sempre tem um custo”.
    O chanceler do Chile, Alfredo Moreno, disse que “claramente, isso não cumpriu os padrões mínimos do devido processo e a legítima defesa que merece qualquer pessoa, e é isso que nos preocupa.”
    Posse de Federico Franco
    Menos de duas horas depois do julgamento político que destituiu o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, nesta sexta-feira (22), por “mau desempenho de suas funções”, o vice-presidente Federico Franco assumiu o cargo, que deverá exercer pelos próximos nove meses, até a próxima eleição presidencial.
    Franco tomou posse em uma sessão conjunta do Congresso, em meio a aplausos, pouco mais de 90 minutos depois do impeachment de Lugo, que foi encarado como um golpe pelo presidente afastado, por seus partidários e pela comunidade de países sul-americanos.
    Após prestar juramento, Franco recebeu a faixa e o bastão presidenciais.
    Em seu discurso de posse, Franco fez referência à morte de policiais no confronto armado com sem-terra em Curaguaty, um dos motivos alegados pela oposição para afastar Lugo.
    “A melhor maneira de honrar nossos policiais mortos é iniciar verdadeiro desenvolvimento rural sustentável”, disse.
    “Este compromisso só será possível com a ajuda e colaboração de todos vocês. A única maneira de levar adiante é entendendo que o Paraguai deve ser comandado por liberais e colorados, católicos e não católicos, e integrantes de todos os movimentos sociais”, disse.
    Franco prometeu conservar e cumprir a Constituição e as leis.

    O novo presidente do Paraguai, Federico Franco, jura sobre a Bíblia, segurada por sua mulher, nesta sexta-feira (22) ao tomar posse em Assunção (Foto: AP)
    “Pretendo, com a ajuda de todos vocês, chegar a 15 de agosto de 2013 e andar com a cabeça erguida nas ruas de meu país e entregar a Presidência da República a um novo presidente eleito.”
    “Devo ratificar minha vontade irrestrita de respeitar as instituições democráticas, o Estado de direito e os compromissos assumidos pelo governo”, disse.
    “Não tenho ódio, tampouco remorso. Vamos caminhar juntos, todos os partidos e representações partidárias. Vamos seguir juntos.”
    “Quero entregar um país organizado, sem mais mortes, com inclusão, participação de todos os setores, com a presença de ricos e pobres”, disse.
    “Vamos continuar tudo o que foi feito de bom neste período… vamos dar ênfase especial à industrialização”, disse.
    Franco também afirmou que não pretende adotar um programa de governo, mas dar continuidade ao mandato de Fernando Lugo. Mas ele enfatizou: “o que se fez bem”.

    Impeachment
    O placar pela condenação e pelo impeachment do socialista Lugo foi de 39 senadores contra 4, com 2 abstenções. Eram necessários dois terços dos votos dos senadores para confirmar o afastamento, que foi decidido após cerca de 5 horas de julgamento.
    Os quatro senadores que apoiaram a absolvição do mandatário denunciaram o julgamento político como um “atentado à democracia paraguaia”.
    A notícia do impeachment foi recebida sob protesto por manifestantes que ocupavam a praça em frente ao Congresso e que consideraram que houve, na verdade, um golpe contra o presidente.
    Em discurso, Lugo afirmou que aceita a decisão do Senado. Ele disse considerar que a democracia paraguaia ficou ferida.
    Lugo, acusado de “mau desempenho de suas funções” pelo parlamento dominado pela oposição, decidiu não comparecer ao julgamento e apenas enviou sua equipe de cinco advogados para apresentar sua defesa. Eles pediram, em vão, a retirada das condenações, e argumentaram que não houve tempo suficiente para a defesa.
    Durante a tarde, chegou-se a anunciar que Lugo marcharia rumo ao Congresso junto com seus ministros, mas isso não se confirmou e ele acompanhou tudo do palácio presidencial, a 200 metros dali.
    Ele recebeu a visita da comissão de chanceleres da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), que condenou a atitude do Congresso.

    Para saber mais:

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    Circo pegando fogo!!!!

