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    Galera, graças as novidades diárias de possíveis movimentos mundias que possam levar a uma guerra, resolvi criar esse tópico!

    Assim podemos acompanhar, postar e comentar sobre o que não aparece nas mídias normais e nos mantermos informados!
    Qualquer contribuição será muito bem vinda… 

    Coletânea de links até agora:
    Árabes x Judeus – A guerra eterna
    O Brasil na 3ª Guerra Mundial?
    Blackout — Save the Internet Today (Guerra cibernética)
    Liga Árabe alerta para risco de guerra civil na Síria
    Estamos um minuto mais perto do apocalipse
    50% temem que Brasil seja atacado por causa da Amazônia – Não somos loucos
    LEI MARCIAL É APROVADA NOS EUA E PODERÁ INICIAR REVOLUÇÃO!!!
    Líder norte-coreano Kim Jong-il morre
    China coloca sua Marinha em preparação para combate
    BOMBA: presidente da Rússia coloca estação de radar a mísseis de ataque em alerta de combate!!!!
    A III Guerra Mundial será entre os EUA e a China?
    Anônimo
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    EUA se preparando para fechar embaixada na Síria
    AP – Um policial caminha em frente à embaixada dos EUA danificado após pró-governo manifestantes atacaram o complexo em julho. A embaixada será fechada a menos que o regime embattled fornece proteção avançada.
    A administração Obama está se preparando para evacuar o pessoal americano e perto da embaixada dos EUA em Damasco até o final deste mês, a menos que o governo em apuros do presidente sírio Bashar al-Assad fornece segurança adicional, altos funcionários do governo, disse.
    “A menos que ver isso”, disse uma autoridade de segurança em curso discussões com o governo Assad, “não temos escolha.”
    O movimento segue uma recente onda de carros-bomba. Embora o governo não descarta a responsabilidade do governo da Síria para os ataques, disseram autoridades os sinais apontam para militantes da Síria e do Iraque que foram afiliadas à al-Qaeda.
    “A situação de segurança em toda a Síria, que está se deteriorando a cada dia que Assad se apega ao poder, demonstra ainda que Assad está perdendo o controle do país e reforça o nosso ponto que Assad perdeu toda a legitimidade”, disse o oficial.
    Anônimo
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    Tensão entre Argentina e UK aumenta: Argentina diz que Reino Unido “não tem razão” sobre Malvinas
    O ministro do Interior da Argentina, Florencio Randazzo, afirmou nesta sexta-feira, que o governo do Reino Unido “não tem razão” em relação à disputa pela soberania das ilhas Malvinas. Ele reiterou que o país sul-americano continuará insistindo para que os britânicos comecem o diálogo.
     
    Em entrevista à Radio Mitre, de Buenos Aires, Randazzo diz que a negação do diálogo é prova “eloquente” de que o Reino Unido não está certo no litígio e usou a distância de Londres como argumento para o domínio argentino do arquipélago.
     
    “Não há explicação para a presença inglesa nas ilhas que não seja a usurpação de um território que não lhe corresponde, a mais de dez mil quilômetros de distância da Grã-Bretanha”, afirmou.
     
    O ministro afirmou que a reclamação sobre as Malvinas é uma “política de Estado irrenunciável” de todos os governos argentinos desde a redemocratização do país, em 1983.
     
    PROTESTOS
     
    As declarações de Randazzo acontecem em meio a protestos em Buenos Aires contra os últimos movimentos do governo britânico em relação às Malvinas.
     
    Centenas de partidários do esquerdista Movimento Sur queimaram uma bandeira britânica a poucos metros da embaixada do Reino Unido, na capital argentina. O grupo, liderado pelo ex-deputado Fernando “Pino” Solanas, pede que o governo rompa relações com os britânicos.
     
    Em entrevista ao jornal “The Times”, o governador das Malvinas, Nigel Wood, afirmou que os moradores do arquipélago querem seguir vinculados ao reino britânico. Ele disse que a pressão argentina não mudará a posição dos habitantes e considerou um equívoco a decisão do Mercosul de dificultar a chegada de navios às ilhas.
     
    DECLARAÇÕES
     
    O atrito entre Londres e Buenos Aires começou após declarações do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron. Nesta quarta (18), ele chamou a Argentina de “colonialista” por querer ter o controle do arquipélago.
     
    Na quinta (19), o jornal “The Times” informou que Cameron colocará em prática um plano de contingência militar que eleva o efetivo das Forças Armadas no Atlântico Sul. A iniciativa foi tomada devido à agressividade do discurso do governo de Cristina Kirchner.
     
    No dia 8, o premiê britânico afirmou que não negociará sobre a soberania das ilhas e disse que manterá “vigilância” sobre o acordo entre os países do Mercosul para não permitir a entrada de navios do arquipélago.
    Loki
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    França suspende operações conjuntas com Afeganistão
    A França anunciou a suspensão de seu programa de treinamento e operações militares conjuntas com o exército do Afeganistão, depois que um soldado afegão matou quatro oficiais franceses e deixou outros quinze feridos.
    O presidente Nicolas Sarkozy disse que também irá considerar antecipar a retirada das unidades francesas do país.
    O ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, disse que os soldados franceses estavam desarmados e afirmou que elas forma assassinados.
    É a segunda vez em três semanas que soldados franceses foram mortos por homens em treinamento.
    O correspondente da BBC no Afeganistão disse que lutar contra o Talebã será mais difícil sem a França, que tem mais de 3.500 soldados no país.
    Loki
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    Não entendi direito essa notícia, mas parece coisa grande!

    Israel dá a Obama 12 horas de antecedência em atacar o Irã

    O governo de Netanyahu também não irá coordenar com os Estados Unidos um ataque à República Islâmica, de acordo com o relatório, o último de uma série de cenários supostamente em matéria de cooperação ou a falta dela entre Jerusalém e Washington.
    Link em inglês:
    Loki
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    Vice-presidente do CNT líbio anuncia demissão à rede Al-Jazeera
    TRÍPOLI — O vice-presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), Abdelhafidh Ghoga, anunciou neste domingo à rede de televisão do Qatar, Al-Jazeera, que pedia demissão “pelo interesse da nação”, depois que centenas de manifestantes terem pedido para que ele renunciasse.
    Contudo, membros do CNT contatados pela AFP disseram que não estão a par da renúncia de Ghoga, e disseram que ele não participou das reuniões do Conselho realizadas no sábado e no domingo.
    Ghoga explicou que já não há o mesmo consenso no CNT e não quer que o conflito gerado em torno de sua pessoa tenha um “impacto negativo” no Conselho. “O mais importante é preservar o CNT”, afirmou.
    “Não sabemos o que acontece de fato”, disse, referindo-se aos “ataques contra as pessoas e as campanhas contra alguns membros do CNT”.
    Os manifestantes pedem a renúncia de Ghoga, porta-voz do CNT, acusando-o de “oportunista” e de ter pertencido ao regime de Muamar Kadhafi.
    Abdelhafidh Ghoga foi agredido na quinta-feira na Universidade de Ghar Yunés, em Benghazi, onde afirma ter ido assistir a uma cerimônia em homenagem aos mártires da revolução que derrotou Kadhafi.
    “Não queremos Ghoga! O sangue dos mártires não foi derramado em vão!”, gritavam os estudantes, que protestavam contra a detenção de 11 de seus colegas.
    Pelo menos 4.OOO estudantes líbios se manifestaram no domingo em Benghazi (leste) para protestar contra a detenção de 11 de seus companheiros após a agressão ao vice-presidente do CNT em sua universidade, informou um correspondente da AFP.
    Os novos dirigentes líbios estão há semanas sob pressão. Os manifestantes pedem mais transparência e a exclusão de todos os membros do antigo regime.
    O CNT pretende reunir-se para adotar a lei eleitoral que implantará a eleição de uma Assembleia Constituinte em junho.
    Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hitvKRMGVVPigBReFxwL-Kfl4u-A?docId=CNG.8300af61ac8a5497a0225851ec8ab56d.51