    Às vésperas de reunião da OTAN, Síria e Turquia trocam acusações
    O regime de Damasco reafirmou nesta segunda-feira que o avião de caça turco abatido na sexta-feira pela Síria tinha “violado a soberania síria” e alertou a OTAN para uma eventual decisão de “agressão” que a Organização possa tomar contra o país na reunião deste terça-feira, convocada a pedido da Turquia.
    Caça abatido terá sido um pretexto?
    A defesa antiaérea síria, que abateu na sexta-feira um avião de reconhecimento turco quando este sobrevoava o espaço aéreo da Síria, provocaram um brusco agravamento da situação, já de si explosiva, em torno deste país.

    Caça turco abatido violou soberania síria, diz Damasco
    BEIRUTE, 25 Jun (Reuters) – As defesas antiaéreas sírias precisaram reagir imediatamente à presença de um caça turco que voava a 100 metros de altitude sobre o mar territorial da Síria, numa “clara violação da soberania” do país, disse a chancelaria síria na segunda-feira.
    “O avião desapareceu e então reapareceu no espaço aéreo sírio, voando a 100 metros de altitude, a cerca de 1 a 2 quilômetros da costa síria”, disse o porta-voz Jihad Makdissi a jornalistas, comentando o incidente de sexta-feira.
    “Tivemos de reagir imediatamente. Mesmo se o avião fosse sírio nós o teríamos abatido”, afirmou ele, acrescentando que o caça F4 Phantom foi derrubado por baterias antiaéreas com alcance de 2,5 quilômetros, e não por mísseis guiados por radar.
    A Turquia solicitou uma reunião da Otan na terça-feira para consultar seus aliados sobre uma resposta ao que Ancara disse ter sido um ataque sem aviso prévio no espaço aéreo internacional.
    Os dois países, que antigamente tinham uma relação amistosa, atravessam uma fase de atritos por causa do atual conflito na Síria, que provocou um êxodo de milhares de refugiados rumo à Turquia. O governo de Bashar al Assad critica Ancara por seu apoio ostensivo aos rebeldes sírios.
    Makdissi afirmou que o governo turco “complicou a situação” por oferecer uma versão dos fatos “diferente da realidade”.
    Mas ele acrescentou que, apesar do incidente, a Síria continua comprometida com uma “relação de vizinhança”.
    “Vivemos numa situação tensa com a Turquia, mas não temos intenções hostis para com o povo turco.”

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    Preparem-se talvez ñ tenham percebido mas tudo nesse mundo ñ pode passar de a imaginação de um ser, além disso devem perceber q antes de grandes guerras ouve crises econômicas então preparesem q a guerra esta por vir seja contra quem for.

    :-?

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    Síria em estado de guerra, diz Bashar al-Assad

    O presidente sírio, Bashar al-Assad disse que seu país está em “estado de guerra”, mais de um ano depois da revolta contra seu governo começou.

    Forças do governo e rebeldes entram em confronto perto de Damasco

    Choques são os mais intensos entre opositores e forças especiais que garantem segurança da capital síria desde início do levante; presidente admitiu ‘estado de guerra’
    A Guarda Republicana, força de elite da Síria, entrou em confronto nesta terça-feira nos arredores de Damasco, em um dos choques mais intensos envolvendo as forças especiais que garantem a segurança da capital desde o início do levante contra o presidente Bashar al-Assad, em março de 2011, disseram ativistas.
    Os confrontos aconteceram perto das áreas residenciais e bases da Guarda Republicana no subúrbios de Qudsaya e Hammah, cerca de 8 km do centro de Damasco, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, cuja base fica no Reino Unido. Os choques teriam deixado ao menos seis mortos.
    A Guarda Republicana, que é comandada pelo irmão mais novo de Assad, Maher, é encarregada de proteger a capital, centro do poder do regime.
    Um vídeo publicado por ativistas registrou tiroteio pesado e explosões. Um espesso rastro de sangue em uma calçada no bairro de Qudsaya seguia até um prédio para onde uma vítima havia sido levada. Samir al-Shami, um ativista em Damasco, disse que tanques e veículos blindados também foram para as ruas dos subúrbios e alguns ativistas relataram a explosão de um tanque.