    Loki
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    Saleh fez discurso de despedida, diz autoridade
    Um autoridade do Iêmen afirmou hoje que o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, apresentou um discurso de despedida, pedindo desculpas pelos erros e dizendo que chegou a hora de entregar o poder e sair. A autoridade, que não quis ser identificada, disse que Saleh reuniu os mais importantes políticos, militares e oficiais de segurança do país e anunciou a promoção do vice-presidente Abed Rabbo Mansour Hadi ao nível de marechal.
    “Peço que vocês perdoem os meus erros do passado”, teria dito o presidente no discurso, segundo a autoridade. “Hoje, deixo o país e suas mãos”, acrescentou a fonte, que estava entre os presentes no encontro realizado de manhã. Em novembro, Saleh assinou um acordo de transferência de poder, mas vem se recusando a entregar o cargo. As informações são da Associated Press.
    Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5937863/saleh-fez-discurso-de-despedida-diz-autoridade.aspx

    Loki
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    Membro da Al-Qaeda foi morto na Somália
    Insurgentes somalis afirmaram hoje que ataques aéreos dos Estados Unidos mataram uma autoridade do grupo fundamentalista islâmico Al-Qaeda que lutava contra eles na Somália. Um comunicado da fundação rebelde de mídia Al-Kataib, na noite de sábado, afirmou que três mísseis foram atirados de um veículo aéreo não tripulado, atingindo o carro de Bilal al-Berjawi, nos arredores de Mogadishu.
    Berjawi foi um cidadão libanês e britânico que cresceu na região oeste de Londres. Ele foi um parceiro próximo de um dos membros da Al-Qaeda mais procurados na África, Fazul Abdullah Mohammed, que coordenou os ataques com bombas nas embaixadas dos Estados Unidos no Quênia e na Tanzânia.
    O ataque foi confirmado por uma autoridade dos Estados Unidos em Washington, que pediu para não ser identificada, pois não estava autorizada a falar com a imprensa. As informações são da Associated Press.
    Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5937839/membro-da-al-qaeda-foi-morto-na-somalia.aspx

    Loki
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    Coreia do Norte: Kim Jong-un faz quinta inspeção militar desde o início do ano
    Seul, 22 jan (Lusa) – O novo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un fez hoje uma nova inspeção a uma unidade militar, a quinta em apenas três semanas, com o objetivo aparente de consolidar o seu poder com o apoio do Exército, informou a agência sul-coreana Yonhap.

    O filho mais novo e sucessor do falecido Kim Jong-un visitou a unidade 671 do exército e sublinhou perante os soldados “a necessidade de melhorar o comando e gestão da unidade e estabelecer uma férrea disciplina militar”, indicou um despacho da agência norte-coreana KCNA, citado pela Yonhap.

    Desde o início do ano, o jovem Kim Jong-un, com idade estimada entre os 28 e 29 anos, já realizou cinco visitas a unidades do exército, um dos maiores do mundo, com mais de um milhão de efetivos num país com menos de 25 milhões de habitantes.

    Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2012/01/22/coreia-do-norte-kim-jong-un-faz-quinta-inspecao-militar-desde-o-inicio-do-ano

    Loki
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    [damned]

    Anônimo
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    Irã reforça ameaça de fechar Estreito de Ormuz após novas sanções
    Vice-chefe de influente comitê diz que caso a passagem de petróleo seja fechada, EUA e aliados não seriam capazes de reabrir rota
    Dois deputados iranianos refizeram a ameaça de fechar o estratégico Estreito de Ormuz, por onde é transportado cerca de um quinto do petróleo utilizado no mundo, em retaliação ao embargo da União Europeia anunciado nesta segunda-feira.
    O chanceler britânico, William Hague, participa de reunião em Bruxelas, na Bélgica, na qual ministros da UE aprovaram novas sanções contra o Irã
    As nações da União Europeia em Bruxelas concordaram com um embargo ao petróleo do Irã, como parte das sanções contra o programa nuclear do país, que para o Ocidente, busca o desenvolvimento de armas atômicas, o que Teerão nega. As medidas incluem um embargo imediato a novos contratos de importação de petróleo e seus derivados, enquanto contratos já existentes podem continuar até julho.
    O Irã já havia alertado bloquearia o estreito caso as sanções afetassem as vendas de petróleo, e dois deputados reforçaram a ameaça nesta segunda-feira.
    Heshmatollah Falahapisheh, disse que o Irã tinha o direito de fechar o Estreito de Ormuz em retaliação às sanções ao petóleo e seu fechamento era cada vez mais provável, segundo a agência semioficial Mehr. “No caso de ameaça, o fechamento do Estreito de Ormuz é um dos direitos do Irã”, disse Falahatpisheh. “Até agora, o Irã não usou esse privilégio.”
    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país, Ramin Mehmanparast, desqualificou as medidas, chamando-as de “injustas” e “fadadas ao fracasso”. “A ameaça, a pressão e as sanções injustas estão fadadas ao fracasso e não impedirão o Irã de obter seus direitos fundamentais” em matéria nuclear.”
    Mohammad Ismail Kowarsi, vice-chefe do influente comitê iraniano de segurança nacional, disse que o Estreito de Ormuz “seria definitivamente fechado se a venda de petróleo iraniano for violada de qualquer maneira”.
    Kowarsi afirmou que caso o estreito seja fechado, os EUA e seus aliados não seriam capazes de reabrir a rota, e alertaram os EUA a não tentarem nenhuma “aventura militar”.
    Nesta segunda-feira, o Pentágono afirmou que um porta-aviões dos EUA cruzou o Estreito de Ormuz no domingo e chegou ao Golfo Pérsico. “O USS Abraham Lincoln completou um trânsito regular e de rotina para realizar operações previstas de segurança marítima”, disse o porta-voz do departamento de Defesa, John Kirby. Segundo ele, não houve incidentes.
    O porta-aviões, que pode transportar até 80 aviões e helicópteros, foi escoltado pelo cruzador de mísseis USS Cape St. George e por dois destroyers. Mais cedo, o ministério da Defesa do Reino Unido informou que uma fragata britânica e um navio francês se uniram ao grupo do porta-aviões para cruzar o Estreito.
    Reações ao embargo