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    [damned]

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    Governo e oposição trocam acusações sobre ataque contra TV pró-Assad na Síria

    Governo sírio e opositores trocaram acusações nesta quarta-feira sobre o ataque a uma estação de TV privada, perto de Damasco, que deixou ao menos sete mortos.
    Enquanto o governo de Bashar al-Assad acusa rebeldes de terem atacado a TV pró-governo Al-Ikhbariya,15 km a oeste da capital síria, matando funcionários e explodindo estúdios e estruturas, opositores dizem que os ataques foram feitos pela força de elite Guarda Republicana, considerada a força mais leal ao regime de Assad.

    Após saquear e destruir os estúdios, os militantes colocaram artefatos explosivos nas instalações do canal de TV por satélite. A televisão oficial síria mostrou imagens do local, nas quais era possível ver a sede do canal destruída.


    O ministro da Informação sírio, Omran al Zubi, qualificou o ataque como “o pior massacre contra a imprensa e a liberdade de expressão por executar jornalistas sírios a sangue frio e destruir com brutalidade o edifício da televisão Al-Ikhbariya”.

    Se as denúncias dos rebeldes forem confirmadas, o ataque constituiria uma violação significativa das forças sírias leais ao presidente, que na terça-feira à noite admitiu que o país está em “estado de guerra”, uma definição diferente do que costumava chamar de onda de violência apoiada por grupos terroristas estrangeiros.

    O ataque ao canal de TV ocorre um dia após violentos confrontos entre opositores e forças sírias terem tomado parte da capital Damasco.

    Relatório
    Também nesta quarta-feira, a ONU acusou forças do governo sírio de cometer violações aos direitos humanos “em escala alarmante” nos últimos três meses, incluindo execuções, segundo um relatório divulgado por uma equipe de investigadores sob comando do brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro.

    O grupo disse não ter sido possível identificar os autores do massacre de mais de 100 pessoas em maio na localidade de Hula, mas ressaltou que “forças leais ao governo podem ter sido responsáveis por muitas das mortes”. O relatório cita também mortes cometidas pela oposição armada, que cada vez mais usa explosivos improvisados em sua rebelião contra Assad.

    “A situação no terreno está se deteriorando de forma perigosa e rápida”, disse o relatório de 20 páginas, citando o uso de metralhadoras, canhões e tanques em ataques do governo contra áreas rebeladas na cidade de Homs.

    “No contexto cada vez mais militarizado, violações aos direitos humanos estão ocorrendo em todo o país numa escala alarmante durante as operações militares contra locais que supostamente abrigam desertores e/ou aqueles vistos como afiliados aos grupos armados antigoverno, inclusive o ‘Exército Sírio Livre’.” Os investigadores também acusaram os rebeldes de usarem “crianças como maqueiros, mensageiros ou cozinheiros, expondo-as ao risco de morte e lesões”.

    O relatório se baseia em quase 400 entrevistas, além de fotos, vídeos, imagens de satélites e outras provas documentais.

    O enviado da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Kofi Annan, anunciou um encontro de membros da ONU sobre a Síria, na qual ficarão de fora Irã e Arábia Saudita.

    O grupo de ação sobre a Síria, que reúne, entre outros, os cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, realizará uma reunião no sábadoem Genebra. Alémdos cinco membros do Conselho de Segurança (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Rússia), também foram convidados chanceleres do Catar, Iraque e Turquia.

    “Os objetivos do grupo de ação sobre a Síria são identificar as etapas e as medidas para garantir a aplicação completa do plano em seis pontos e das resoluções 2042 e 2043 do Conselho de Segurança, incluindo o fim imediato da violência sob todas as suas formas”, declarou Annan.

    Fonte:
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    Atirador invade sede de TV estatal síria e mata sete pessoas

    No mais novo episódio da violência na Síria, um atirador invadiu uma emissora de TV estatal pró-governo e matou sete pessoas no sul da capital do país, Damasco. Jornalistas e seguranças são a maioria das vítimas.