    As medidas impostas pela União Europeia nesta segunda-feira também incluem o congelamento dos ativos do Banco Central Iraniano, como parte das sanções para forçar o Irã a retomar o diálogo sobre o enriquecimento de urânio, um processo que pode levar à fabricação das armas nucleares.
    Após a aprovação do embargo, o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, denunciou as “sanções unilaterais” contra o Irã. “As sanções unilaterais não fazem as coisas avançarem”, declarou Lavrov. “Se o Conselho de Segurança da ONU impôs sanções coletivas, todos devem respeitar essa decisão sem acrescentar ou tirar nada”, continuou.
    A Rússia trabalhará para que “todas as partes se abstenham de tomar decisões bruscas e para que as negociações sejam retomadas”, disse. O país, que até agora aprovou quatro pacotes de sanções do Conselho de Segurança contra o Irã, divulgou, assim como a China, que seria contra novas sanções.
    Por outro lado, o governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira que o embargo imposto pela União Europeia é “outro passo firme” para aumentar a pressão sobre Teerã.
    Essa medida “é coerente com outras adotados previamente pelos Estados Unidos e com as novas sanções americanas contra o Irã”, afirmou a secretária de Estado, Hillary Clinton, e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, em um comunicado conjunto.
    No mês passado os EUA promulgaram novas sanções contra o Banco Central iraniano e contra sua capacidade de exportar petróleo, mas tem adiado a implementação das sanções por pelo menos seis meses preocupados com o aumento do preço do petróleo em um momento difícil apra a economia mundial.
    O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, também recebeu bem a decisão da União Europeia. Ele afirmou que o embargo é um “passo na direção correta”.
    Cerca de 80% do lucro com o petróleo iraniano vem de exportações e novas medidas ou sanções poderiam afetar fortemente sua economia. Com cerca de 4 milhões de barris por dia de produção, o Irã é o segundo maior produtor da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
    Visita da AIEA
    A agência nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou na segunda-feira os planos de uma visita ao Irã entre 29 e 31 de janeiro e disse que seu principal objetivo é “resolver todas as questões substantivas pendentes”.
    Uma equipe sênior da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deverá buscar explicações nas conversações em Teerã para as informações da inteligência indicando que o Irã tem tentado pesquisar e desenvolver armas nucleares relevantes, segundo afirmam diplomatas.
    A missão da AIEA será liderada pelo vice-diretor geral Herman Nackaerts, chefe mundial das inspeções para salvaguardas nucleares, e incluirá Rafael Grossi, o diretor geral assistente para política. “A equipe da agência vai ao Irã com um espírito construtivo e confiamos de que o Irã trabalhará conosco nesse mesmo espírito”, disse em um comunicado Yukiya Amano, diretor geral da agência que tem sede em Viena.
    “O objetivo geral da AIEA é resolver todas as questões substantivas pendentes”, acrescentou o comunicado da AIEA, confirmando pela primeira vez a data da visita.
    Com AFP, EFE, Reuters e AP
    Loki
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    Guerra no Irã significaria 3ª Guerra Mundial

    O reforço militar e econômica sanções contra o Irã são projetados para desencadear uma guerra global desde o Mediterrâneo até a China, com consequências imprevisíveis, adverte Michel Chossudovsky, diretor do Centre for Research on Globalization.
    Tensões entre o Irã e o Ocidente estão perto do nível de crise. Com a ajuda maciça dos meios de comunicação ocidentais, o Irã tem firmemente incorporados tornam-se como a raiz de todos os males nas mentes de muitos ocidentais.
    O autor do livro Rumo a uma Guerra Mundial Três cenário, os perigos da guerra nuclear disse RT que “A questão das armas nucleares do Irã é um arenque vermelho, mas este arenque vermelho poderia nos levar a um cenário de Terceira Guerra Mundial”. Ele também lembrou todos os bases militares americanas com armas nucleares perto da fronteira iraniana.
    Michel Chossudovsky lembrou que um par de semanas atrás, o secretário americano de Defesa Leon Panetta muito categoricamente declarou à CBS que o Irã não possui, nem está desenvolvendo armas nucleares. Panetta não descartou que ainda existem meios diplomáticos para cortar nó górdio iraniano.
    Mas, considerando os preparativos militares dos EUA em torno do Irã, esta declaração e não se parece com uma manobra de engano.
    Na semana passada, as nações da UE adoptou um conjunto sem precedentes de sanções contra a República Islâmica.
    Estes incluem um embargo completo sobre o fornecimento de petróleo do Irã, e estão previstos para entrar em vigor em julho.
    “O que estamos presenciando aqui é uma build-up para um confronto militar. Estas sanções constituem a encenação de uma agenda militar “, Michel Chossudovsky sente. “Por sua vez, temos a implantação maciça de EUA hardware militar, as tropas de Israel vai ser estacionado em Israel, mais tropas vão para Kuwait, [americano] são as forças navais entrar no Golfo Pérsico. “
    Michel Chossudovsky acredita que “O que os Estados Unidos querem agora, incluindo os seus aliados, é uma espécie de uma luz verde que vai dar um rosto humano a uma guerra.”
    Na segunda-feira, os inspetores da ONU nuclear iniciou uma missão de três dias para examinar as atividades atômicas iranianas.
    Teerã diz que as negociações com a Agência Internacional de Energia Atómica, o primeiro em mais de três anos, vai provar o seu programa nuclear é puramente pacífica. 
    Com a visita dos inspetores da AIEA, o Irã é jogar uma carta diplomática, acredita Chossudovsky. A AIEA não é politicamente controlada, assim, uma vez que confirma o programa nuclear iraniano tem fins pacíficos, isso deve prejudicar as intenções agressivas do Ocidente.
    Os EUA precisam de uma declaração contrária da AIEA para usar esta para a transição para um novo – militares – estágio no drama Iran.
    “Esta guerra já começou. Existem ataques de drones, há especial [americano] forças dentro do Irã e não há guerra financeira “, considera Michel Chossudovsky.
    Planos de invadir o Irã surgiu imediatamente após a invasão do Iraque, informa Chossudovsky, com preparativos militares começaram por volta de 2005, por isso, agora tudo deve estar pronto e em lugar de um conflito militar em larga escala.
    “O cenário de Terceira Guerra Mundial é impensável. Esta guerra se estenderia desde o Meditarranean à fronteira chinesa. Poderia possivelmente incluir a Rússia ea China “, concluiu Michel Chossudovsky. “Poderíamos nos encontrar em uma encruzilhada muito crítico”.
    Loki
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    É preciso que haja a 3a guerra para que surja o anticristo. E o Irã será um dos personagens dessa guerra.