    Segundo informações da imprensa síria, a sede do canal de televisão governista Ikhbariya também foi incendiada. Imagens do edifício em chamas foram transmitidas nos principais meios de comunicação do país.

    Segundo o ministro da comunicação da Síria, Adnan Mahmoud, que visitou o local da tragédia, as vítimas foram amarradas e mortas “a sangue frio”.

    O ataque ocorreu horas depois do presidente sírio, Bashar Al Assad, ter reconhecido que o país vive um “estado real de guerra”. 

    Fonte:
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    Premiê iraquiano ameaça convocar eleições antecipadas

    O primeiro-ministro do Iraque, Nuri al-Maliki, ameaçou hoje convocar eleições antecipadas que podem fortalecer seu poder se as facções políticas do país não conseguirem superar um impasse que virtualmente paralisou o governo.
    A jogada de al-Maliki é o último lance de uma crise política iniciada há meses que levou xiitas, sunitas e curdos a pedirem sua renúncia. O impasse também gerou temores de que insurgentes aproveitem o momento de turbulência para lançaram novos ataques.


    Em Bagdá, a capital iraquiana, um atentado à bomba que tinha como alvos um clérigo xiita e um militante contrário ao grupo fundamentalista Al-Qaeda deixaram pelo menos 11 mortos nesta quarta-feira.
    Xiita, al-Maliki disse que seguidas recusas de seus rivais políticos de negociar uma solução à crise lhe deixam poucas alternativas além de convocar novas eleições.
    “Quando o outro lado se recusa a se sentar à mesa para dialogar e insiste na política de provocar sucessivas crises de forma a causar graves danos aos interesses supremos do povo iraquiano, o primeiro-ministro se sente forçado a convocar eleições antecipadas, nas quais o povo iraquiano terão a palavra final”, disse o premiê, em comunicado divulgado em seu site. Ele não mencionou uma possível data para a votação.
    A ameaça veio em resposta a meses de pressão feita por sunitas, curdos e alguns líderes xiitas, que se sentem alijados do poder, para que al-Maliki renuncie. Não está claro se estes grupos têm a vontade política ou apoio suficiente no Parlamento para afastar o premiê num voto de não confiança.
    O assessor de imprensa de al-Maliki disse que o primeiro-ministro ainda espera solucionar a crise através do diálogo. As informações são Associated Press.

    Fonte:
    AvatarLoki
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    Síria : Conflito na Síria está usando crianças, segundo relatos recebidos pela ONU

    Relatos recebidos pelas Nações Unidas indicam que crianças estão sendo usadas no conflito da Síria como mensageiras e cozinheiras, para atuar para grupos antigovernamentais.
    A informação foi dada ao Conselho de Direitos Humanos, nesta quarta-feira, pelo presidente da Comissão de Inquérito sobre a Síria, Paulo Sérgio Pinheiro.


    Práticas Inaceitáveis
    Nesta entrevista à Rádio ONU, de Genebra, Pinheiro disse que o assunto é grave e que o Governo da Síria é signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança.
    “O Governo da Síria está cansado de saber porque tanto a Convenção dos Direitos da Criança como o Protocolo Adicional para Crianças em Conflitos Armados foi ratificado em 2003 pela Síria. Então, nem precisa haver recomendação. Nós apontamos os fatos. Evidentemente tanto por parte do governo como por parte dos grupos armados, que também têm o dever de respeitar os direitos humanos, estas práticas são totalmente inaceitáveis.”
    O conflito na Síria entre manifestante pró-democracia e tropas do governo já dura 15 meses. Pelo menos 10 mil pessoas já morreram nos combates.