    Loki
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    Mais mortes na Síria, enquanto Rússia resiste à ação da ONU

    DAMASCO — Um novo banho de sangue varreu a Síria nesta quarta-feira depois de as potências ocidentais e a Liga Árabe pedirem uma ação imediata da ONU para conter a “máquina de matar” do regime, mas a resistente Rússia prometeu vetar qualquer proposta que considerar inaceitável.
    A disputa nas Nações Unidas ocorre enquanto os enfrentamentos ferozes aumentam nas regiões da Síria que são um barril de pólvora, matando 59 pessoas, a maioria civis, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.
    O grupo de monitoramento com sede na Grã-Bretanha disse que pelo menos oito civis foram mortos em ataques a bomba pelas forças do regime na cidade rebelde de Homs, enquanto 24 foram mortos em confrontos na região de Damasco.
    Ativistas disseram que o conflito matou quase 200 pessoas em todo o país nos três dias anteriores, enquanto a França informou, nesta quarta-feira, que 6 mil pessoas morreram desde o começo do levante, há quase 11 meses.
    A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, apoiada por seus colegas francês e britânico e pelo premiê do Catar, lideraram os pedidos, na terça-feira, de uma resolução da ONU mais rígida que pediria a Assad o fim da matança e a saída do poder.
    “Todos sabemos que a mudança está chegando na Síria. Apesar de suas táticas implacáveis, o reinado do terror do regime de Assad vai acabar”, disse Clinton no Conselho de Segurança da ONU.
    “A questão para nós é: quantos civis inocentes ainda vão morrer antes que este país esteja pronto para seguir em frente?”.
    No entanto, nesta quarta-feira, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Gennady Gatilov, pareceu descartar qualquer esperança de uma votação rápida.
    “Estão sendo feitas tentativas de encontrar um texto que seja aceitável para todos os lados e que ajude a encontrar uma solução política para a situação da Síria. Por isso não vai haver votação nos próximos dias”, disse ele à agência de notícias Interfax.
    Analistas alertam que o conflito, entre um movimento de guerrilha apoiado por um número crescente de desertores do exército e um regime cada vez mais empenhado na repressão, ofuscou, em grande parte, os protestos pacíficos vistos no começo do levante.
    “Este é o começo de um conflito armado total”, disse Joshua Landis, chefe do Centro de Estudos do Oriente Médio na Universidade de Oklahoma.
    “Estamos caminhando em direção a um verdadeiro caos”, acrescentou. “O povo sírio em geral está começando a perceber que não há um fim mágico para isso, não há um colapso do regime”.
    O novo número de mortos foi anunciado pela França depois que a chefe dos direitos humanos da ONU, Navi Pillay, disse, no dia 25 de janeiro, que a Organização parou de contar os mortos na repressão dos protestos na Síria porque era muito difícil obter essas informações.
    No começo de janeiro, dados da ONU indicavam mais de 5.400 mortos na Síria desde o começo do levante pró-democracia, em meados de março.
    O primeiro-ministro do Catar, o xeque Hamad bin Jassim Al-Thani, falando no Conselho de Segurança em nome da Liga Árabe, disse que o regime de Assad “falhou em fazer um esforço sincero” para pôr fim à crise e que o regime acreditava que a única solução era “matar seu próprio povo”. “O banho de sangue continuou e a máquina de matar ainda está funcionando”, disse ele.
    Mas a Rússia, um aliado de longa data de Assad e um de seus principais fornecedores de armas, declarou que a ONU não tinha autoridade para impor uma resolução que pedisse a mudança de regime na Síria, uma posição apoiada pela China.
    “Se o texto for inaceitável, então votaremos contra”, disse o enviado da Rússia à ONU, Vitaly Churkin, como citou a agência de notícias RIA Novosti.
    A Rússia não aprovaria um texto que vê como “incorreto” e que “levaria a um aprofundamento do conflito”, disse ele.
    O ministro das Relações Exteriores, Alain Juppé, disse a parlamentares em Paris que a Rússia tem uma atitude “menos negativa” em relação à resolução do Conselho de Segurança da ONU.
    “Pela primeira vez, a atitude da Rússia e dos BRICS (China, Índia e África do sul no Conselho de Segurança) é menos negativa”, disse Juppé.
    O projeto de resolução, apresentado pelo Marrocos, membro da Liga Árabe, pede a formação de uma unidade de governo que leve a “eleições livres e transparentes”.
    Ele destaca que não vai haver nenhuma intervenção militar na Síria como aconteceu na Líbia, que ajudou a derrubar Muamar Kadafi.
    Enquanto isso, o comandante do Exército Livre da Síria, o coronel Riyadh al-Asaad, disse da Turquia à AFP que metade do país era agora uma zona em que as forças de segurança não têm acesso.
    O jornal Al-Watan da Síria resumiu, nesta quarta-feira, as dezenas de mortes de ambos os lados em confrontos em Homs e outros lugares no centro da síria nos últimos dois dias.
    Trinta e sete rebeldes foram mortos no distrito de Homs, quatro soldados em um ataque a um posto de controle em Bab Dreib e 15 rebeldes e dois membros das forças de segurança morreram em enfrentamentos em Rastan, outra cidade do centro do país.
    Loki
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    EUA alertam para perigo de guerra civil na SíriaPor Redação
    A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, lembrou o perigo de uma guerra civil na Síria. 
    Em conferência de Imprensa, no final de uma reunião com o primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borissov, a secretária de Estado comentou o veto de Rússia e China no Conselho de Segurança da ONU face a uma resolução que condenava a violência na Síria, considerando que dois países têm responsabilidade pelo apoio ao regime de Bashar Al-Assad, «o que aumenta o perigo a uma guerra civil brutal».
    Segundo a agência EFE, a governante disse que os Estados Unidos vão dar início a uma série de consultas diplomáticas com parceiros de forma a aumentar a pressão sobre o regime sírio. 
    Hillary Clinton afirmou ainda que o governo dos EUA trabalhará para estabelecer novas sanções regionais e internacionais contra a Síria e reforçar as já existentes.
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