    Crianças e Donas de Casa
    Segundo o governo de Bashar al Assad, a Síria estaria sendo alvo de uma ação de forças estrangeiras e do que ele chamou de terroristas.
    Na última segunda-feira, Paulo Sérgio Pinheiro esteve em Damasco para discutir a situação da violência com as autoridades do país. Ele comentou a situação dos civis sírios, especialmente após o massacre de Houla, que matou mais de 100 pessoas.
    “A situação da população civil é a pior possível porque mesmo que ela não tenha compromisso com o governo ou com a oposição, a maioria das mortes é de civis inocentes. São crianças e donas de casa que estão dentro das casas atacadas e morrem. Eu calcularia que a maior parte destas vítimas são inocentes, são pessoas que não estão participando deste conflito.”
    No sábado, o Grupo de Ação para a Síria irá se reunir em Genebra, na Suíça. O encontro deve contar com a presença do enviado especial da ONU e da Liga Árabe à Síria, Kofi Annan.
    O grupo é formado pelos cinco membros permamentes do Conselho de Segurança mais a Turquia.

    Fonte:
    AvatarAnônimo
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    Mobilizadas tropas na fronteira com a Síria 

    Uma comitiva de 30 veículos militares estão a caminho da fronteira com a Síria, após o primeiro-ministro Tayyip Erdogan ordenar o reforço da presença militar na fronteira.
    A mobilização ocorre após a Síria ter abatido um caça da Força Aérea turca, na última sexta-feira. 

    Um funcionário do governo turco, que preferiu manter o anonimato, confirmou a informação à agência Reuters: «Posso confirmar que há tropas a ser mobilizadas ao longo da fronteira na província de Hatay. A Turquia está a tomar precauções após o caça ser abatido.»

    A mesma fonte informou ainda que há forças antiaéreas a ser instaladas nas localidades fronteiriças de Yayladagi, Altinozu e Reyhanli.

    Informações avançadas pela agência estatal de notícias Anatólia indicam que foram ainda avistados veículos blindados em Sanliurfa, entre a fronteira sírio-turca, e Hatay.

    O chefe do Governo turco disse que qualquer elemento militar tido como ameaçador e que se dirija à fronteira com a Turquia será declarado um alvo militar válido.


    AvatarLoki
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    Rússia nega apoio ao presidente sírio em resposta aos EUA

    “A Rússia não apoia o presidente da Síria, Bashar al Assad, e nenhum outro líder sírio”, declarou nesta sexta-feira o número vice-ministério russo das Relações Exteriores, Sergei Riabkov, à secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que, por sua vez, teria acusado o Kremlin de sustentar o regime de Damasco.
    “Rejeitamos categoricamente a colocação de que Rússia apoia o presidente Bashar al Assad diante da situação criada na Síria. A questão não está no apoio de figuras políticas concretas, mas em colocar sobre uma base política normal os processos para resolver essa crise”, afirmou Riabkov à agência “Interfax”.
    Horas antes, a chefe da diplomacia dos Estados Unidos disse na conferência ministerial dos chamados “Amigos da Síria”, que está sendo realizada em Paris, que “o regime (de Assad) se mantém flutuando com dinheiro do Irã, apoio da Rússia e falha do resto dos países na hora de aplicar as sanções”.
    “Não podemos conseguir que nossos parceiros entendam algumas coisas elementares. O ocidente continua operando dentro da lógica de ”os nossos e os outros”. Parecia que essa terminologia tinha ficado no passado. E se os atuais políticos seguem com este raciocínio é porque seus pensamentos ficaram lá”, respondeu o vice-ministro russo à Hillary Clinton.
    Segundo Riabkov, a Rússia “não apoia políticos concretos na Síria, mas realiza um trabalho que acreditamos que possa ajudar a estabelecer o diálogo necessário entre o governo e a oposição síria.
    Em Paris, Hillary considerou “intolerável” o fato da Rússia e da China continuar bloqueando os avanços da comunidade internacional para mudar a situação na Síria e, por isso, exigiu que os países “paguem um preço” pelo apoio ao presidente Bashar al Assad.
    “Não acho que pensem que estão pagando um preço por estar ao seu lado. A única maneira de mudar a situação é fazer com que todas as nações aqui presentes deixem claro que esse apoio sairá caro”, indicou a secretária de Estado dos EUA.
    Apesar da ausência da China e da Rússia, centenas de países encontram-se reunidos em Paris para lançar uma nova mensagem contra o regime de Damasco para buscar a aceitação de um possível governo transitório.

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